Diferentes concepções sobre cognição e linguagem
marcaram o entendimento do desenvolvimento da
criança surda. Modelos centrados em déficits sensoriais
negligenciaram o papel constitutivo da linguagem em sua
forma visual, comprometendo a compreensão das
potencialidades cognitivas desse sujeito. Pesquisas
recentes, ao considerar o acesso precoce à língua de
sinais, reposicionam esse debate em torno da noção de
sujeito epistêmico sinalizante. Com base nessas
discussões, considera-se que: