A represa da propriedade rural Serra Azul, administrada por um
engenheiro responsável, Paulo, atingiu níveis críticos após uma
tempestade intensa, criando risco real e imediato de
rompimento. Diante da urgência, Paulo decidiu abrir
parcialmente uma das comportas para aliviar a pressão
acumulada. Como consequência, a água escoada inundou a
chácara vizinha de Leonardo, destruindo plantações e causando
prejuízo.
Leonardo ajuizou ação de indenização contra a fazenda e contra
Paulo, alegando que o dano decorreu de conduta voluntária e
que deveria ser integralmente reparado. A defesa sustenta que
Paulo agiu para evitar um desastre maior e que sua conduta,
diante do perigo iminente, foi legítima, excluído o caráter ilícito
do ato. Afirmou e comprovou que não houve excesso e que a
intervenção era absolutamente necessária para evitar um grave
desastre.
Com base nas excludentes de ilicitude reconhecidas pela responsabilidade civil, é correto afirmar que:
Com base nas excludentes de ilicitude reconhecidas pela responsabilidade civil, é correto afirmar que:
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