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4007093 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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O projeto arquitetônico eficiente deve responder adequadamente à trajetória solar para minimizar o ganho térmico no verão e maximizá-lo no inverno (em climas temperados) ou controlar a insolação excessiva nos trópicos. Considerando uma edificação localizada em uma cidade brasileira na latitude 23°S (Trópico de Capricórnio), assinale a alternativa correta sobre as estratégias de proteção solar (brises).
 

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4007072 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.

Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.

Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.

Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.

Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.

É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.

E, o mais importante, permite que o vento circule.

Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.

Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.

É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só.

Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.

Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.



"Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó."

Considerando o texto-base, é correto afirmar que o reaparecimento do cobogó na arquitetura contemporânea está relacionado principalmente:
 

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4007071 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.

Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.

Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.

Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.

Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.

É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.

E, o mais importante, permite que o vento circule.

Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.

Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.

É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só.

Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.

Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.



"No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor."

De acordo com o texto-base, a comparação feita pelo autor entre a caixa-d'água de Olinda e os prédios modernos de cidades como Recife indica que:
 

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3976240 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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Em projetos de paisagismo urbano, a especificação de pisos drenantes é essencial para o controle da microdrenagem e redução da impermeabilização.

Assinale a alternativa que apresenta uma característica técnica correta dos pisos drenantes em áreas externas.
 

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3976239 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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A arquitetura da cidade de Paris constitui um dos exemplos mais complexos e paradigmáticos de construção urbana contínua no Ocidente. Sobre esse assunto, julgue as afirmativas abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).

(__) Do ponto de vista morfogenético, Paris apresenta uma transformação que pode ser lida a partir de três grandes matrizes estruturantes, sendo que a primeira corresponde ao núcleo grego e medieval, caracterizado por traçados orgânicos, ruas largas, parcelamento regular e forte relação entre edificação e espaço público. 
(__) Do ponto de vista tipológico, Paris é marcada pela forte predominância da edificação em alinhamento contínuo, com pátios internos, uso misto e clara distinção entre espaços públicos e privados. Essa tipologia contribui para a densidade urbana equilibrada, favorece a caminhabilidade e sustenta uma intensa vida urbana.
(__) Sob o aspecto simbólico e político, a arquitetura parisiense opera como instrumento de representação do Estado, da nação e da cultura. Monumentos, eixos visuais e praças cerimoniais organizam uma geografia do poder, na qual o espaço construído comunica valores como centralidade, permanência e ordem.

A sequência correta é:
 

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3976236 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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Durante o levantamento de danos em uma igreja barroca tombada, foram identificadas pinturas murais com repintura em tinta PVA e regiões com destacamento do suporte de argamassa. A equipe técnica planeja uma intervenção de restauro conforme os princípios da reversibilidade, mínima intervenção e reconhecimento da autenticidade da obra.

Considerando as diretrizes internacionais e as técnicas tradicionais de restauração, qual procedimento é tecnicamente correto nessa situação?
 

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3976235 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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A arquitetura brasileira do século XX apresenta rupturas e continuidades em relação às matrizes coloniais e aos modelos internacionais.

Assinale a alternativa que corretamente caracteriza essa adaptação do modernismo à realidade brasileira.
 

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3976233 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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Na produção de habitações populares, a escolha da tipologia e do sistema construtivo deve respeitar critérios de eficiência, economia e habitabilidade. Dentre as alternativas, qual solução atende corretamente a esses critérios, sendo amplamente utilizada em programas federais de habitação popular?
 

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3976231 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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Na representação gráfica de projetos arquitetônicos, a ABNT NBR 6492:2021 determina critérios para cortes, plantas e elevações. O correto posicionamento dos elementos gráficos garante a leitura técnica e a compatibilidade entre disciplinas.

Conforme a norma, a linha de corte deve:
 

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3976230 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Alto Alegre Parecis-RO
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Em projeto de habitação de interesse social situado na Zona Bioclimática 3 do Brasil, o arquiteto propôs estratégias passivas para conforto térmico. A escolha do sistema de cobertura influencia diretamente o desempenho da edificação nesse tipo de clima.

De acordo com a norma de zoneamento bioclimático brasileiro (ABNT NBR 15220), é correto adotar:
 

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