Em seus textos, o professor Ulpiano Bezerra de Meneses
frequentemente trata de temas cruciais, mas por vezes
marginalizados nas discussões museológicas. Em suas
análises, ele não ignora as tarefas educacionais (que
podem se tornar mera doutrinação), a função estética,
o lúdico, o afetivo, o devaneio, o sonho, a mística da comunicação e da comunhão, a curiosidade, a necessidade
de mera informação nos Museus. Muito menos ignora as
responsabilidades sociais – e políticas – dos museus, especialmente os históricos. Reconhecer essa gama multiforme de possibilidades é recusar o modelo único de
museu, chave da sua natureza e camisa de força. O que
o autor aborda não é a trilha que todo museu histórico
deverá seguir, mas as direções em que ele pode trazer
uma contribuição específica e, portanto, insubstituível.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao
tema central dessas discussões.