Homem de 43 anos apresenta quadro de cefaleia holocraniana súbita e intensa de 15 horas de evolução. Nega fraqueza associada, visão dupla, tontura, náusea, vômito ou fono/fotofobia. Não há histórico prévio de cefaleia. Exame físico: consciente, orientado, referindo cefaleia intensa; pressão arterial: 144 × 90 mmHg; temperatura: 37,2 ºC; o exame neurológico é negativo para déficit motor focal ou déficit sensorial; não se observa rigidez na nuca; nervos cranianos estão intactos. A tomografia de crânio sem contraste é negativa para isquemia ou hemorragia.
Qual é a próxima intervenção mais adequada?