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De acordo com o Decreto número 10.283/2020, a ADAPS tem, exclusivamente, qual a estrutura?
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Assinale a alternativa correta que represente a obrigação da ADAPS.
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Na cláusula sétima da Resolução número 5/2021, no que dispõe sobre as diretrizes para o código de ética e de conduta da ADAPS, assinale a alternativa correta.
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Quanto ao Contrato de Gestão para o desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde, assinale a alternativa correta que corresponde à obrigação da ADAPS.
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Em agosto de 2007, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) divulgou seu posicionamento, ao difundir a ideia de que a Atenção Primária à Saúde (APS) deve ser parte integrante do desenvolvimento de sistemas de saúde e que é a melhor abordagem para produzir melhoras sustentáveis e equitativas na saúde das populações das Américas. Com base nesse enunciado, assinale a alternativa correta sobre a APS.
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O Anestesista
Há também as dores da alma que nenhuma cirurgia consegue curar. O medo, por exemplo, não pode ser amputado. Pena. Porque o medo paralisa a vida. Dominada pelo medo, a vida se encolhe, perde a capacidade de lutar, entrega-se à morte. Animais amedrontados se deixam matar sem um único gesto de defesa. E, pelo que sei, as pessoas têm muito medo da anestesia, medo que chega a beirar o pânico, mais medo da anestesia que da violência do ato cirúrgico. É que elas têm medo de dormir. Quem dorme está indefeso, à mercê. Quem está dormindo volta a ser criança. As crianças têm medo de dormir. Por isso elas choram, não querem dormir sozinhas, desejam alguém ao seu lado. Alguém que cuide delas enquanto elas dormem. As canções de ninar são para tirar o medo a fim de que o sono seja tranquilo.
A anestesia pode ser feita de duas formas. A primeira é a anestesia como ato técnico, científico, competente, ato que se executa sobre o corpo da pessoa que vai ser operada. A segunda é igual à primeira, acrescida de um cuidado maternal. O anestesista assume, então, a função do pai e da mãe que cantam canções para espantar o medo. Foi o Sérgio, meu filho, que me contou.
Conversamos muito sobre o que fazemos. E, como ele se orgulha do que faz, ele me conta. Contou-me sobre as visitas aos pacientes amedrontados, às vésperas da cirurgia. O objetivo dessa visita é técnico: checar o estado físico do paciente — pressão, coração, vias respiratórias, etc. Mas a pessoa que está ali é mais que um corpo. É um ser humano. Está com medo. Medo da dor. Medo da morte, pois nunca se pode ter certeza. É preciso espantar o medo para que a vida não se encolha. Mas o medo só sai quando se confia. Não é qualquer pessoa que tira o medo de dormir da criança. Há de ser alguém em quem ela confia. Essa pessoa, e somente ela, tem o poder de cantar uma canção de ninar. O anestesista se transforma então em mãe e pai: pega no colo a criança amedrontada — diante da cirurgia, todos nós somos crianças!
Disponível em: . Acesso em: 8 set. 2022, com adaptações.
No que se refere às construções morfossintáticas e aos mecanismos responsáveis pela coesão do texto, assinale a alternativa correta.
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O Anestesista
Há também as dores da alma que nenhuma cirurgia consegue curar. O medo, por exemplo, não pode ser amputado. Pena. Porque o medo paralisa a vida. Dominada pelo medo, a vida se encolhe, perde a capacidade de lutar, entrega-se à morte. Animais amedrontados se deixam matar sem um único gesto de defesa. E, pelo que sei, as pessoas têm muito medo da anestesia, medo que chega a beirar o pânico, mais medo da anestesia que da violência do ato cirúrgico. É que elas têm medo de dormir. Quem dorme está indefeso, à mercê. Quem está dormindo volta a ser criança. As crianças têm medo de dormir. Por isso elas choram, não querem dormir sozinhas, desejam alguém ao seu lado. Alguém que cuide delas enquanto elas dormem. As canções de ninar são para tirar o medo a fim de que o sono seja tranquilo.
A anestesia pode ser feita de duas formas. A primeira é a anestesia como ato técnico, científico, competente, ato que se executa sobre o corpo da pessoa que vai ser operada. A segunda é igual à primeira, acrescida de um cuidado maternal. O anestesista assume, então, a função do pai e da mãe que cantam canções para espantar o medo. Foi o Sérgio, meu filho, que me contou.
Conversamos muito sobre o que fazemos. E, como ele se orgulha do que faz, ele me conta. Contou-me sobre as visitas aos pacientes amedrontados, às vésperas da cirurgia. O objetivo dessa visita é técnico: checar o estado físico do paciente — pressão, coração, vias respiratórias, etc. Mas a pessoa que está ali é mais que um corpo. É um ser humano. Está com medo. Medo da dor. Medo da morte, pois nunca se pode ter certeza. É preciso espantar o medo para que a vida não se encolha. Mas o medo só sai quando se confia. Não é qualquer pessoa que tira o medo de dormir da criança. Há de ser alguém em quem ela confia. Essa pessoa, e somente ela, tem o poder de cantar uma canção de ninar. O anestesista se transforma então em mãe e pai: pega no colo a criança amedrontada — diante da cirurgia, todos nós somos crianças!
Disponível em: . Acesso em: 8 set. 2022, com adaptações.
Acerca do valor semântico das expressões e dos vocábulos empregados no texto, assinale a alternativa correta.
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O Anestesista
Há também as dores da alma que nenhuma cirurgia consegue curar. O medo, por exemplo, não pode ser amputado. Pena. Porque o medo paralisa a vida. Dominada pelo medo, a vida se encolhe, perde a capacidade de lutar, entrega-se à morte. Animais amedrontados se deixam matar sem um único gesto de defesa. E, pelo que sei, as pessoas têm muito medo da anestesia, medo que chega a beirar o pânico, mais medo da anestesia que da violência do ato cirúrgico. É que elas têm medo de dormir. Quem dorme está indefeso, à mercê. Quem está dormindo volta a ser criança. As crianças têm medo de dormir. Por isso elas choram, não querem dormir sozinhas, desejam alguém ao seu lado. Alguém que cuide delas enquanto elas dormem. As canções de ninar são para tirar o medo a fim de que o sono seja tranquilo.
A anestesia pode ser feita de duas formas. A primeira é a anestesia como ato técnico, científico, competente, ato que se executa sobre o corpo da pessoa que vai ser operada. A segunda é igual à primeira, acrescida de um cuidado maternal. O anestesista assume, então, a função do pai e da mãe que cantam canções para espantar o medo. Foi o Sérgio, meu filho, que me contou.
Conversamos muito sobre o que fazemos. E, como ele se orgulha do que faz, ele me conta. Contou-me sobre as visitas aos pacientes amedrontados, às vésperas da cirurgia. O objetivo dessa visita é técnico: checar o estado físico do paciente — pressão, coração, vias respiratórias, etc. Mas a pessoa que está ali é mais que um corpo. É um ser humano. Está com medo. Medo da dor. Medo da morte, pois nunca se pode ter certeza. É preciso espantar o medo para que a vida não se encolha. Mas o medo só sai quando se confia. Não é qualquer pessoa que tira o medo de dormir da criança. Há de ser alguém em quem ela confia. Essa pessoa, e somente ela, tem o poder de cantar uma canção de ninar. O anestesista se transforma então em mãe e pai: pega no colo a criança amedrontada — diante da cirurgia, todos nós somos crianças!
Disponível em: . Acesso em: 8 set. 2022, com adaptações.
De acordo com a leitura compreensiva do texto,
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Mulheres lideram ida a médicos e vivem 7 anos a mais que homens
Por muito tempo conhecidas como o “sexo frágil”, as mulheres dão exemplo de força e cuidados com a saúde, liderando a busca por médicos ao longo da vida. Como resultado, já vivem em média sete anos a mais que os homens, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dados do Programa Nacional de Saúde (PNS) apontam que 76,2% da população foi ao médico em 2019, antes da pandemia de Covid-19. Mas, na proporção entre os sexos, são elas as que mais estão presentes nos consultórios. O levantamento revela que 82,3% das mulheres foram ao médico, enquanto 69,4% dos homens buscaram o atendimento.
Para o médico intensivista Enrico Miguel Stucchi, há uma junção de fatores que leva o homem a dar menos atenção aos cuidados com a saúde física. “Pode ser uma questão cultural, em que o homem se considere naturalmente mais forte que a mulher, logo mais resistente a doenças virais, como a gripe, e até mesmo a mais graves, como o câncer”.
PROSCHOLD, Eliane; SPINASSÉ, Francine. Disponível em: . Acesso em: 7 set. 2022, com adaptações.
Assinale a alternativa que, em conformidade com as regras de pontuação, reproduz uma mensagem compatível com a do título do texto.
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Mulheres lideram ida a médicos e vivem 7 anos a mais que homens
Por muito tempo conhecidas como o “sexo frágil”, as mulheres dão exemplo de força e cuidados com a saúde, liderando a busca por médicos ao longo da vida. Como resultado, já vivem em média sete anos a mais que os homens, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dados do Programa Nacional de Saúde (PNS) apontam que 76,2% da população foi ao médico em 2019, antes da pandemia de Covid-19. Mas, na proporção entre os sexos, são elas as que mais estão presentes nos consultórios. O levantamento revela que 82,3% das mulheres foram ao médico, enquanto 69,4% dos homens buscaram o atendimento.
Para o médico intensivista Enrico Miguel Stucchi, há uma junção de fatores que leva o homem a dar menos atenção aos cuidados com a saúde física. “Pode ser uma questão cultural, em que o homem se considere naturalmente mais forte que a mulher, logo mais resistente a doenças virais, como a gripe, e até mesmo a mais graves, como o câncer”.
PROSCHOLD, Eliane; SPINASSÉ, Francine. Disponível em: . Acesso em: 7 set. 2022, com adaptações.
Com base nas informações do texto e nas relações entre elas, assinale a alternativa correta.
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