“Exemplo disso é o mau hábito de dotar as exposições de
recursos de acessibilidade que, isolados de um contexto mais
abrangente, pouco ou nada contribuem para o acesso e a
compreensão de públicos com deficiência, como etiquetas
em braille fixadas ao lado de obras de arte ou de vitrines
expositivas, sem que esses objetos possam ser alcançados e
reconhecidos por meio da exploração tátil.”
TOJAL, Amanda Pinto da Fonseca. Política de acessibilidade
comunicacional em museus: para quê e para quem? Museologia &
Interdisciplinaridade, v. 4, n. 7, 2015.