Um adolescente de 13 anos, com diagnóstico de asma grave persistente e obesidade
(IMC no percentil 97 para idade e sexo), vem apresentando frequentes exacerbações e mau controle
da doença, apesar da terapia otimizada para asma. Exames laboratoriais revelam níveis séricos de
25(OH)D de 12 ng/mL (deficiência grave), persistindo baixos mesmo após 3 meses de suplementação
prévia com 1.000 UI/dia. Não há outras evidências de má-absorção intestinal. De acordo com as
diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) para o manejo da deficiência de vitamina D em
crianças com fatores de risco adicionais, qual é a conduta mais adequada para reposição e manutenção
da vitamina D nesse paciente?