Considere que um arquiteto responsável por um edifício
institucional de grande porte decide aprovar mudanças no
projeto estrutural solicitadas pelo cliente, sem considerar
a capacidade real do terreno e sem consultar engenheiros
especializados, apenas para reduzir custos e atender ao
desejo imediato do contratante. Embora o edifício seja
concluído, surgem fissuras, infiltrações e riscos à segurança
dos usuários, caracterizando violação ética grave: o
profissional priorizou interesses comerciais pessoais
em detrimento da segurança, da sustentabilidade e da
função social da arquitetura, contrariando os princípios
da Lei nº 12.378/2010 e da ética profissional orientada
pelo CAU.
Quanto à Resolução CAU nº 21/2012, julgue o item seguinte.
Um arquiteto não pode ser diretamente responsabilizado administrativamente pelo uso de materiais ou soluções construtivas não conformes com normas técnicas, quando não é contratado pelo cliente.