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Atenção: para responder a questão a seguir, baseie-se no texto abaixo.
1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
(Adaptado de: SCHWAB, Klaus. Tradução: Paulo Migliacci. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Está gramaticalmente correta a redação do livre comentário que se encontra em:
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1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
(Adaptado de: SCHWAB, Klaus. Tradução: Paulo Migliacci. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona... (2º parágrafo)
O segmento sublinhado acima exerce a mesma função sintática daquele sublinhado em:
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1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
(Adaptado de: SCHWAB, Klaus. Tradução: Paulo Migliacci. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
A supressão da vírgula altera o sentido da seguinte frase:
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1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
(Adaptado de: SCHWAB, Klaus. Tradução: Paulo Migliacci. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
No contexto, exprime noção de finalidade o segmento sublinhado em:
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1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
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No 5º parágrafo, o autor
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1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
(Adaptado de: SCHWAB, Klaus. Tradução: Paulo Migliacci. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. (8º parágrafo)
O segmento sublinhado acima pode ser corretamente substituído por:
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1 Que tipo de capitalismo desejamos? Em termos gerais, temos três modelos entre os quais escolher.
2 O primeiro é o “capitalismo de acionistas”, que propõe que o objetivo de uma empresa deve ser a maximização dos lucros. O segundo é o “capitalismo de Estado”, que confia ao governo a tarefa de estabelecer a direção da economia e ganhou proeminência em países emergentes, entre os quais se destaca a China. E há o capitalismo de “stakeholders” (partes interessadas), que posiciona as empresas privadas como curadoras dos interesses da sociedade e representa a melhor resposta aos atuais desafios ambientais.
3 O capitalismo de acionistas, o modelo hoje dominante, ganhou terreno nos EUA, na década de 1970, e expandiu sua influência nas décadas seguintes. Sua ascensão não deixa de ter méritos. Durante seu período de maior êxito, milhões prosperaram, à medida que empresas abriam mercados e criavam empregos em busca do lucro.
4 Mas essa não é toda a história. Os defensores do capitalismo de acionistas negligenciam o fato de que uma empresa de capital aberto não é apenas uma entidade que busca lucros, mas também um organismo social.
5 Muitos perceberam que essa forma de capitalismo já não é sustentável. Um provável motivo é o efeito “Greta Thunberg”. A jovem ativista sueca nos recorda que a adesão ao atual sistema econômico representa uma traição às futuras gerações, por sua falta de sustentabilidade ambiental. Outro motivo (correlato) é que muitos jovens já não querem trabalhar para empresas cujos valores se limitem à maximização do lucro. Por fim, executivos e investidores começaram a reconhecer que seu sucesso em longo prazo está intimamente ligado ao de seus clientes, empregados e fornecedores.
6 Manifestando-se favoravelmente ao estabelecimento do capitalismo de stakeholders como novo modelo dominante, está sendo lançando um novo Manifesto de Davos, que diz que as empresas devem mostrar tolerância zero à corrupção e sustentar os direitos humanos em toda a extensão de suas cadeias mundiais de suprimento.
7 Mas, para defender os princípios do capitalismo de stakeholders, as empresas precisarão de novos indicadores. De início, um novo indicador de “criação de valor compartilhado” deveria incluir metas ecológicas e sociais como complemento aos indicadores financeiros.
8 Ademais, as grandes empresas deveriam compreender que elas são partes interessadas em nosso futuro comum. Elas deveriam trabalhar com outras partes interessadas a fim de melhorar a situação do mundo em que operam. Na verdade, esse deveria ser seu propósito definitivo.
9 Os líderes empresariais têm neste momento uma grande oportunidade. Ao dar significado concreto ao capitalismo de stakeholders, podem ir além de suas obrigações legais e cumprir seu dever para com a sociedade. Se eles desejam deixar sua marca no planeta, não existe outra alternativa.
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Para enfrentar os desafios da atualidade, o autor defende um sistema econômico
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- Serviços PúblicosLei 8.987/1995: Concessão e Permissão de Serviços PúblicosLei 8.987/1995: Formas de Extinção
Faustino Antunes é dono de uma banca de jornal em determinada rua no Centro de Macapá, tendo recebido do Município uma permissão de uso objetivando a ocupação do espaço na calçada para instalação da referida banca. O Município notificou Faustino, avisando que, em razão da necessidade de ampliar o espaço para locomoção de pedestres, cessariam os efeitos de sua permissão de uso em 90 dias, arcando o Município com o deslocamento da banca para outro local e emitindo-se em seu favor uma nova permissão de uso. Uma semana após realizada a mudança de local, Faustino Antunes verificou que outra banca fora instalada exatamente onde ele exercia antes sua atividade comercial, sendo que o dono da banca lhe mostrou permissão de uso recém-emitida pelo Município. Analisando-se o caso em questão, constata-se que o ato que fez cessar a sua permissão original é uma
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Acerca da competência dos órgãos da estrutura administrativa da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, conforme disposições da Lei Estadual nº 2.382, de 21/11/2018, considere:
I. A Ouvidoria Parlamentar é o órgão que atua no sentido da manutenção do decoro, da ordem e da disciplina parlamentar, respeitada a competência do Conselho de Ética.
II. À Diretoria de Administração compete, dentre outras atribuições, dirigir, coordenar, supervisionar e orientar a gestão administrativa da Assembleia Legislativa e o planejamento de suas ações.
III. Ao Gabinete Civil compete, dentre outras atribuições, dirigir, coordenar, supervisionar, orientar e exercer pleno controle sobre as atividades da Presidência da Assembleia Legislativa, organizando o expediente, as audiências e a representação político-social do Poder Legislativo.
IV. À Diretoria Legislativa compete, dentre outras atribuições, dirigir, planejar, coordenar, orientar e controlar a execução das atividades inerentes ao orçamento e às finanças do Poder Legislativo em todos os seus aspectos.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Eduardo Lança é servidor público, titular de emprego público de enfermeiro em hospital estadual e, concomitantemente, exerce cargo público de agente fiscal de construções em Município. Sabe-se que há compatibilidade de horários em relação ao exercício das duas atividades. Tomando conhecimento de tal situação, até então não reportada pelo servidor, a Administração Estadual deve
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