Foram encontradas 6.249 questões.
Provas
( ) A obtenção de concentrado de plaquetas pode ocorrer tanto pela separação de sangue total quanto por plaquetaférese, sendo este último método preferido em pacientes que necessitam de transfusões repetidas, pois reduz o risco de aloimunização.
( ) A albumina humana, obtida por fracionamento do plasma, é considerada um hemoderivado e pode ser indicada na expansão volêmica de pacientes cirúrgicos em choque hemorrágico agudo, como substituto de hemácias.
( ) A plasmaférese terapêutica pode ser utilizada em situações específicas, como Púrpura Trombocitopênica Trombótica (PTT) e síndrome de Guillain-Barré, constituindo uma modalidade de aférese de uso clínico especializado.
( ) Em transfusões perioperatórias, o uso de hemocomponentes deve estar alinhado a protocolos de conservação sanguínea, como recuperação intraoperatória de hemácias e uso de antifibrinolíticos, reduzindo a exposição a transfusões alogênicas desnecessárias.
( ) Durante cirurgias eletivas, a transfusão de hemácias está indicada de forma profilática para todos os pacientes com níveis de hemoglobina <12 g/dL, independentemente da clínica ou do tipo de procedimento cirúrgico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
I. Pacientes com esferocitose hereditária podem necessitar de transfusões periódicas de hemácias, devendo-se priorizar concentrados fenotipados e leucorreduzidos, pela possibilidade de aloimunização eritrocitária.
II. Durante e após o TMO, todas as hemácias e plaquetas devem ser irradiadas para prevenir reação enxerto versus hospedeiro associada à transfusão.
III. A esplenectomia prévia reduz o risco de aloimunização transfusional, dispensando a necessidade de fenotipagem estendida dos hemocomponentes.
IV. O suporte transfusional plaquetário no TMO segue protocolos gerais, com transfusão profilática indicada quando contagens <10.000/µL, ou em níveis superiores na presença de sangramento ou fatores de risco adicionais.
V. Em pacientes submetidos a múltiplas transfusões, a sobrecarga de ferro deve ser monitorada, e pode ser necessária terapia quelante, mesmo após o transplante.
Quais estão corretas?
Provas
Provas
• Sorologia: anti-HIV, anti-HCV e HBsAg reagentes em teste inicial; exames confirmatórios pendentes.
• Imunoensaios detectaram anticorpos irregulares múltiplos: anti-C, anti-E e anti-K.
• Testes de biologia molecular indicaram ausência do gene para RhC e presença de RhE e K.
• Provas cruzadas: incompatibilidade parcial com hemácias ABO/RhD comuns.
• Histórico de múltiplas transfusões prévias, sem reações agudas.
Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta a conduta transfusional segura mais adequada.
Provas
Um laboratório de análises clínicas recebe amostras de pacientes com suspeita de infecção por patógenos de alto risco biológico.
situações:
• O técnico manipulou amostras sem avental impermeável, luvas e máscara, mas dentro da Cabine de Segurança Biológica Classe II.
• Um mapa de risco atualizado indicou as áreas de risco biológico, químico e físico, mas os resíduos infectantes estavam sendo temporariamente armazenados em sacos plásticos comuns antes do descarte final.
• Instrumentos reutilizáveis perfurocortantes foram limpos com álcool 70% e hipoclorito a 0,5%, mas não passaram por esterilização em autoclave.
• Durante procedimentos de centrifugação, houve produção de aerossóis; não foi utilizado protocolo de contenção adicional, como tampa de rotor ou cabine de segurança.
Sobre as situações acima, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O uso de EPIs é indispensável, mesmo dentro da cabine de segurança biológica.
( ) O mapa de risco atualizado substitui o gerenciamento de resíduos infectantes.
( ) A desinfecção química com álcool 70% ou hipoclorito é suficiente para instrumentos perfurocortantes reutilizáveis, não sendo necessária a esterilização em autoclave.
( ) Procedimentos geradores de aerossóis, como centrifugação, exigem protocolos adicionais de contenção.
( ) Resíduos infectantes devem ser armazenados em recipientes rígidos, lacrados e sinalizados, independentemente da presença de mapa de risco ou sinalização.
Provas
I. Em pacientes com hemoglobinopatias submetidos a cirurgia eletiva, o objetivo da transfusão pré-operatória pode ser tanto aumentar o nível de hemoglobina quanto reduzir a proporção de hemoglobina S circulante a fim de prevenir crises vaso-oclusivas e complicações anestésicas.
II. A estratégia transfusional pode incluir transfusão simples ou eritrocitaférese, sendo esta última preferida em cirurgias de maior risco, por possibilitar redução mais eficaz da HbS sem elevação excessiva da viscosidade sanguínea.
III. Em transfusões perioperatórias, a escolha de hemocomponentes deve priorizar concentrado de hemácias O RhD compatíveis, sem necessidade de fenotipagem estendida, uma vez que o risco de aloimunização é baixo em pacientes falciformes jovens.
IV. O uso criterioso da transfusão durante o ato cirúrgico deve considerar protocolos de conservação sanguínea, como recuperação intraoperatória de hemácias, uso de antifibrinolíticos e monitoramento da coagulação, alinhando-se a boas práticas transfusionais.
Quais estão corretas?
Provas
• ABO: O. • RhD: positivo. • Kell: negativo. • Duffy: Fy(a–). • Kidd: Jk(b+).
Considerando o diagnóstico e tratamento das anemias, a prevenção de complicações transfusionais, a coleta e processamento do sangue, e o risco de infecções transmitidas por transfusão, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. A principal finalidade da fenotipagem eritrocitária em pacientes politransfundidos é selecionar hemocomponentes mais compatíveis, reduzindo risco de aloimunização e reações hemolíticas.
II. O hemocomponente mais seguro para João é o concentrado de hemácias O positivo, Kell-negativas, compatíveis nos sistemas Duffy e Kidd, devidamente testado e processado conforme as normas de biossegurança.
III. Além da aloimunização, pacientes com hemoglobinopatias submetidos a transfusões crônicas devem ser monitorados quanto a infecções transmitidas por transfusão, incluindo agentes emergentes.
Provas
I. A desleucocitação tem como principal finalidade reduzir a contaminação por leucócitos, diminuindo a ocorrência de reações febris não hemolíticas, aloimunização contra antígenos HLA e a transmissão de citomegalovírus, sendo especialmente recomendada em pacientes politransfundidos, em transplante de medula óssea e em portadores de hemoglobinopatias como a talassemia major.
II. A irradiação de hemocomponentes inativa a capacidade proliferativa dos linfócitos T do doador, prevenindo a doença do enxerto contra o hospedeiro associada à transfusão (DECH-AT). Essa indicação é mandatória em pacientes imunossuprimidos, RNs prematuros, em casos de transfusão intrauterina, transplante de células-tronco hematopoiéticas e no tratamento de algumas coagulopatias hereditárias.
III. Ambos os procedimentos são aplicados de modo rotineiro em qualquer transfusão de hemocomponentes, independentemente do risco clínico do receptor, já que sua utilização não impacta no custo-benefício do processo transfusional.
Provas
• Qual(is) anticorpo(s) materno(s) presente(s) está(ão) mais associado(s) a anemia fetal grave?
• Maria está em risco de desenvolver DHF/DHRN em seu feto?
• Qual é a principal consequência da destruição hemolítica das hemácias fetais e qual exame deve ser monitorado no RN?
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
Provas
Caderno Container