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Texto
Portas fechadas
A história oferece uma certeza: não tem passaporte para o futuro econômico e social o país que não for capaz de fazer parte do mundo da inovação. Para ingressar neste mundo, o país deve abrir pelo menos cinco portas.
A primeira é ter universidades e institutos de pesquisas, públicos e privados, com padrões internacionais, convivendo com o setor produtivo em um robusto Sistema Nacional do Conhecimento e da Inovação, interagindo com os qualificados centros científicos e tecnológicos do mundo.
A segunda envolve as empresas. Não entra no mundo da inovação o país cujos empresários se limitem a produzir apenas o que é inventado fora, porque têm aversão a investimentos em pesquisas e desenvolvimento ou porque o setor público despreza a inovação ao não vincular seus financiamentos à criatividade da empresa. Para entrar no mundo da inovação é necessário que os incentivos fiscais e financeiros exijam contrapartida criativa dasempresas beneficiadas.
A terceira porta trata da estabilidade institucional. Não é possível o país ser inovador se professores e pesquisadores são obrigados a parar por falta de recursos ou salários ou se leis instáveis mudam constantemente as regras de funcionamento dos centros de pesquisa. Da mesma forma, não há como um país ser inovador se seus empresários não souberem quais leis nortearão o funcionamento da economia, a política fiscal, o grau de abertura comercial e de intervenção estatal.
Uma quarta e decisiva porta para o mundo da inovação é a educação básica de qualidade máxima e equivalente para todas as crianças e jovens. Cada criança que não aprende idiomas, regras básicas das ciências e da matemática é um capital inovador interrompido.
Mas a mais necessária porta para o mundo da inovação é a vontade nacional de dar um salto para ingressar no seleto conjunto de países inovadores. O Brasil não parece ter a vontade para fazer hoje os sacrifícios necessários para entrar em um mundo inovador, daqui a 20 ou 30 anos. Nossa mentalidade imediatista e obscurantista não olha a longo prazo, nem dá valor aos produtos da inteligência, mantendo fechadas as portas que nos separam do mundo da inovação.
(Cristovam Buarque)
O primeiro parágrafo do texto
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Carta ao leitor – Uma falsa solução mágica
O perigo de políticas públicas desgastadas, que custam caro e dão pouco resultado, serem substituídas por outras ainda piores é sempre muito alto quando não há bons exemplos para emular. A legalização da maconha é uma dessas soluções aparentemente simples para um problema complexo que muitos estudiosos e políticos sérios, e outros nem tanto, defendem na falta de uma ideia melhor. A premissa, nunca testada na prática em sua totalidade, é que a liberação da produção, da venda e do consumo da Cannabis seria suficiente para eliminar do problema sua porção mais danosa, a cadeia de crimes alimentada pelo dinheiro do tráfico. Pois os eleitores do Uruguai e do Colorado e de Washington, nos Estados Unidos, decidiram, pelo voto direto ou de seus representantes, ser cobaias da experiência de legalizara maconha. Dentro de alguns meses, qualquer cidadão adulto do nosso país vizinho e dos dois estados americanos poderá comprar a droga numa farmácia ou loja especializada.
VEJA destacou duas repórteres para ver de perto o impacto que a legalização da maconha está tendo entre os uruguaios e os americanos. Sim, porque, mesmo antes da entrada em vigor das leis, seu espírito liberalizante já se instalou. As jornalistas viram uma realidade menos rósea que aquela com que os defensores da medida costumam sonhar. Uma das repórteres visitou seis cidades em Washington, no Colorado e na Califórnia, onde, a exemplo de outros dezessete estados e da capital americana, a maconha é de quase livre acesso, mesmo que, teoricamente, só possa ser vendida por prescrição médica.
Da mesma forma que ocorre com as bebidas alcoólicas, há sempre algum adulto irresponsável disposto a comprar maconha para um adolescente usar. “Preparando-se para a entrada em vigor da nova lei, as lojas vão vender maconha muito mais potente do que a dos traficantes”, diz a repórter. Nossa segunda repórter teve uma impressão ainda mais negativa do caso uruguaio. Enquanto nos estados americanos existe uma provisão para avaliar de tempos em tempos o acerto da legalização, no Uruguai predomina a improvisação: “Ninguém analisou em profundidade as consequências de longo prazo que a legalização pode trazer”.
(Veja, 13/11/2013)
Muitas palavras são formadas com a ajuda de sufixos, dando origem a uma palavra de uma classe diferente da classe da palavra primitiva.
Assinale a alternativa em que as palavras dadas não seguiram a mesma estratégia de formação.
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A sucessão de informações de áudio e vídeo em pequenas notas cobertas, que não justificam uma edição mais longa e são reunidas em apenas uma retranca, é chamada de
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Assinale a alternativa que indica as três características básicas que a percepção humana distingue, ao examinar as cores.
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A Lei n. 11.705/2008 estabelece que dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência implica em infração
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A figura a seguir apresenta um circuito composto de uma fonte V, dois resistores, um SCR, um diodo e uma chave.

A respeito desse circuito, analise as afirmativas a seguir.
I. Ao fechar a chave Ch, o SCR entra em condução, porque o gatilho fica polarizado diretamente.
II. Após iniciar a condução, a chave CH deve permanecer fechada para manter a condução do SCR.
III. O diodo limita a polarização negativa no gatilho, caso a fonte tenha sua polaridade invertida.
II. Após iniciar a condução, a chave CH deve permanecer fechada para manter a condução do SCR.
III. O diodo limita a polarização negativa no gatilho, caso a fonte tenha sua polaridade invertida.
Assinale:
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O profissional responsável pela montagem de equipamentos de gravações ou transmissões externas deve obter uma série de informações antes de iniciar sua atividade. Em relação à necessidade de câmeras móveis, a principal informação a ser obtida refere-se ao
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Sobre as tarefas que habitualmente competem aos garçons e commis, analise as afirmativas a seguir.
I. Arrumação de cortinas e persianas.
II. Limpeza dos móveis, equipamentos e aparelhos do salão.
III. Ligação dos aparelhos de ar condicionado e de música ambiente.
IV. Limpeza geral das instalações físicas (salão, copa, cozinha, banheiros, entrada etc.).
V. Higienização de todos os utensílios de restaurante.
II. Limpeza dos móveis, equipamentos e aparelhos do salão.
III. Ligação dos aparelhos de ar condicionado e de música ambiente.
IV. Limpeza geral das instalações físicas (salão, copa, cozinha, banheiros, entrada etc.).
V. Higienização de todos os utensílios de restaurante.
São, em geral, tarefas de garçons e commis
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Com relação aos tipos de equipamentos de proteção individula (EPI) e seus usos, assinale V para a afimativa verdadeira e F para a afirmativa Falsa.
( ) Capacete, óculos e máscara de solda são exemplos de EPI's para proteção de olhos e face.
( ) Botas, meias e perneiras são exemplos de EPI's para proteçãodos membros inferiores.
( ) Luvas, mangas e braçadeiras são exemplos de EPI's para proteção dos membros superiores.
( ) Botas, meias e perneiras são exemplos de EPI's para proteçãodos membros inferiores.
( ) Luvas, mangas e braçadeiras são exemplos de EPI's para proteção dos membros superiores.
As afirmativas são, respectivamente,
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A compactação resultante da reorganização ou do reagrupamento de dados é feita por meio de
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