Ao observar os detalhes extraídos de
duas obras de arte proeminentes do universo europeu é
possível compreender o Renascimento, consolidado entre
os séculos XIV e XVI, resultado de transformações estruturais iniciadas na Baixa Idade Média, como o fortalecimento das cidades italianas, a ascensão de uma burguesia
mercantil letrada, a ampliação das trocas culturais no Mediterrâneo e a crise gradual do universalismo escolástico.
Esse movimento instaurou um novo horizonte intelectual
que reposicionou a autoridade do conhecimento, o deslocando da centralidade teológica para uma concepção de saber fundamentada na experiência sensível, na investigação
racional da natureza e na revalorização de matrizes culturais greco-romanas. Paralelamente, a cultura visual foi
reconfigurada pela difusão da perspectiva linear, pelo desenvolvimento da gravura e por circuitos mais amplos de
circulação de imagens, que passaram a atuar como dispositivos de produção, legitimação e ensino do saber.
Figura 2. Homem de Vitrúvio. Gravura. 1490. Leonardo da Vinci.
Figura 3. Detalhe. A criação de Adão. 1511. Afresco. Michelangelo Buonarroti
Marque a alternativa correspondente à demarcação estabelecida pelas consequências do reposicionamento renascentista europeu em relação à produção do conhecimento da anatomia, da ciência e da cultura visual:
Figura 2. Homem de Vitrúvio. Gravura. 1490. Leonardo da Vinci.
Figura 3. Detalhe. A criação de Adão. 1511. Afresco. Michelangelo Buonarroti Marque a alternativa correspondente à demarcação estabelecida pelas consequências do reposicionamento renascentista europeu em relação à produção do conhecimento da anatomia, da ciência e da cultura visual: