A obra de Francisco Brennand é caracterizada
por sistema simbólico singular em que cerâmica,
mitologia, erotismo e religiosidade se fundem em
estrutura mitopoética. Moraes (2017) interpreta esse
conjunto como arquitetura estética que tensiona as
fronteiras entre erudito e popular, local e universal. Qual
proposição condensa de modo mais rigoroso essa
análise?