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(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A moradia em questão está isolada em um lote unifamiliar, com recuos laterais de 2,00 m de cada lado. As quatro janelas dos ambientes de permanência prolongada apresentam áreas de ventilação de dimensões similares. A fachada lateral esquerda do desenho, na qual está situada a janela do banheiro, está voltada para a direção de origem dos ventos dominantes na região, o que dificulta a ventilação induzida pela pressão desses ventos dominantes.
Para superar a dificuldade de ventilação, pretende-se criar uma solução na qual, com as portas externas fechadas e as portas internas abertas, seja possível melhorar as condições de renovação do ar em todos os ambientes internos de permanência prolongada, por efeito de diferença de pressão do ar entre aberturas. Para isso, foi disponibilizado recurso suficiente para implantar dois painéis treliçados de largura 3,60 m e altura 2,60 m, para colocação de vegetação trepadeira, projetados de modo a servir de anteparo para o vento.
Dentre as alternativas, esses painéis seriam, teoricamente, mais eficientes se implantados perpendicularmente às fachadas
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Uma fachada de edifício está voltada exatamente para o sul geográfico. O edifício situa-se aproximadamente na latitude correspondente ao Trópico de Capricórnio, 23º27’S, em um ambiente típico de áreas urbanas de algumas cidades médias do interior paulista, pouco sombreado por vegetação ou por edifícios altos, e a fachada sul está voltada para a rua. Não há no entorno superfícies envidraçadas ou espelhadas significativas. Em um dia ensolarado e quente, entre o equinócio de outono e o equinócio de primavera, essa fachada receberá quantidades significativas somente de radiação solar
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A definição dos materiais da envoltória de determinada edificação envolverá, entre outros aspectos, considerações quanto ao isolamento térmico de elementos de cobertura. Ao mesmo tempo, as simulações de balanço térmico dos ambientes construídos indicam ainda a conveniência de se trabalhar com a inércia térmica em paredes, dado que o local apresenta clima quente e seco. Os requisitos de (i) isolamento térmico e de (ii) inércia térmica correspondem, respectivamente, mais diretamente ao controle das variáveis
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No projeto de um edifício destinado a unidade de ensino superior, cogita-se utilizar, em determinados espaços administrativos e em alguns laboratórios, situados no segundo e no terceiro pavimentos, soluções em piso elevado. Tais soluções apresentam como vantagens e desvantagens, respectivamente,
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Uma universidade pública paulista irá contratar um conjunto de reformas de vários ambientes em diferentes unidades, compreendendo dois tipos de intervenção nas edificações: o tipo A prevê a alteração de áreas da edificação, o acréscimo de aberturas e novas instalações, a alteração de diferentes sistemas – instalações hidráulico- -sanitárias, elétricas, de gás, dados e comunicações, ar condicionado, sistemas de automação e outras, além da impermeabilização de coberturas. O tipo B, embora trabalhe com as instalações prediais listadas para o tipo A, deverá manter as características originais dessas instalações. Para a execução de reformas do tipo A, a normatização técnica aplicável recomenda que sejam contratadas, para cada tipo de instalação, organizações ou profissional liberal que exerça função na qual são exigidas qualificação e competência técnica específica, conforme normatização aplicável. Para as do tipo B, organização ou pessoa que tenha recebido capacitação, orientação e responsabilidade de profissional e que trabalhe sob responsabilidade de profissional habilitado.
Tais requisitos, aplicáveis ao tipo A e ao tipo B, respectivamente, correspondem à definição, em norma, de empresas
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Considere a situação a seguir, que representa uma área de atendimento ao público.

(Manual de Padrão de Ocupação e Dimensionamento de
Ambientes em Imóveis Institucionais da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional)
Com base nas convenções de desenho técnico para representação em planta, a figura pode ser associada a um espaço em que, internamente,
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No projeto de um edifício administrativo, prevê-se que parte do andar térreo será ocupada por vagas de estacionamento. A geometria do andar, em especial no que diz respeito ao espaço total disponível para o estacionamento e ao posicionamento de pilares, já está definida, restando quantificar o número de vagas cobertas que será possível implantar nesse espaço, para que possa ser dimensionado o restante do estacionamento, fora do edifício. Para isso, a chefia do setor de arquitetura solicitou que seja determinado o espaço necessário para que um veículo faça as curvas no percurso entre a entrada e saída do estacionamento e os corredores de acesso, previstos no layout inicial.
As condições do problema são: quatro fileiras de vagas, com vagas a 90º em relação aos acessos; dois corredores de acesso às vagas, paralelos entre si; mão única de direção nos acessos às vagas e ao estacionamento; percurso com alguma sinuosidade e que envolve curvas de até 90º, sempre para a direita; acesso de veículos de passeio, somente, até o tamanho grande (uma SUV, por exemplo), que deverá ser utilizado como veículo padrão para o estudo; baixíssima velocidade nos trechos em curva, podendo, para fins do estudo das mudanças de direção, considerar que o veículo está praticamente parado e, podendo-se também desprezar efeitos de aceleração centrífuga, derrapagem do veículo ou habilidade na condução do veículo.
O problema, então, é determinar, ao longo da trajetória do veículo em curva, qual o espaço ocupado pelo veículo, a partir do qual será definida a geometria da curva. Esse espaço corresponde à largura entre as trajetórias dos pneus mais a sobrelargura correspondente ao deslocamento das extremidades do veículo. Nessas condições, os pontos da trajetória do veículo correspondentes aos raios das curvas que delimitam teoricamente esse espaço, (i) externamente e (ii) internamente, serão definidos, respectivamente, pelo canto externo
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O projeto de um edifício de uso educacional, a ser executado em cidade do interior paulista, é formado por duas lâminas de dois pavimentos, térreo e superior, com 25 m de comprimento, paralelas entre si, situadas no mesmo plano, distando 35 m uma da outra. A estrutura, formada por lajes planas maciças, vigas de seção retangular e pilares de seção retangular, será executada em concreto armado moldado in loco. Por conta das cargas elevadas previstas devido a usos específicos das lâminas e das características do subsolo, que apresenta características homogêneas em termos de resultados de sondagens, foram definidas fundações profundas em estacas pré-moldadas. As vigas longitudinais das lâminas (vigas do tipo A) são vigas transversais às lâminas (vigas do tipo B) serão biapoiadas, vencendo vão de 7,20 m, com balanços de 1,80 m nas faces voltadas para o entorno, sem balanços nas faces voltadas para o espaço entre as lâminas. Uma estrutura de 35 x 10 m, colocada logo acima do nível da cobertura das lâminas, ligando-as uma à outra, vence o vão de 35 m apoiada apenas em pilares incorporados às duas lâminas, sendo estruturada por vigas também isostáticas (vigas tipo C). Essa estrutura é formada por uma laje plana maciça estruturada por uma malha de três vigas longitudinais (as vigas tipo C) e por vigas transversais – nas bordas e mais duas em posições intermediárias ao longo do vão maior. Na concepção estrutural, prevê-se que as vigas do tipo C sejam concretadas juntamente com os pilares que lhes dão apoio, sem necessidade de aparelhos de apoio. Já no caso das vigas do tipo C, o partido arquitetônico, inspirado em obras da arquitetura paulista, de Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha, propõe destacar volumetricamente a viga, minimizando, como volumetria, os pontos de apoio. Para isso, em um dos lados da estrutura, as vigas de tipo C serão apoiadas em aparelhos de apoio de neoprene, travados de modo a não permitir movimentação horizontal, apenas o giro, e, no outro apoio, em roletes que permitirão tanto o giro quanto a movimentação horizontal na direção do eixo da viga.
Tal diferença entre vigas do tipo B e vigas do tipo C, quanto à solução nos apoios, deve-se principalmente
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No condicionamento acústico de auditórios, uma solução que se emprega – por exemplo, em projetos como o da Sala São Paulo –, é recorrer a partes móveis que alteram o volume do ambiente. Em outros casos, controlam-se as características de reflexão/absorção acústica das superfícies internas do auditório. Alterando-se essas variáveis, é possível adequar um auditório às diferentes necessidades de clareza e inteligibilidade características das diferentes atividades – que empregam voz humana, música de pequenos conjuntos, música orquestral e outras, amplificadas ou não –, em termos dos requisitos de
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Um projeto de edificação em quatro pavimentos está sendo concebido para uso por uma unidade de ensino de uma universidade pública paulista. A estrutura, em concreto armado moldado in loco, é constituída por lajes maciças, vigas de seção retangular e pilares de seção circular, apresentando uma malha regular de 7,20 x 7,20 m entre eixos de pilares, com três eixos longitudinais. Foram previstos balanços de 1,60 m na direção transversal, que alojarão a circulação horizontal dos pavimentos. Em um trecho dessa malha, para abrigar um auditório no pavimento térreo, prevê-se um grande vão estrutural – da ordem de 14,40 m na direção transversal, mantido o espaçamento entre pilares na outra direção. Em uma primeira versão do estudo preliminar desse projeto, a distribuição de usos previa que o acervo da biblioteca ficaria no primeiro andar do prédio, nesse trecho sobre o auditório. Avaliando essa primeira proposta, a equipe de engenharia questionou essa decisão, argumentando que a equipe de arquitetura deveria considerar os impactos dessa solução sobre a economicidade da estrutura, em uma avaliação estrutural preliminar, para a qual essa equipe estava profissionalmente habilitada.
Tal avaliação estrutural preliminar levaria em conta, para o equacionamento do problema descrito, que (i) os momentos fletores M máximos e (ii) as cortantes V máximas serão proporcionais, respectivamente, ao resultado da multiplicação dessa carga linear pelo
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