João tem 28 anos de idade e mantém união estável com Maria.
Em razão da solidez do relacionamento e da profunda afinidade
que tem para com Pedro, filho de Maria e Antero, que tem 12
anos de idade, o que era exteriorizado socialmente, foi sugerido
que João realizasse o reconhecimento voluntário da paternidade
socioafetiva perante o oficial do Registro Civil das Pessoas
Naturais. Foi ainda informado a João o caráter irrevogável de
eventual reconhecimento da paternidade, somente sendo
admitida a sua desconstituição pela via judicial, nas hipóteses de
vício de vontade, fraude ou simulação.
Instado a se manifestar sobre a situação descrita, o oficial observou corretamente que o referido reconhecimento:
Instado a se manifestar sobre a situação descrita, o oficial observou corretamente que o referido reconhecimento: