No manejo da Terapia Nutricional Enteral (TNE) em
pacientes críticos ou hospitalizados, a seleção da via
de acesso, o monitoramento de complicações e a
progressão da oferta calórico-proteica são
determinantes para o desfecho clínico. Com base nas
diretrizes vigentes e nas boas práticas de TNE,
analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O uso de fórmulas hiperosmolares é a principal causa isolada de diarreia em pacientes em TNE, devendo-se priorizar sempre a diluição da dieta com água destilada para reduzir a osmolaridade.
II. A via nasogástrica é preferencial a nasoentérica (póspilórica) em pacientes críticos de baixo risco para aspiração, devido a facilidade de inserção e ao respeito a fisiologia digestiva.
III. Em pacientes com risco de síndrome de realimentação, o início da TNE deve ser agressivo, visando atingir 100% das metas calóricas nas primeiras 12 horas para reverter o catabolismo.
I. O uso de fórmulas hiperosmolares é a principal causa isolada de diarreia em pacientes em TNE, devendo-se priorizar sempre a diluição da dieta com água destilada para reduzir a osmolaridade.
II. A via nasogástrica é preferencial a nasoentérica (póspilórica) em pacientes críticos de baixo risco para aspiração, devido a facilidade de inserção e ao respeito a fisiologia digestiva.
III. Em pacientes com risco de síndrome de realimentação, o início da TNE deve ser agressivo, visando atingir 100% das metas calóricas nas primeiras 12 horas para reverter o catabolismo.