Mota (2009) afiança que o capitalismo contemporâneo prima
por desterritorializar o trabalho e as mercadorias e por precarizar
as condições e relações de trabalho, afetando sobremaneira a
qualidade de vida dos trabalhadores e a sua capacidade de
organização. Neste modelo, amparado pela naturalização da
mercantilização da vida, a autora sinaliza que se busca transformar
o cidadão sujeito de direitos em: