Os sistemas de vigilância em saúde pública são essenciais
para detectar eventos adversos à saúde, orientar ações de
controle e subsidiar políticas sanitárias. No entanto, sua
avaliação deve considerar os diferentes atributos técnicos, os
recursos disponíveis e a finalidade do sistema em cada
realidade. Isso exige um equilíbrio entre dimensões como
utilidade, sensibilidade e representatividade, sem perder de
vista os limites institucionais e operacionais (Waldman, 2012).
Nesse contexto, a adequação do uso desses critérios para a
avaliação dos sistemas de vigilância pode ser observada na