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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
A preponderância dos Estados Unidos da América (EUA)
em quase todo o mundo teve início após a Primeira Guerra
Mundial. A Segunda Guerra acentuou essa tendência. Sua
hegemonia manifestou-se principalmente no campo econômico.
Seu comércio estendeu-se praticamente a todas as nações do
mundo. Seus capitais afluíram para grande número de países, onde
foram investidos nas mais diferentes atividades lucrativas. O
regime político norte-americano é liberal e democrático,
preservando as liberdades individual, de expressão e religiosa. Na
condição de superpotência militar, os EUA dividiram com a União
das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) a liderança mundial
até os anos 80, assumindo a liderança absoluta nos anos 90,
expressa nas intervenções periódicas e sistemáticas em outros
países.
José Jobson Arruda. Nova história moderna e contemporânea. Bauru: EDUSC, São Paulo: Bandeirantes Gráfica, 2004, p. 58 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário histórico do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.
Entre as duas guerras mundiais do século XX, foi marcante a ascensão dos regimes totalitários: à esquerda, avançava a experiência do stalinismo soviético e, à direita, multiplicavam-se os regimes fascistas, cujos maiores símbolos europeus foram a Itália e a Alemanha.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ABIN
A preponderância dos Estados Unidos da América (EUA)
em quase todo o mundo teve início após a Primeira Guerra
Mundial. A Segunda Guerra acentuou essa tendência. Sua
hegemonia manifestou-se principalmente no campo econômico.
Seu comércio estendeu-se praticamente a todas as nações do
mundo. Seus capitais afluíram para grande número de países, onde
foram investidos nas mais diferentes atividades lucrativas. O
regime político norte-americano é liberal e democrático,
preservando as liberdades individual, de expressão e religiosa. Na
condição de superpotência militar, os EUA dividiram com a União
das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) a liderança mundial
até os anos 80, assumindo a liderança absoluta nos anos 90,
expressa nas intervenções periódicas e sistemáticas em outros
países.
José Jobson Arruda. Nova história moderna e contemporânea. Bauru: EDUSC, São Paulo: Bandeirantes Gráfica, 2004, p. 58 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário histórico do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.
Entre os fatores determinantes da Grande Guerra de 1914 situam-se as disputas entre potências imperialistas e o extremado nacionalismo. No pós-guerra, acentuaram-se os problemas econômicos e sociais e, especialmente no caso da Europa, os regimes liberais entraram em crise profunda.
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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Sob o prisma econômico-social, o regime militar instaurado em 1964 foi coerente em seu propósito de desmontar a herança getulista. Com Geisel, especialmente, os militares afastaram qualquer veleidade de se imaginar o Estado como empresário ou indutor do desenvolvimento, deixando à iniciativa privada o caminho livre para seus investimentos.
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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Infere-se do texto que, sem embargo de sua importância conjuntural, o legado da Era Vargas é menos denso do que se supõe, razão pela qual foi rapidamente suprimido quando sobrevieram as novas condições históricas do final do século XX.
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liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Ao mencionar a derrota do histórico trabalhista Leonel Brizola nas eleições presidenciais de 1989, as primeiras diretas desde 1960, o texto fala das duas personagens que o derrotaram, definindo-as como visivelmente pós-Vargas, apesar de suas origens opostas. Claro está que o texto se reporta a Fernando Collor e a Luiz Inácio Lula da Silva.
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Nas pesquisas recentes para avaliar quem foi a maior
liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Herdeiro político de Vargas, o presidente João Goulart foi deposto em 1964. Em certa medida, muitas das forças políticas que o depuseram foram praticamente as mesmas que tentaram destituir Getúlio dez anos antes, em golpe frustrado pelo suicídio do presidente que se recusava a ser afastado do poder pela segunda vez.
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liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
A popularidade de JK, mencionada no texto, decorreu de sua política desenvolvimentista de fundo radicalmente nacionalista, o que explica seu rompimento com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e as dificuldades por ele impostas à presença do capital estrangeiro no Brasil.
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ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Quando se refere à “tragédia de sua morte”, o texto se reporta ao célebre crime da Rua Tonelero, ocorrido há cinqüenta anos. Certamente, o atentado, que matou o jornalista Carlos Lacerda, selou o fim imediato do governo Vargas.
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liderança política do Brasil do século XX, o nome de Vargas
apareceu, com alguma surpresa, em segundo lugar. Em primeiro
ficou JK, mais ligado à confiança no Brasil e à promessa de um
desenvolvimento sem conflitos, com democracia e liberdade para
todos. Vargas, ao contrário, apesar do amor que lhe devotaram os
pobres, graças à legislação trabalhista, e da tragédia de sua morte,
em nome da bandeira nacionalista, deixou também como herança
grandes inimigos, identificados com a oposição à ditadura do
Estado Novo. É preciso reconhecer que Vargas foi o grande
organizador do Estado brasileiro e o coordenador do pacto social
que prevaleceu praticamente intocável durante mais de 50 anos.
Podemos decretar o fim da era Vargas nas eleições de 1989 para a
Presidência da República, nas quais o grande favorito era Leonel
Brizola, derrotado no primeiro turno por dois novos personagens,
oriundos de um ambiente político antagônico, mas, visivelmente,
pós-Vargas. No entanto, mais surpreendente do que sua duração,
é o tempo que estamos gastando para desconstruir o seu legado.
Aspásia Camargo. Era Vargas chegou ao final com as eleições de 1989. In: Folha de S. Paulo (Especial 50 anos da morte de Vargas), 22/8/2004, p. A8 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, além de aspectos significativos da história republicana brasileira, julgue os itens que se seguem.
Apesar da identidade ideológica entre o Estado Novo e os princípios vitoriosos na Segunda Guerra, o fim do conflito tornou insustentável a permanência de Vargas no poder, favorecendo a mobilização popular que o derrubou.
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