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Foram encontradas 146 questões.

3006937 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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Enunciado 3413120-1

(Rodrigo Zoom. Disponível em: http://4.bp.blogspot.com/)

No terceiro quadro da tirinha, a relação semântica da segunda fala do personagem em relação à primeira é de

 

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3006936 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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Enunciado 3413119-1

(Rodrigo Zoom. Disponível em: http://4.bp.blogspot.com/)

A respeito da interpretação da tirinha acima, analise as afirmativas a seguir.

I. O primeiro quadro se compõe de uma expressão interjetiva com o objetivo de deixar subentendido ao receptor o pedido de que lhe fizessem uma limonada.

II. O segundo quadro, diferentemente do primeiro, transforma o discurso sugestivo no discurso imperativo, explicitamente revelando a obrigação que outra pessoa teria de que Ilhe preparassem uma limonada.

III. Pode-se depreender, como um dos sentidos possíveis para o efeito de humor, que a preguiça em preparar a limonada era maior que a sede anteriormente manifestada.

Assinale

 

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3006935 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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Enunciado 3413118-1

(Rodrigo Zoom. Disponível em: http://4.bp.blogspot.com/)

A respeito da linguagem da tirinha acima, em relação às opções exicais e gramaticais, analise as afirmativas a seguir:

I. O emprego do sufixo-inha no primeiro quadro revela, para o adjetivo, valor semântico diminutivo.

II. Se for alterado o tratamento do segundo quadro para "vós", a forma verbal faça deve ser substituída por fazeis.

III. No terceiro quadro, toda a estrutura sintática empregada encontra respaldo na norma culta, sem se contaminar de coloquialismo.

Assinale

 

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3006934 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."

Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.

Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.

Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.

Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)

(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)

A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura.

No trecho acima, os pronomes destacados exercem, respectivamente, função

 

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3006933 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."

Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.

Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.

Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.

Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)

(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)

Assinale a alternativa em que o QUE apresente classificação morfológica distinta da de que escolheu

 

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3006932 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."

Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.

Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.

Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.

Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)

(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)

... relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil começar.

A respeito do segmento acima, julgue as afirmativas a seguir:

I. No trecho, a locução verbal havia dado pode ser alterada por tinha dado, de melhor sonoridade.

II. Ocorre uma concessão a uma estrutura sintática informal, especificamente no segmento antes da entrevista, que, na norma culta, devia ser antes de a entrevista.

III. A ocorrência do gerúndio relembrando configura erro gramatical e discursivo, comum contemporaneamente, denominado gerundismo.

Assinale

 

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3006930 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."

Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao LE Monde Diplomatique Brasil começar.

Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.

Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.

Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)

(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)

Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura.

Assinale a alternativa que não pode substituir o termo sublinhado, sob pena de alteração grave de sentido.

 

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3006929 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
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"Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação."

Fernanda Montenegro é lacônica sobre o ofício que escolheu: "uma profissão arretada". O teatro, que no Brasil vive em permanente estado de emergência, só admite aqueles que, como ela, são devotos do palco, sem moderação ou desconfiança. "desista. Se morrer, volta. Se não morrer, não volta", disse a uma amiga relembrando o conselho que havia dado a jovens atores minutos antes da entrevista ao LE Monde Diplomatique Brasil começar.

Completando 89 anos neste mês (16/10), Fernanda Montenegro viveu os últimos oito anos em um diálogo entre passado e presente, buscando em fotos e cartas resquícios do que foram os 75 anos de vida pública dedicada às artes, especialmente ao teatro, ao cinema e à televisão. São registros físicos que se complementam nas lembranças de uma memória intacta, capaz de recordar fatos e afetos: "Eu sou a minha memória", confessaria no decorrer da conversa.

Fernanda é a sua memória, mas é também um punhado de gente que escreveu com ela capítulos fundamentais da nossa cultura. "A arte é um congraçamento. No caso do teatro, você tem de estar diante do outro. É uma comunhão na zona da pele", reflexiona. Alguns desses fragmentos estão catalogados no livro Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico, lançado este ano pela editora Sesc.

Na obra, a atriz expõe o que fez, mas também aquilo que não quis fazer, como aceitar uma das ofertas que recebeu para exercer um cargo público. A explicação é modesta e tem a ver com os termos que iniciam este texto: é no teatro - na arte - que ela diz o que precisa. Isso não a impede, no entanto, de criticar o pouco apreço de nossos governantes pela cultura. "Sem cultura você tem a fronteira, o país, mas não tem uma nação. A grossura de Brasília é como uma muralha difícil de ser sensibilizada", pondera. (...)

(Guilherme Henrique. Le Monde Diplomatique, Edição 135, outubro de 2018 . Disponível em: https://diplomatique.org.br/fernanda-montenegro/)

Assinale a alternativa em que o termo indicado exerça a mesma função sintática que do palco.

 

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1099522 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: AGU
No editor de texto Microsoft Word 2016 (configuração padrão - idioma português Brasil), na Guia Página Inicial e Grupo de Comandos parágrafo, os ícones são apresentados da forma a seguir:

enunciado 1099522-1

É correto afirmar que o comando representado pelo ícone
 

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1099521 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: AGU

Jair tem a necessidade de adquirir um notebook para utilizar em seus estudos da faculdade. Ao realizar uma busca na internet, em um site de comércio eletrônico de computadores, encontrou um equipamento com as seguintes configurações:

enunciado 1099521-1

A descrição enunciado 1099521-2refere-se à configuração

 

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