A febre sem sinais localizatórios (FSSL) em lactentes
jovens, especialmente nos primeiros três meses de vida,
representa um desafio diagnóstico significativo na prática
pediátrica. A avaliação criteriosa e a estratificação de
risco são fundamentais para diferenciar quadros
benignos de infecções bacterianas graves (IBG). Acerca
do manejo da FSSL em lactentes com idade entre 29 e
90 dias, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F,
para as falsas:
(__)A presença de leucocitúria em exame de urina tipo I, mesmo com contagem de leucócitos no sangue periférico e níveis de proteína C-reativa dentro dos limites da normalidade, classifica o lactente como de alto risco para IBG, exigindo a coleta de hemocultura e a antibioticoterapia empírica intravenosa.
(__)Um lactente com 45 dias de vida, previamente hígido, nascido a termo, que se apresenta febril (temperatura retal de 38,5°C), mas em bom estado geral, sem toxemia, com contagem de leucócitos de 12.000/mm³, 400 bastões/mm³, e procalcitonina sérica de 0,3 ng/mL, pode ser considerado de baixo risco para IBG, sendo o manejo expectante com reavaliação em 24 horas uma opção segura.
(__)A infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR), confirmada por teste rápido, exclui a possibilidade de uma infecção bacteriana grave concomitante, como infecção do trato urinário (ITU) ou bacteremia, permitindo a alta hospitalar segura do lactente febril sem a necessidade de exames complementares para investigação bacteriana.
(__)A realização de punção lombar para análise do líquido cefalorraquidiano (LCR) é mandatória em todos os lactentes febris com menos de 60 dias de vida, independentemente da aparência clínica ou dos resultados de exames laboratoriais iniciais, devido à alta incidência de meningite bacteriana nesta faixa etária e à pobreza de seus sinais clínicos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
(__)A presença de leucocitúria em exame de urina tipo I, mesmo com contagem de leucócitos no sangue periférico e níveis de proteína C-reativa dentro dos limites da normalidade, classifica o lactente como de alto risco para IBG, exigindo a coleta de hemocultura e a antibioticoterapia empírica intravenosa.
(__)Um lactente com 45 dias de vida, previamente hígido, nascido a termo, que se apresenta febril (temperatura retal de 38,5°C), mas em bom estado geral, sem toxemia, com contagem de leucócitos de 12.000/mm³, 400 bastões/mm³, e procalcitonina sérica de 0,3 ng/mL, pode ser considerado de baixo risco para IBG, sendo o manejo expectante com reavaliação em 24 horas uma opção segura.
(__)A infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR), confirmada por teste rápido, exclui a possibilidade de uma infecção bacteriana grave concomitante, como infecção do trato urinário (ITU) ou bacteremia, permitindo a alta hospitalar segura do lactente febril sem a necessidade de exames complementares para investigação bacteriana.
(__)A realização de punção lombar para análise do líquido cefalorraquidiano (LCR) é mandatória em todos os lactentes febris com menos de 60 dias de vida, independentemente da aparência clínica ou dos resultados de exames laboratoriais iniciais, devido à alta incidência de meningite bacteriana nesta faixa etária e à pobreza de seus sinais clínicos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.