Estudos em crononutrição mostram que a
ingestão alimentar fora do alinhamento circadiano
natural (p. ex., refeições noturnas tardias) associa-se a
resistência insulínica, disfunções lipídicas e inflamação
crônica de baixo grau. Pesquisas de Scheer et al. (2013)
e Garaulet & Gómez-Abellán (2014) evidenciam que a
distribuição temporal dos macronutrientes influencia
não apenas glicemia e insulina, mas também cortisol,
melatonina e gasto energético. Considerando esse
corpo de evidência, qual proposição traduz de forma
mais consistente os achados atuais?