Na contemporaneidade, a presença da inteligência artificial (IA) no campo das artes visuais tem provocado
intensos debates. Além de gerar obras por meio de algoritmos e redes neurais, a IA começa a ser utilizada em
processos curatoriais, como seleção de obras, organização de acervos e até recomendações personalizadas
de exposições. Esse cenário traz questionamentos sobre autoria, critérios de legitimação e o papel crítico do
curador humano. Diante desse contexto, um dos desafios atuais da curadoria, é