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Foram encontradas 1.481 questões.

2644152 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Ao realizar a limpeza de uma porta, uma prática adequada é
 

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2644151 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
A fiscalização de uma obra deve ser, ao mesmo tempo, educativa e coercitiva. Assinale a alternativa que indica o instrumento de fiscalização que o fiscal adota para informar as pendências existentes ao responsável pela obra.
 

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2644150 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Analise o fragmento a seguir.
Enquanto o filme é exibido em uma taxa de 24 fps, o vídeo NTSC é exibido em 30 fps. Quando existe a necessidade da conversão do filme para o vídeo, é feito um durante a transferência via telecine.
Assinale a alternativa que completa corretamente o fragmento acima.
 

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2644149 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto 2
Ser autor
O processo de iniciação à escrita deve ser cercado de alguns cuidados. Talvez o principal seja o de estimular a criança a assumir a autoria dos seus primeiros textos. Uma fase prévia de reprodução é inevitável. Experiências pedagógicas mostram o entusiasmo da meninada, ao ver, no papel, seus primeiros desenhos gráficos a falarem de alguma coisa. Outras experiências já provam que tal entusiasmo vai arrefecendo a partir da terceira série. O que parece acontecer, pelo que andei lendo (as palavras são minhas), é que os alunos vão sendo freados em seus intentos comunicativos. Como? Por um lado, surgem os ditongos, os hiatos, os tritongos (e a semivogal!), listas de aumentativos e de diminutivos de menos ou nenhuma valia, de superlativos eruditos (amaríssimo, dulcíssimo, macérrimo, que tal?), enfim, muita memorização, para nada, de palavras isoladas, fora de um contexto, como costumam dizer os estudiosos da linguagem. Boas puxadas de orelha levei, porque, ao decorar certos verbos considerados irregulares, não tinha guardado a forma caibo! Um amigo me contou que, ao escrever uma carta, vacilou no plural de anão e apelou para esta inusitada expressão: “um anão e outro anão”! Por outro lado, nasce cedo para os estudantes a cultura do erro, que marca ainda o ensino e que impregna a nossa sociedade, sem que ela se dê conta do processo.
(Carlos Eduardo Falcão Uchoa)
Pelo que se depreende da leitura do texto, a “cultura do erro” corresponde a
 

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2644147 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto 2
Ser autor
O processo de iniciação à escrita deve ser cercado de alguns cuidados. Talvez o principal seja o de estimular a criança a assumir a autoria dos seus primeiros textos. Uma fase prévia de reprodução é inevitável. Experiências pedagógicas mostram o entusiasmo da meninada, ao ver, no papel, seus primeiros desenhos gráficos a falarem de alguma coisa. Outras experiências já provam que tal entusiasmo vai arrefecendo a partir da terceira série. O que parece acontecer, pelo que andei lendo (as palavras são minhas), é que os alunos vão sendo freados em seus intentos comunicativos. Como? Por um lado, surgem os ditongos, os hiatos, os tritongos (e a semivogal!), listas de aumentativos e de diminutivos de menos ou nenhuma valia, de superlativos eruditos (amaríssimo, dulcíssimo, macérrimo, que tal?), enfim, muita memorização, para nada, de palavras isoladas, fora de um contexto, como costumam dizer os estudiosos da linguagem. Boas puxadas de orelha levei, porque, ao decorar certos verbos considerados irregulares, não tinha guardado a forma caibo! Um amigo me contou que, ao escrever uma carta, vacilou no plural de anão e apelou para esta inusitada expressão: “um anão e outro anão”! Por outro lado, nasce cedo para os estudantes a cultura do erro, que marca ainda o ensino e que impregna a nossa sociedade, sem que ela se dê conta do processo.
(Carlos Eduardo Falcão Uchoa)
O autor cita o verbo caber como vergo irregular; a gramática portuguesa mostra uma extensa classificação dos verbos. Entre as alternativas a seguir, aquela que exemplifica verbos inadequados à classificação é
 

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2644146 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto 2
Ser autor
O processo de iniciação à escrita deve ser cercado de alguns cuidados. Talvez o principal seja o de estimular a criança a assumir a autoria dos seus primeiros textos. Uma fase prévia de reprodução é inevitável. Experiências pedagógicas mostram o entusiasmo da meninada, ao ver, no papel, seus primeiros desenhos gráficos a falarem de alguma coisa. Outras experiências já provam que tal entusiasmo vai arrefecendo a partir da terceira série. O que parece acontecer, pelo que andei lendo (as palavras são minhas), é que os alunos vão sendo freados em seus intentos comunicativos. Como? Por um lado, surgem os ditongos, os hiatos, os tritongos (e a semivogal!), listas de aumentativos e de diminutivos de menos ou nenhuma valia, de superlativos eruditos (amaríssimo, dulcíssimo, macérrimo, que tal?), enfim, muita memorização, para nada, de palavras isoladas, fora de um contexto, como costumam dizer os estudiosos da linguagem. Boas puxadas de orelha levei, porque, ao decorar certos verbos considerados irregulares, não tinha guardado a forma caibo! Um amigo me contou que, ao escrever uma carta, vacilou no plural de anão e apelou para esta inusitada expressão: “um anão e outro anão”! Por outro lado, nasce cedo para os estudantes a cultura do erro, que marca ainda o ensino e que impregna a nossa sociedade, sem que ela se dê conta do processo.
(Carlos Eduardo Falcão Uchoa)
“O processo de iniciação à escrita deve ser cercado de alguns cuidados. Talvez o principal seja o de estimular a criança a assumir a autoria dos seus primeiros textos”.
Uma das marcas de textualidade é a coesão, que se encarrega das relações formais entre os sucessivos componentes do texto. Os primeiros dois elementos de coesão referencial no segmento acima são:
 

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2644145 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
Os produtos químicos de limpeza devem ser armazenados com muita atenção para evitar contaminação, acidentes ou o uso inadequado.
Os produtos químicos devem ser guardados
 

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2644144 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Post-Method Pedagogy: Teacher Growth behind Walls
There have always been attempts in the field of English Language Teaching to find solutions to language teaching problems. The field has been in constant movement and change. This change is mostly due to the adoption of new teaching approaches and methods, which emerged in order to meet the learner’s needs in different periods. In other words, the solution to problems in ELT throughout the history was seen in the new methods which resulted in the search for the best method that is generalizable and applicable across various contexts. Effective English teaching is thought to be about using a method correctly by applying its prescribed principles and techniques. Nowadays, while teachers who think that they can perfectly practice the Communicative Language Teaching Method are considered to be successful teachers, those who are more on the Grammar Translation Method are considered as old-fashioned and not successful at all. Moreover, preservice teachers who are trained to base their teaching on these methods, especially the communicative ones face an overwhelming experience when they start teaching in the actual classroom. They come to realize that what has been theorized does not usually reflect the reality. Therefore, one needs to question how successful the use of the methods and the search for the best method has been.
Classroom-oriented studies carried out in the last two decades show that teachers could not be successful in putting the methods into practice in real classroom situations though this does not mean that they could not be successful in achieving learning outcomes. More specifically, the research results indicate that teachers who claim to follow a particular method do not practice its principles and procedures, those who claim to follow different methods often follow the same classroom procedures and vice versa. Lastly, teachers are found to be developing and following their own activities that are not related to any method. This kind of situation brings us to the post-method era requiring us to reconsider the relationship between theorizers and practitioners of methods”
[…]
In brief, there is not a need for an invention of another method but a need for post-method pedagogy which is not a method. I believe post-method pedagogy does not mean the end of methods but rather it involves an understanding of the limitations of the concept of method and a desire to go beyond those limitations. Therefore, post-method pedagogy brings new insights into teacher growth by discussing the place of the conventional teaching methods and the post-method pedagogy.
(adapted from http://dbe.metu.edu.tr/convention/proceedingsweb/Pedagogy.pdf)
The noun “growth” in the title is related, respectively, to the base form, the simple past, and the past participle in
 

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2644143 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Durante a transmissão de um programa ao vivo, a atitude correta do diretor que está no switcher é
 

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2644142 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: AL-MT
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Texto
Não foi só pelos beagles...
A experimentação animal é uma fraude científica inicialmente questionada em 1968 por Hans Ruesch, através de dois livros – “Matança de inocentes” e “A grande fraude” -, nos quais prova que animais não são anatômica e fisiologicamente semelhantes aos seres humanos e que tal metodologia só acontece para lucro da indústria médico-farmacêutica. Ruesch criou o grupo 1000 Médicos Contra a Vivissecção, que aponta aspectos do porquê de cientistas perpetuarem tal erro.
A “ciência médica” atual se conceituou como “a verdadeira” no fim do século XIX, apoiada por interesses econômicos, pois até então a “ciência natural” era a mais usada no mundo. Foram os magnatas americanos Carnegie e Rockefeller, interessados em investir na fabricação de remédios utilizando os subprodutos das suas empresas de siderurgia e petróleo, que financiaram um estudo sobre “A Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendado ao educador Abraham Flexner.
Antevendo as possibilidades apontadas pelo Relatório Flexner (1910), o governo americano passou a dar total ênfase à microbiologia e à farmacologia, começando, então, o uso de drogas pesadas e os testes sistemáticos com animais como método “científico”. No Brasil tal reforma é implantada em 1968 sob os auspícios da Fundação Rockefeller.
Sendo o homem um animal de rebanho, deixa de pensar ou contestar se está seguindo um líder. As grandes reformas socioculturais foram feitas por minorias desertoras de rebanhos. Hoje ativistas ocupam essa função questionadora por saber que a experimentação animal é feita somente como garantia jurídica contra qualquer desastre farmacológico. Por isso, bulas quilométricas acompanham os medicamentos.
A “ciência atual’ investe na magia e não na lógica. O estudante é induzido a não pensar, a assimilar pensamentos alheios e se curvar às autoridades. Os médicos licenciados são sacerdotes dessa religião que não perdoa os opositores das “verdades” médico-científicas. Bruxas continuam sendo queimadas.
(Sheila Moura e Heloísa Arruda)
“A ‘ciência atual’ investe na magia e não na lógica”.
Podemos inferir dessa frase que
 

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