Em 2025, o Ibama concedeu licença para que a
Petrobras realizasse perfuração exploratória no bloco
FZA-M-59, localizado na Bacia da Foz do Amazonas, a
cerca de 175 km da costa do Amapá. A autorização, que
encerrou um processo de mais de uma década,
reacendeu o debate sobre os rumos da política
energética brasileira. Enquanto o Ministério de Minas e
Energia defende que a Margem Equatorial representa o
"futuro da soberania energética" do país, ambientalistas
e cientistas alertam para os riscos de expansão da
fronteira de combustíveis fósseis em um contexto de
crise climática global. Considerando os elementos
centrais desse debate, é correto afirmar que: