“O panteísmo grego, representado pela Escola Eleática,
explica, em virtude da doutrina adotada por esta, uma das fases
mais progressistas, senão a mais progressista, do pensamento
helênico. Seu aspecto crítico à orientação que seguia, até então,
a filosofia pré-socrática, traduz o início da resistência objetiva ao
caráter mítico-religioso que inspirava as ideias da época, apesar
de algumas transformações já havidas.”
NOGUEIRA, Alcantara. Ideias vivas e ideias mortas. Rio de Janeiro: Simões Editora, 1957. p. 88. (Adaptado).
A Escola Eleática, representada por Parmênides, Zenão e Melisso, se notabiliza por uma doutrina que separa o saber da verdade (alétheia) do saber da opinião (dóxa). O saber da verdade é aquele que busca aquilo que é, ou seja, o Ser, que é uno, imutável, eterno e incorruptível. A opinião se sustenta no conhecimento sensível e na concepção de mudança e movimento das coisas. Portanto, a crítica ganha um caráter central na doutrina dos eleatas. Isso posto, na perspectiva de Nogueira,
NOGUEIRA, Alcantara. Ideias vivas e ideias mortas. Rio de Janeiro: Simões Editora, 1957. p. 88. (Adaptado).
A Escola Eleática, representada por Parmênides, Zenão e Melisso, se notabiliza por uma doutrina que separa o saber da verdade (alétheia) do saber da opinião (dóxa). O saber da verdade é aquele que busca aquilo que é, ou seja, o Ser, que é uno, imutável, eterno e incorruptível. A opinião se sustenta no conhecimento sensível e na concepção de mudança e movimento das coisas. Portanto, a crítica ganha um caráter central na doutrina dos eleatas. Isso posto, na perspectiva de Nogueira,
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