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A Engenharia de Construção Civil e Montagem ou denominada simplesmente de
EXECUÇÃO abrange vários serviços. Nela, a fixação de preços se dá de acordo
com as modalidades apresentadas abaixo na coluna “MODALIDADE”. Na coluna
“DEFINIÇÃO”, encontram-se as descrições de cada modalidade. Relacione aas
colunas, numerando os parênteses.
Modalidade
1 - EMPREITADA POR PREÇO UNITÁRIO
2 - EMPREITADA GLOBAL 3 - EMPREITADA INTEGRAL 4 - POR ADMINISTRAÇÃO CONTRATADA 5 - SISTEMA MISTO 6 - TAREFA
Definição
( ) Destinados em geral para serviços de pequena monta. ( ) O construtor assume todas as despesas do início ao fim, até a entrega das chaves ou do empreendimento, funcionando para início da operação. ( ) Parte é paga por preços unitários e as demais por administração ou pelo sistema de reembolso. ( ) As quantidades dos serviços são previamente determinadas, arcando o construtor com os riscos de um eventual erro na quantificação de cada serviço. ( ) Taxa de Administração sobre os custos gerais da obra, sendo cobrada uma taxa, previamente estabelecida, a ser aplicada mensalmente sobre os gastos da obra. ( ) O Custo Direto é composto pela soma de todos os custos unitários mais todos os custos diretamente relacionados com a produção.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Modalidade
1 - EMPREITADA POR PREÇO UNITÁRIO
2 - EMPREITADA GLOBAL 3 - EMPREITADA INTEGRAL 4 - POR ADMINISTRAÇÃO CONTRATADA 5 - SISTEMA MISTO 6 - TAREFA
Definição
( ) Destinados em geral para serviços de pequena monta. ( ) O construtor assume todas as despesas do início ao fim, até a entrega das chaves ou do empreendimento, funcionando para início da operação. ( ) Parte é paga por preços unitários e as demais por administração ou pelo sistema de reembolso. ( ) As quantidades dos serviços são previamente determinadas, arcando o construtor com os riscos de um eventual erro na quantificação de cada serviço. ( ) Taxa de Administração sobre os custos gerais da obra, sendo cobrada uma taxa, previamente estabelecida, a ser aplicada mensalmente sobre os gastos da obra. ( ) O Custo Direto é composto pela soma de todos os custos unitários mais todos os custos diretamente relacionados com a produção.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Os custos envolvidos numa obra são fundamentais para que se possa captar os
recursos necessários para o sua viabilização, execução racional e maximização
de seus benefícios.
Com relação ao cálculo dos custos, é INCORRETO afirmar:
Com relação ao cálculo dos custos, é INCORRETO afirmar:
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Os Estados Federados, na Federação Brasileira, organizada pela Constituição da
República Federativa do Brasil de 1988, possuem a seguinte garantia institucional:
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A investidura em cargo político-representativo, na atual ordem política constitucional brasileira, exige
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A fase preparatória do processo licitatório, conforme determina a Lei n°. 14.133,
de 1º de abril de 2021, é caracterizada pelo planejamento. Este deve se compatibilizar com o plano de contratações anual, a partir de documentos de formalização
de demandas que os órgãos responsáveis pelo planejamento, de cada ente federativo poderão, na forma de regulamento, elaborar, com o objetivo de racionalizar
as contratações dos órgãos e entidades sob sua competência, garantir o alinhamento com o seu planejamento estratégico e subsidiar a elaboração das respectivas leis orçamentárias.
Neste contexto, há considerações técnicas, mercadológicas e de gestão que podem interferir na contratação, EXCETO:
Neste contexto, há considerações técnicas, mercadológicas e de gestão que podem interferir na contratação, EXCETO:
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APRENDER COM AS DERROTAS
Marcos Davi Melo
Talvez por estar acompanhando os jogos da Copa do Mundo do Catar
em casa, com a família, incluindo os netos, alguns ainda muito verdinhos, entre
tantas imagens emocionantes nas arenas e seus arredores, uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!),
que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado, necessitando em seguida consolar o filho pequeno, ainda no túnel que
os conduz do gramado para os vestiários. Nesse caso, a derrota veio logo depois da glória.
Quem está preparado para as derrotas? Quem não sofre com elas?
Nélson Rodrigues (sempre ele!) em uma crônica “Freud no futebol”,
escreveu que, nos EUA, todos tinham um psicanalista e que esse profissional
tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por
qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras. Nelson reclamava
que o futebol brasileiro tinha tudo, menos um psicanalista: “Cuida-se das integridades das canelas, mas ninguém se lembra de preservar a saúde interior, o delicadíssimo equilíbrio emocional do jogador”. Coincidência ou não, logo
depois da eliminação precoce da nossa seleção da Copa de 1966 na Inglaterra, os psicólogos passaram a ser uma peça essencial nas equipes nacionais.
Pensando nos nossos filhos e netos, diante de uma indesejável, mas
sempre possível derrota na Copa, segundo os psicólogos, quatro coisas podem se aprender em uma partida de futebol, um jogo de xadrez, ou um simples
par ou ímpar, que podem servir para outros momentos da vida: primeiro,
quando se chega ao lugar mais alto do pódio, quantas vezes ele precisou perder para chegar lá? Os fracassos nos ensinam como vencer. Perdemos a Copa
de 50 em casa e vencemos em 58 na Suécia. Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas
as portas estão abertas para se consagrar como técnico.
Aprender sobre Empatia: sempre que vemos atletas profissionais comemorando uma conquista, percebemos a intensidade com que pulam, gritam
para mostrar que, enfim, conquistaram algo bastante almejado. Mas como se
sente o rival derrotado, vendo tudo aquilo? Nossos filhos e netos podem até
ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado
com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar
do outro lado.
Finalmente, não é só ganhar. Jogos e esportes não são só para mostrar quem pode mais, mas para demonstrar amor pela atividade, estimular a
empatia, o trabalho em equipe e o respeito por quem está ao seu lado e pelo
adversário. É fundamental saber perder, por mais duro que seja, embora não
seja fácil lidar com derrotas e fracassos. As derrotas nos ensinam que nem
tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e
muito aprendizado. Apropriar-se de um fracasso trazendo isso para o lado pessoal faz sofrer mais. Não se devem criar expectativas além do nosso limite e a
derrota acaba sendo previsível. Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.
Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/opiniao/393942/aprender-com-as-derrotasAcesso em: 14 dez. 2022 (Adaptado)
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APRENDER COM AS DERROTAS
Marcos Davi Melo
Talvez por estar acompanhando os jogos da Copa do Mundo do Catar
em casa, com a família, incluindo os netos, alguns ainda muito verdinhos, entre
tantas imagens emocionantes nas arenas e seus arredores, uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!),
que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado, necessitando em seguida consolar o filho pequeno, ainda no túnel que
os conduz do gramado para os vestiários. Nesse caso, a derrota veio logo depois da glória.
Quem está preparado para as derrotas? Quem não sofre com elas?
Nélson Rodrigues (sempre ele!) em uma crônica “Freud no futebol”,
escreveu que, nos EUA, todos tinham um psicanalista e que esse profissional
tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por
qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras. Nelson reclamava
que o futebol brasileiro tinha tudo, menos um psicanalista: “Cuida-se das integridades das canelas, mas ninguém se lembra de preservar a saúde interior, o delicadíssimo equilíbrio emocional do jogador”. Coincidência ou não, logo
depois da eliminação precoce da nossa seleção da Copa de 1966 na Inglaterra, os psicólogos passaram a ser uma peça essencial nas equipes nacionais.
Pensando nos nossos filhos e netos, diante de uma indesejável, mas
sempre possível derrota na Copa, segundo os psicólogos, quatro coisas podem se aprender em uma partida de futebol, um jogo de xadrez, ou um simples
par ou ímpar, que podem servir para outros momentos da vida: primeiro,
quando se chega ao lugar mais alto do pódio, quantas vezes ele precisou perder para chegar lá? Os fracassos nos ensinam como vencer. Perdemos a Copa
de 50 em casa e vencemos em 58 na Suécia. Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas
as portas estão abertas para se consagrar como técnico.
Aprender sobre Empatia: sempre que vemos atletas profissionais comemorando uma conquista, percebemos a intensidade com que pulam, gritam
para mostrar que, enfim, conquistaram algo bastante almejado. Mas como se
sente o rival derrotado, vendo tudo aquilo? Nossos filhos e netos podem até
ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado
com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar
do outro lado.
Finalmente, não é só ganhar. Jogos e esportes não são só para mostrar quem pode mais, mas para demonstrar amor pela atividade, estimular a
empatia, o trabalho em equipe e o respeito por quem está ao seu lado e pelo
adversário. É fundamental saber perder, por mais duro que seja, embora não
seja fácil lidar com derrotas e fracassos. As derrotas nos ensinam que nem
tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e
muito aprendizado. Apropriar-se de um fracasso trazendo isso para o lado pessoal faz sofrer mais. Não se devem criar expectativas além do nosso limite e a
derrota acaba sendo previsível. Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.
Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/opiniao/393942/aprender-com-as-derrotasAcesso em: 14 dez. 2022 (Adaptado)
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APRENDER COM AS DERROTAS
Marcos Davi Melo
Talvez por estar acompanhando os jogos da Copa do Mundo do Catar
em casa, com a família, incluindo os netos, alguns ainda muito verdinhos, entre
tantas imagens emocionantes nas arenas e seus arredores, uma delas marcou-me muito: a do excelente goleiro da Polônia Wojcech Szczesny (Ufa!!!),
que, depois de defender um pênalti cobrado por Messi, saiu de campo derrotado, necessitando em seguida consolar o filho pequeno, ainda no túnel que
os conduz do gramado para os vestiários. Nesse caso, a derrota veio logo depois da glória.
Quem está preparado para as derrotas? Quem não sofre com elas?
Nélson Rodrigues (sempre ele!) em uma crônica “Freud no futebol”,
escreveu que, nos EUA, todos tinham um psicanalista e que esse profissional
tinha se tornado tão necessário quanto uma namorada. E o sujeito que, por
qualquer razão eventual, deixava de vê-lo, de ouvi-lo, de farejá-lo, ficava incapacitado para os amores, os negócios e as bandalheiras. Nelson reclamava
que o futebol brasileiro tinha tudo, menos um psicanalista: “Cuida-se das integridades das canelas, mas ninguém se lembra de preservar a saúde interior, o delicadíssimo equilíbrio emocional do jogador”. Coincidência ou não, logo
depois da eliminação precoce da nossa seleção da Copa de 1966 na Inglaterra, os psicólogos passaram a ser uma peça essencial nas equipes nacionais.
Pensando nos nossos filhos e netos, diante de uma indesejável, mas
sempre possível derrota na Copa, segundo os psicólogos, quatro coisas podem se aprender em uma partida de futebol, um jogo de xadrez, ou um simples
par ou ímpar, que podem servir para outros momentos da vida: primeiro,
quando se chega ao lugar mais alto do pódio, quantas vezes ele precisou perder para chegar lá? Os fracassos nos ensinam como vencer. Perdemos a Copa
de 50 em casa e vencemos em 58 na Suécia. Sempre há outra chance, Cristiano Ronaldo pode estar no ocaso de sua vitoriosa carreira como jogador, mas
as portas estão abertas para se consagrar como técnico.
Aprender sobre Empatia: sempre que vemos atletas profissionais comemorando uma conquista, percebemos a intensidade com que pulam, gritam
para mostrar que, enfim, conquistaram algo bastante almejado. Mas como se
sente o rival derrotado, vendo tudo aquilo? Nossos filhos e netos podem até
ficar tentados a imitá-los, mas precisamos orientá-los para que tomem cuidado
com as celebrações exageradas, afinal de contas, no outro dia, podemos estar
do outro lado.
Finalmente, não é só ganhar. Jogos e esportes não são só para mostrar quem pode mais, mas para demonstrar amor pela atividade, estimular a
empatia, o trabalho em equipe e o respeito por quem está ao seu lado e pelo
adversário. É fundamental saber perder, por mais duro que seja, embora não
seja fácil lidar com derrotas e fracassos. As derrotas nos ensinam que nem
tudo são glórias. Elas são importantes, porque nos trazem novas visões e
muito aprendizado. Apropriar-se de um fracasso trazendo isso para o lado pessoal faz sofrer mais. Não se devem criar expectativas além do nosso limite e a
derrota acaba sendo previsível. Saber perder é apenas uma prova de maturidade, por isso é impróprio cobrá-la das crianças, mas é indispensável aos adultos saber administrá-la.
Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/opiniao/393942/aprender-com-as-derrotasAcesso em: 14 dez. 2022 (Adaptado)
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A regência verbal está correta, EXCETO em:
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Disponível em: https://www.facebook.com/mulher30/ Acesso em: 18 dez. 2022.
Ao ler a tirinha, percebe-se que o que fez com que a personagem se sentisse vingada foi
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