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A partir da década de 1990, George Marcus passou a se interessar
pelo método da etnografia multissituada. Segundo o antropólogo,
um dos problemas desse procedimento metodológico é entendêlo de forma literal como a reprodução e multiplicação do sítios de
pesquisa.
Assinale a opção que apresenta o sentido da etnografia multissituada.
Assinale a opção que apresenta o sentido da etnografia multissituada.
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“Alguns diziam que era por os porcos serem impuros; outros, por
serem sagrados. Isto (...) indica um estado nebuloso do
pensamento religioso que ainda não distingue claramente as
noções de sagrado e de impuro misturando-as numa espécie de
solução difusa à qual damos o nome de tabu.”
(Frazer, James. Spirits of the Corn and of the Wild, II, p.23)
Em 1966 a antropóloga Mary Douglas publicou o livro “Pureza e perigo” no qual analisa regras de poluição e interdição entre diferentes grupos. Nesse livro, a relação entre puro e impuro está baseada em
Em 1966 a antropóloga Mary Douglas publicou o livro “Pureza e perigo” no qual analisa regras de poluição e interdição entre diferentes grupos. Nesse livro, a relação entre puro e impuro está baseada em
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O edital de 2012 de um dos programas do Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) contemplou, entre outros, o
projeto “Jane Ypi - Documentação dos saberes Wajãpi sobre a
formação da Terra e da Humanidade”. Segundo o site do IPHAN, o
projeto é apresentado da seguinte forma:
“Mapeamento e registro de saberes orais a respeito dos vestígios que os Wajãpi interpretam como marcas do “começo do mundo”, ou seja, vestígios deixados pelos primeiros habitantes desta terra, quando todos eram “como gente” e que eles denominam como “Jane Ypy” (nossas origens). Estes vestígios podem ser entendidos – na nossa tradição científica – como sítios arqueológicos de diferentes naturezas ou ainda como estruturas paisagísticas ou sinais de transformações ecológicas, mas são interpretados pelos Wajãpi como sinais das transformações sucessivas que ocorreram na longa e complexa história de relações entre demiurgoscriadores, humanos e não humanos”. (http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1175/)
Assinale a opção que apresenta o programa do IPHAN que contemplou o projeto Jane Ypi.
“Mapeamento e registro de saberes orais a respeito dos vestígios que os Wajãpi interpretam como marcas do “começo do mundo”, ou seja, vestígios deixados pelos primeiros habitantes desta terra, quando todos eram “como gente” e que eles denominam como “Jane Ypy” (nossas origens). Estes vestígios podem ser entendidos – na nossa tradição científica – como sítios arqueológicos de diferentes naturezas ou ainda como estruturas paisagísticas ou sinais de transformações ecológicas, mas são interpretados pelos Wajãpi como sinais das transformações sucessivas que ocorreram na longa e complexa história de relações entre demiurgoscriadores, humanos e não humanos”. (http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1175/)
Assinale a opção que apresenta o programa do IPHAN que contemplou o projeto Jane Ypi.
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O antropólogo inglês Peter Gow tem uma vasta trajetória de
pesquisa com o grupo indígena amazônico Piro. Em um artigo
intitulado “O parentesco como consciência humana: o caso dos
Piro”, Gow afirma:
“(…) analiso o sistema de parentesco dos Piro da Amazônia peruana como um sistema autopoiético, isto é, como um sistema que gera suas próprias condições de existência. Meu argumento é que o parentesco piro emerge espontaneamente do interior das estruturas da consciência humana (…)” (Gow, P.. (1997). O parentesco como consciência humana: o caso dos piro. Mana, 3(2), 39–65.)
A proposta de Peter Gow está alinhada com a de outros autores da etnologia contemporânea. Para esses autores, o modo de organização do parentesco dos grupos amazônicos são determinados
“(…) analiso o sistema de parentesco dos Piro da Amazônia peruana como um sistema autopoiético, isto é, como um sistema que gera suas próprias condições de existência. Meu argumento é que o parentesco piro emerge espontaneamente do interior das estruturas da consciência humana (…)” (Gow, P.. (1997). O parentesco como consciência humana: o caso dos piro. Mana, 3(2), 39–65.)
A proposta de Peter Gow está alinhada com a de outros autores da etnologia contemporânea. Para esses autores, o modo de organização do parentesco dos grupos amazônicos são determinados
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Em 11 de dezembro de 2014, a matéria intitulada "Vinte litros de
chá do Santo Daime são apreendidos em aeroporto do RJ”
estampou a página do Portal G1. Diz um trecho da matéria:
“Vinte litros de chá do Santo Daime, que contém a substância alucinógena ayahuasca e é usado em rituais religiosos, foram apreendidos pela Receita Federal e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nesta quarta-feira (10), no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão”.
Esse episódio evidenciou uma controvérsia cultural entre a Lei de Drogas e os usos tradicionais da ayahuasca. Entre as estratégias políticas de grupos indígenas contra a criminalização de sua prática ritual, é correto citar
“Vinte litros de chá do Santo Daime, que contém a substância alucinógena ayahuasca e é usado em rituais religiosos, foram apreendidos pela Receita Federal e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nesta quarta-feira (10), no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão”.
Esse episódio evidenciou uma controvérsia cultural entre a Lei de Drogas e os usos tradicionais da ayahuasca. Entre as estratégias políticas de grupos indígenas contra a criminalização de sua prática ritual, é correto citar
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No livro “Os ritos de passagem”, Arnold Van Gennep distingue os
ritos de passagem em três categorias: ritos de separação, ritos de
margem e ritos de agregação.
Na segunda metade do século XX, um antropólogo britânico retomou o diálogo com Van Gennep e tornou-se um dos nomes mais expoentes dos estudos dos rituais.
Esse autor foi
Na segunda metade do século XX, um antropólogo britânico retomou o diálogo com Van Gennep e tornou-se um dos nomes mais expoentes dos estudos dos rituais.
Esse autor foi
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“Contra seu jovem adversário, ele sustentou veementemente que
o social não era um domínio especial da realidade, e sim um
princípio de conexões; que não havia motivo para separar o social
de outras associações (...)”. (Latour, Bruno. Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede. Salvador:
EDUFBA, 2012, p.33)
No livro “Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede”, Bruno Latour estabelece uma distinção entre a sociologia do social e a sociologia das associações. Para elaborar sua proposta teórico-metodológica, Bruno Latour critica um autor clássico e dialoga com outro.
Esses autores são, respectivamente,
No livro “Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator rede”, Bruno Latour estabelece uma distinção entre a sociologia do social e a sociologia das associações. Para elaborar sua proposta teórico-metodológica, Bruno Latour critica um autor clássico e dialoga com outro.
Esses autores são, respectivamente,
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É famosa a formulação do antropólogo estadunidense Roy Wagner
de que “a antropologia é o estudo do homem como se houvesse
cultura”.
Com essa proposição, o autor se refere à
Com essa proposição, o autor se refere à
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Na segunda metade do século XX, a antropologia estadunidense
foi renovada, entre outras, pelas contribuições do que ficou
conhecido como virada interpretativista. Nessa perspectiva,
estimulou-se a produção de etnografias como uma "descrição
densa" das realidades estudadas.
Assinale a opção que indica o nome do autor da virada interpretativista que disseminou a ideia da etnografia como descrição densa.
Assinale a opção que indica o nome do autor da virada interpretativista que disseminou a ideia da etnografia como descrição densa.
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“O que sempre vemos e encontramos pode ser familiar mas não é
necessariamente conhecido e o que não vemos e encontramos
pode ser exótico mas, até certo ponto, conhecido”. (Velho, Gilberto. Observando o familiar. In: NUNES, Edson de Oliveira (org.).
“A aventura sociológica: objetividade, paixão, improviso e método na pesquisa
social”. RJ: Zahar, 1978, p.126).
Neste trecho, Gilberto Velho discute a seguinte premissa do trabalho etnográfico:
Neste trecho, Gilberto Velho discute a seguinte premissa do trabalho etnográfico:
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