A emergência das metodologias ativas na educação contemporânea instiga reconfigurações pedagógicas
centradas no protagonismo discente, exigindo do
professor a mediação de experiências que ativem
processos cognitivos superiores e práticas reflexivas. No
caso de estudantes surdos, essas metodologias devem
ser repensadas à luz da visualidade linguística, da
acessibilidade comunicacional e da centralidade da
Libras como língua de instrução. Com base nessa
perspectiva, complementamos estas informações
considerando que: