São características das interfaces de entrada e saída dos Controladores Lógicos Programáveis, exceto:
A interface de saída digital dos Controladores Lógicos Programáveis pode ser composta de relés, transistores ou tiristores. Interface com transistores possui vida útil maior do que a de relés e é usada para o acionamento de cargas de baixa potência, enquanto interface com tiristores é usada para cargas que demandam controle de potência. A interface de saída digital com relés é usada para uma variedade de cargas, mas com uma vida útil menor devido ao desgaste mecânico do equipamento.
Os Controladores Lógicos Programáveis podem possuir interface de saída do tipo PWM (Modulação por Largura de Pulso), a qual é usada para controlar a potência média fornecida a uma carga ajustando a largura do pulso do sinal.
A interface de saída analógica ajusta sinais de tensão ou corrente para controlar dispositivos nos quais é necessário ajustar a intensidade do sinal. São padrões de sinais das interfaces de saída dos CLPs: 0 a 10V, 0 a 20 mA e 4 a 20 mA.
As interfaces de entrada dos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) suportam sinais de sensores dos tipos PNP e NPN, os quais devem ser ligados com a polarização correta para evitar danos no sensor ou no controlador.
Um problema recorrente que danifica a unidade central de processamento (CPU) de Controladores Lógicos Programáveis é a sobretensão e a sobrecorrente gerada por sensores ligados na interface de entrada. Uma vez que os dispositivos de campo são conectados eletricamente na CPU, isto é, não existe isolamento elétrico entre as interfaces, a sobretensão e a sobrecorrente podem gerar superaquecimento no módulo da CPU, efeito que pode resultar em dano permanente.
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