Foram encontradas 60 questões.
“As diversas áreas e equipes de trabalho devem ter também
uma postura inclusiva ao desenvolver seus projetos e
atividades, dentro de suas especificidades, sendo que essa
postura permitirá uma maior flexibilidade de projetos
interdisciplinares e, como consequência, a otimização e
dinamização de ações, favorecendo tanto os profissionais
envolvidos como a instituição como um todo.”
TOJAL, A. F. Acessibilidade e inclusão de públicos especiais em museus. In: TOJAL, Amanda Fonseca et al. (Textos); CASSIMIRO, Regina (Design Gráfico). Caderno de acessibilidade: reflexões e experiências em museus e exposições. São Paulo: Expomus, 2010.
Assinale a alternativa que aponta um dos benefícios diretos da adoção de projetos interdisciplinares em museus.
TOJAL, A. F. Acessibilidade e inclusão de públicos especiais em museus. In: TOJAL, Amanda Fonseca et al. (Textos); CASSIMIRO, Regina (Design Gráfico). Caderno de acessibilidade: reflexões e experiências em museus e exposições. São Paulo: Expomus, 2010.
Assinale a alternativa que aponta um dos benefícios diretos da adoção de projetos interdisciplinares em museus.
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“Exemplo disso é o mau hábito de dotar as exposições de
recursos de acessibilidade que, isolados de um contexto mais
abrangente, pouco ou nada contribuem para o acesso e a
compreensão de públicos com deficiência, como etiquetas
em braille fixadas ao lado de obras de arte ou de vitrines
expositivas, sem que esses objetos possam ser alcançados e
reconhecidos por meio da exploração tátil.”
TOJAL, Amanda Pinto da Fonseca. Política de acessibilidade
comunicacional em museus: para quê e para quem? Museologia &
Interdisciplinaridade, v. 4, n. 7, 2015.
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“Exemplo disso é o mau hábito de dotar as exposições de
recursos de acessibilidade que, isolados de um contexto mais
abrangente, pouco ou nada contribuem para o acesso e a
compreensão de públicos com deficiência, como etiquetas
em braille fixadas ao lado de obras de arte ou de vitrines
expositivas, sem que esses objetos possam ser alcançados e
reconhecidos por meio da exploração tátil.”
TOJAL, Amanda Pinto da Fonseca. Política de acessibilidade
comunicacional em museus: para quê e para quem? Museologia &
Interdisciplinaridade, v. 4, n. 7, 2015.
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O que caracteriza uma exposição inclusiva em instituições
culturais de acordo com as abordagens contemporâneas?
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“Nenhuma formação docente verdadeira pode fazer-se
alheada, de um lado, do exercício da criticidade que implica
a promoção da curiosidade ingênua à curiosidade
epistemológica, e de outro, sem o reconhecimento do valor
das emoções, da sensibilidade, da afetividade, da intuição ou
adivinhação.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
“[...] entre outros atores que debatiam o lugar do museu no novo cenário mundial, sublinham-se as palavras do museólogo Hugues de Varine, que em sua obra O tempo social, de 1987, lembra o educador brasileiro Paulo Freire como referência para enfrentar o desafio da educação no museu [...]. Segundo Varine, a relação do visitante com o museu deve se dar de forma criativa pela ‘animação consciente’, fator que corresponde à ‘educação libertadora’, de Paulo Freire.”
VALENTE, Maria Esther Alvarez. Panorama da história da educação museal no Brasil: uma reflexão. Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, v. 52, p. 49–63, 2020.
Com base nos excertos, assinale a alternativa que apresenta a concepção de educação museal mais próxima da perspectiva freiriana.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
“[...] entre outros atores que debatiam o lugar do museu no novo cenário mundial, sublinham-se as palavras do museólogo Hugues de Varine, que em sua obra O tempo social, de 1987, lembra o educador brasileiro Paulo Freire como referência para enfrentar o desafio da educação no museu [...]. Segundo Varine, a relação do visitante com o museu deve se dar de forma criativa pela ‘animação consciente’, fator que corresponde à ‘educação libertadora’, de Paulo Freire.”
VALENTE, Maria Esther Alvarez. Panorama da história da educação museal no Brasil: uma reflexão. Anais do Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, v. 52, p. 49–63, 2020.
Com base nos excertos, assinale a alternativa que apresenta a concepção de educação museal mais próxima da perspectiva freiriana.
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“A arte, neste sentido para Dewey, não é algo para ser
armazenado ou um objeto remoto e esotérico, mas sim uma
ferramenta que usamos para enriquecer as vivências, é algo
que está envolto no processo básico da vida de qualquer
indivíduo.”
HAUBERT, Laura Elizia. Notas sobre uma filosofia da arte em John Dewey: a arte como modelo de experiências. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2021.
Em sua leitura de Dewey, Laura Haubert propõe uma reconfiguração da arte na escola, pela qual passa a ser compreendida como
HAUBERT, Laura Elizia. Notas sobre uma filosofia da arte em John Dewey: a arte como modelo de experiências. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2021.
Em sua leitura de Dewey, Laura Haubert propõe uma reconfiguração da arte na escola, pela qual passa a ser compreendida como
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“Neles se definirá a criação do pós-museu, isto é, de um
museu que não se alinha às normas do museu ocidental, que
buscou formas diferentes de exposição e funcionamento e ao
mesmo tempo aprende com as normas de preservação que o
Ocidente conseguiu desenvolver graças à sua riqueza”.
VERGÉS, Françoise. Decolonizar o Museu: programa de desordem absoluta; traduzido por Mariana Echalar. São Paulo: Ubu, 2023.
Assinale a alternativa que aponta uma diretriz convergente com a construção de um pós-museu.
VERGÉS, Françoise. Decolonizar o Museu: programa de desordem absoluta; traduzido por Mariana Echalar. São Paulo: Ubu, 2023.
Assinale a alternativa que aponta uma diretriz convergente com a construção de um pós-museu.
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Ao discutir a acessibilidade em museus, Gabriela Aidar
propõe uma ampliação do conceito para além da ideia de
acesso físico. Qual alternativa expressa uma política coerente
com essa concepção ampliada de acessibilidade?
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“De fato, são os complexos de Inter-multi-transdisciplinaridade que realizaram e desempenharam um
fecundo papel na história das ciências; é preciso conservar as
noções chave que estão implicadas nisso, ou seja,
cooperação; melhor, objeto comum; e, melhor ainda, projeto
comum.”
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
“A força das práticas interdisciplinares e a abertura que elas proporcionam como possibilidades de aprendizagens significativas numa educação socializadora do saber nos provocam a refletir, enquanto pesquisadores, sobre a ação educativa que podemos realizar em museus e espaços culturais.”
PASQUALUCCI, L. As manifestações ambientais de Hélio Oiticica e a Fenomenologia. In: ARANHA, C. L. V.; CANTON, K. (org.). Espaços da mediação: a arte e suas histórias na educação. São Paulo: MAC USP, 2013.
De acordo com os excertos, assinale a alternativa que apresenta o papel da interdisciplinaridade na qualificação das práticas educativas em museus e espaços culturais.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
“A força das práticas interdisciplinares e a abertura que elas proporcionam como possibilidades de aprendizagens significativas numa educação socializadora do saber nos provocam a refletir, enquanto pesquisadores, sobre a ação educativa que podemos realizar em museus e espaços culturais.”
PASQUALUCCI, L. As manifestações ambientais de Hélio Oiticica e a Fenomenologia. In: ARANHA, C. L. V.; CANTON, K. (org.). Espaços da mediação: a arte e suas histórias na educação. São Paulo: MAC USP, 2013.
De acordo com os excertos, assinale a alternativa que apresenta o papel da interdisciplinaridade na qualificação das práticas educativas em museus e espaços culturais.
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"Para mim criança só rabiscava, não tinham linguagem
aqueles rabiscos. O processo foi caminhando e eu fui
aprendendo muito com elas. Hoje já consigo ler um desenho,
é como se tivesse passado por um processo de alfabetização.
É bem isto! Antes eu não conseguia ler e agora consigo.
(Depoimento de uma professora)”.
MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho. 10. ed. São Paulo: Loyola, 2005.
A analogia feita pela professora entre aprender a ler desenhos infantis e o processo de alfabetização indica que
(Depoimento de uma professora)”.
MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho. 10. ed. São Paulo: Loyola, 2005.
A analogia feita pela professora entre aprender a ler desenhos infantis e o processo de alfabetização indica que
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