O assédio sexual no ambiente de trabalho constitui uma
das formas de violência contra a mulher que se perpetua
nas relações laborais brasileiras. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública indicam crescimento de
49,7% nos casos registrados em 2022. Contudo,
especialistas alertam que os números oficiais não
refletem a dimensão real do fenômeno, uma vez que
muitas vítimas optam por não denunciar seus
agressores. Pesquisa realizada pela consultoria Deloitte
com mulheres de diferentes países, incluindo o Brasil,
revelou que 40% das brasileiras já sofreram assédio
sexual no trabalho, mas a maioria não formalizou
denúncia. Considerando os fatores que contribuem para
a subnotificação do assédio sexual no ambiente laboral,
é correto afirmar que: