Nos anos de 1970, considerando a função social da arte e objetivando uma consciência maior do público em
relação ao seu tempo e sociedade, demonstrando que a força da indústria, ao contrário, se baseia no maior
coeficiente possível de alienação, um artista desenvolveu o projeto “Inserções em circuitos ideológicos – Projeto
Coca-Cola” que consistia em gravar nas garrafas do refrigerante (embalagens de retorno) informações e opiniões
críticas e, posteriormente, devolvê-las à circulação. O nome desse artista está apresentado na seguinte
alternativa: