Situação hipotética: Um enfermeiro em um
pronto-socorro se depara com um paciente com suspeita de
infarto agudo do miocárdio, cujo eletrocardiograma (ECG)
inicial não apresenta alterações patológicas óbvias. Assertiva:
Nesse cenário, o enfermeiro deve priorizar a coleta detalhada
da história clínica e a observação de outros sinais e sintomas,
enquanto aguarda a avaliação médica, dispensando a
necessidade de repetir o ECG em série ou de considerar
marcadores bioquímicos de lesão miocárdica nas primeiras
horas, pois a ausência de alterações iniciais no ECG exclui o
diagnóstico.