Uma criança de 9 anos apresenta quadro de cefaleia
matinal progressiva, vômitos em jato e episódios de
diplopia. O exame físico mostra papiledema bilateral e
paralisia do VI par à direita. A ressonância magnética
evidencia lesão intra-axial de fossa posterior, infiltrativa,
envolvendo o hemisfério cerebelar esquerdo e
estendendo-se para o pedúnculo cerebelar superior, com
hipersinal em T2/FLAIR, realce heterogêneo
pós-contraste e restrição à difusão na porção central. Há
disseminação leptomeníngea sutil na cisterna magna. O
espectro de ressonância magnética revela aumento de
colina, redução de N-acetil-aspartato e elevação discreta
de lactato.
Considerando a idade, os achados clínicos, radiológicos e a biologia tumoral típica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Considerando a idade, os achados clínicos, radiológicos e a biologia tumoral típica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
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