Com base nos Protocolos da Atenção Básica “Saúde das Mulheres do Ministério da Saúde”, especialmente no que concerne ao
corrimento vaginal e às cervicites, segue um caso clínico hipotético, que deverá ser utilizado para responder à questão.
Luísa B., 26 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) relatando corrimento vaginal há uma semana,
acompanhado de odor desagradável e coceira vulvar, especialmente após relações sexuais. Durante a consulta, a equipe realizou
acolhimento com escuta qualificada, explorando a duração, características do corrimento (quantidade, cor, odor), sintomas associados
e antecedentes de saúde sexual, incluindo uso irregular de preservativos e múltiplas parcerias, conforme orienta o protocolo de
corrimento vaginal e cervicites do Ministério da Saúde.
Na avaliação clínica, não foram observados sinais de alerta como febre, dor abdominal intensa, sangramento anormal ou
alterações importantes no estado geral. Foi realizado exame ginecológico com teste de pH vaginal e teste de aminas(KOH) como testes
simples disponíveis na atenção básica para apoiar o diagnóstico sindrômico. O pH estava elevado (> 4,5) e o teste de aminas positivo.
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