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A ADAGRI anunciou, no mês de abril, que o Ceará é um
estado livre da sigatoka negra. Essa é a principal doença da
bananeira e é ocasionada por um fungo que está sendo alvo de
projeto de pesquisa da EMBRAPA Amazônia Ocidental
(Manaus - AM) que visa avaliar a variabilidade genética desse fungo
utilizando marcadores genéticos do tipo microssatélites.
Microssatélites são regiões do genoma eucarioto que apresentam
repetições de uma sequência cerne (sequência motivo) com número
variável. O número de alelos geralmente é alto para essas sequências
genômicas.

Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue os itens
subsequentes.
Para avaliar a variabilidade do fungo utilizando marcadores do tipo microssatélites, como prevê o projeto de pesquisa da EMBRAPA, o primeiro passo é obter o material genético desse fungo.estado livre da sigatoka negra. Essa é a principal doença da
bananeira e é ocasionada por um fungo que está sendo alvo de
projeto de pesquisa da EMBRAPA Amazônia Ocidental
(Manaus - AM) que visa avaliar a variabilidade genética desse fungo
utilizando marcadores genéticos do tipo microssatélites.
Microssatélites são regiões do genoma eucarioto que apresentam
repetições de uma sequência cerne (sequência motivo) com número
variável. O número de alelos geralmente é alto para essas sequências
genômicas.
Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue os itens
subsequentes.
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- Biologia CelularCitologiaCiclo CelularNúcleo interfásico e código genético
- Moléculas, células e tecidos
A ADAGRI anunciou, no mês de abril, que o Ceará é um
estado livre da sigatoka negra. Essa é a principal doença da
bananeira e é ocasionada por um fungo que está sendo alvo de
projeto de pesquisa da EMBRAPA Amazônia Ocidental
(Manaus - AM) que visa avaliar a variabilidade genética desse fungo
utilizando marcadores genéticos do tipo microssatélites.
Microssatélites são regiões do genoma eucarioto que apresentam
repetições de uma sequência cerne (sequência motivo) com número
variável. O número de alelos geralmente é alto para essas sequências
genômicas.

Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue os itens
subsequentes.
Os alelos mencionados no texto são formas alternativas de genes que produzem proteínas.estado livre da sigatoka negra. Essa é a principal doença da
bananeira e é ocasionada por um fungo que está sendo alvo de
projeto de pesquisa da EMBRAPA Amazônia Ocidental
(Manaus - AM) que visa avaliar a variabilidade genética desse fungo
utilizando marcadores genéticos do tipo microssatélites.
Microssatélites são regiões do genoma eucarioto que apresentam
repetições de uma sequência cerne (sequência motivo) com número
variável. O número de alelos geralmente é alto para essas sequências
genômicas.
Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue os itens
subsequentes.
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- Biologia CelularCitologiaCiclo CelularNúcleo interfásico e código genético
- Moléculas, células e tecidos
A ADAGRI anunciou, no mês de abril, que o Ceará é um
estado livre da sigatoka negra. Essa é a principal doença da
bananeira e é ocasionada por um fungo que está sendo alvo de
projeto de pesquisa da EMBRAPA Amazônia Ocidental
(Manaus - AM) que visa avaliar a variabilidade genética desse fungo
utilizando marcadores genéticos do tipo microssatélites.
Microssatélites são regiões do genoma eucarioto que apresentam
repetições de uma sequência cerne (sequência motivo) com número
variável. O número de alelos geralmente é alto para essas sequências
genômicas.

Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue os itens
subsequentes.
O genoma citado no texto é definido como o conjunto de genes de determinada espécie eucariota.estado livre da sigatoka negra. Essa é a principal doença da
bananeira e é ocasionada por um fungo que está sendo alvo de
projeto de pesquisa da EMBRAPA Amazônia Ocidental
(Manaus - AM) que visa avaliar a variabilidade genética desse fungo
utilizando marcadores genéticos do tipo microssatélites.
Microssatélites são regiões do genoma eucarioto que apresentam
repetições de uma sequência cerne (sequência motivo) com número
variável. O número de alelos geralmente é alto para essas sequências
genômicas.
Com relação ao assunto abordado no texto acima, julgue os itens
subsequentes.
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A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas.
Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.

Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
Uma das descobertas fundamentais que viabilizou o surgimento da engenharia genética foi a das enzimas de restrição, que são originalmente produtos gênicos de bactérias.Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.
Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
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A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas.
Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.

Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
Para se considerar que um organismo foi modificado por meio da engenharia genética, ele deve conter inserção de gene ativo proveniente de outra espécie.Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.
Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
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A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas.
Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.

Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
Se a técnica desenvolvida na UnB tiver sido aprovada em 2000 como patente de invenção, então esta patente continuará válida até 2020.Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.
Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
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A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas.
Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.

Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
A E. coli que contém o gene da pró-insulina humana é uma bactéria transgênica, pois possui material genético distinto do seu próprio material.Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.
Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
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A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas.
Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.

Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
Ambos os processos descritos para a produção de insulina são categorizados como biotecnológicos.Sua ausência ou deficiência no organismo, quando não tratada,
manifesta-se sob a forma de diabetes. Para suprir essa falta,
utiliza-se a insulina artificial, que pode ser produzida
industrialmente a partir do pâncreas suíno ou de
microrganismos modificados geneticamente. O método
tradicional de produção da insulina artificial utiliza o pâncreas
suíno como matéria-prima, porém são necessárias toneladas de
pâncreas para suprir a demanda. A utilização de
microrganismos modificados geneticamente iniciou-se em
2000 com uma metodologia desenvolvida na Universidade de
Brasília (UnB). Patenteada, a nova técnica consiste em
introduzir na bactéria E. coli o gene da pró-insulina humana,
precursor da insulina ativa, de forma que esta passe a produzir
o hormônio em grandes quantidades. Nos dois casos de
obtenção, são ainda utilizados processos industriais, como
fermentação, processamento e purificação do precursor para
obtenção de insulina recombinante ativa, no caso da utilização
de microrganismos modificados geneticamente, ou
congelamento e moagem do pâncreas e adição de uma solução
alcoólica para extração do hormônio seguida de várias etapas
de filtração e evaporação do álcool, entre outros processos, no
caso de obtenção a partir do pâncreas suíno.
Considerando as informações do texto acima, julgue os itens
de 98 a 102.
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A respeito do organograma apresentado na figura acima,
julgue os próximos itens.
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A respeito do organograma apresentado na figura acima,
julgue os próximos itens.
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