Mulher, 66 anos de idade, relata tonturas há 12 horas, de
início súbito, caracterizada como contínua e de leve
intensidade. Nega perda auditiva, zumbido ou plenitude
auricular. É tabagista e tem hipertensão arterial, diabetes
melito e dislipidemia. O teste do impulso cefálico é normal e
a manobra de Dix-Hallpike exacerba a tontura, apesar de não
apresentar nistagmo. Em relação ao caso apresentado, qual é
a próxima conduta mais apropriada na abordagem da
paciente?
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