Uma escola estadual vivencia problema persistente:
estudantes transferem para adultos toda
responsabilidade por gestão de conflitos − quando há
desentendimento, imediatamente procuram professor(a)
ou coordenador(a) para "resolver". O Orientador de Convivência diagnostica que essa dinâmica produz
dependência de autoridade adulta, impedindo
desenvolvimento de autonomia e habilidades de
negociação. Reconhecendo que adolescência é fase
crítica de construção de autonomia e que escola deve
capacitar e não substituir, a metodologia que melhor
estrutura desenvolvimento de competências
autorregulatórias é: