Foram encontradas 70 questões.
A revista Carta Capital, em novembro de 2013, publicou um pequeno texto com o título de “Boa noite para você” cujos primeiros parágrafos eram os seguintes:
Trocar o dia pela noite faz mal à saúde, avisa um time de pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Science e pode desmentir a mística de que certas tarefas mentais podem ser estimuladas se embaladas pelo silêncio inspirador e criativo das madrugadas.
A imunologista Lora Hooper pilotou a pesquisa e as conclusões preocupantes dizem respeito à especialidade dela. Trabalho depois das 22 horas, “jetlag” e até mesmo entrar pela noite debruçado sobre o tablet ou o smartphone – isso pode contrariar o relógio interno de nosso corpo, que é programado para dois turnos de 12 horas, um de escuridão, outro de claridade. Quando esse ritmo é comprometido, compromete-se igualmente nosso sistema imune. Os genes que acertam o relógio biológico estão intimamente relacionados – afirma o estudo – a certas células imunes.
“Trocar o dia pela noite faz mal à saúde”.
Assinale a alternativa que indica a forma de reescrever-se essa frase inicial do texto, que é incorreta gramaticalmente ou altera o seu sentido original.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Observe a imagem abaixo:

A imagem pode servir de ilustração para a discussão de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Numa perspectiva antropológica, a cultura é um todo que abarca conhecimentos, crenças, artes, moral, leis, costumes e outras capacidades e hábitos que os homens produzem em sua interação social.
Partindo desta definição mais abrangente de cultura, podemos afirmar que as manifestações abaixo são exemplos da "cultura matogrossense", à exceção de uma. Assinale-a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que o elemento sublinhado tem valor dêitico, ou seja, tem seu valor semântico determinado pela situação comunicativa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Fora de foco
Deve-se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá-los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
“ É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células”.
Sobre a concordância nominal e verbal desse segmento do texto, é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A revista Carta Capital, em novembro de 2013, publicou um pequeno texto com o título de “Boa noite para você” cujos primeiros parágrafos eram os seguintes:
Trocar o dia pela noite faz mal à saúde, avisa um time de pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas. A pesquisa acaba de ser publicada na revista Science e pode desmentir a mística de que certas tarefas mentais podem ser estimuladas se embaladas pelo silêncio inspirador e criativo das madrugadas.
A imunologista Lora Hooper pilotou a pesquisa e as conclusões preocupantes dizem respeito à especialidade dela. Trabalho depois das 22 horas, “jetlag” e até mesmo entrar pela noite debruçado sobre o tablet ou o smartphone – isso pode contrariar o relógio interno de nosso corpo, que é programado para dois turnos de 12 horas, um de escuridão, outro de claridade. Quando esse ritmo é comprometido, compromete-se igualmente nosso sistema imune. Os genes que acertam o relógio biológico estão intimamente relacionados – afirma o estudo – a certas células imunes.
Observe as seguintes palavras acentuadas graficamente no texto anterior: saúde, médico, mística, silêncio, até, relógio. Essas palavras recebem acento gráfico devido a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao empregar-se a frase “As variações linguísticas podem ser diafásicas, diatópicas e diastráticas”, a variação empregadadocumenta
Provas
Questão presente nas seguintes provas

(http://www.filosofia.com.br/figuras/change/76.jpg)
A imagem acima é uma releitura do quadro "Morte de Sócrates" do pintor francês Jacques- Louis David ( 1748-1825). A imagem intitula-se "Dirija-te a ti mesmo - a auto- escola socrática", e constitui uma maneira bem- humorada de situar a filosofia socrática, em referência a um de seus lemas fundamentais. Assinale a alternativa que identifica corretamente o lema ao qual a imagem acima se refere
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O economista John Kenneth Galbraith declarou certa vez que “Brevemente seremos craques em telemetria e comunicação espacial, mas incapazes de ler o A-E-I-O-U, a não ser que ele venha num diagrama ou num programa de computador”.
Nessa frase, a expressão “a não ser” pode ser substituída, sem qualquer alteração do restante da frase, por
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quando do momento das prisões no processo do mensalão, Luís Fernando Veríssimo escreveu o texto a seguir.
Quando os figurões do governo Nixon envolvidos no escândalo de Watergate começaram a ir para a cadeia, um cômico americano imaginou-os liderando um motim entre os presos, batendo nas mesas do refeitório com seus talheres e pedindo “Montrachet! Montrachet!” ou outro vinho da mesma estirpe para acompanhar a comida. Se a prisão dos acusados do mensalão estiver mesmo inaugurando uma nova prática jurídica no país, o encarceramento de condenados sem distinção de nível social ou importância política, uma das consequências disso pode ser uma melhora dos serviços penitenciários para receber a nova clientela.
O episódio do escândalo de Watergate foi citado para
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container