Foram encontradas 180 questões.
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Brasil, o país do futebol. Não é essa a imagem que grande parte do mundo tem do nosso país? Afinal, a paixão dos brasileiros pelo jogo, as cinco Copas do Mundo conquistadas e a exportação de craques capazes de decidir partidas com jogadas sensacionais sustentam essa fama.
Até a natureza alimenta a identificação da nação com o esporte mais popular do mundo. Na caatinga e em partes do cerrado vive uma espécie animal que pode encolher-se e ficar justamente com o formato de uma bola: é o tatu-bola. E essa característica deu origem à proposta de torná-lo a mascote da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
A decisão favorável ao tatu-bola como mascote não ocorreu apenas pelo formato curioso do animal em posição de defesa, ao transformar-se em uma compacta bola. A decisão levou em conta o fato de a espécie existir apenas no Brasil e sofrer risco de extinção. "Com essa mascote, vamos poder realizar um dos principais objetivos da Copa Fifa 2014, que é comunicar a importância da preservação do meio ambiente. Temos certeza de que ela será amada não apenas no Brasil, mas no mundo todo", afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, endossando a escolha.
(Texto adaptado a partir de matéria de Dimas Marques. In: Horizonte Geográfico, n. 144, ano 25. p. 66-68)
De acordo com o texto, a imagem do Brasil como país do futebol se explica por
Provas
Uma empresa numerou os 365 dias do ano 2013 conforme indica a tabela 1. Na tabela 2 estão indicados os totais de dias de cada mês de 2013. A tabela 3 indica a numeração dos únicos dias de folga de três funcionários dessa empresa em 2013, sendo que o padrão das sequências numéricas dessa tabela se mantém até o último dia de 2013.
| 1º janeiro | 1 |
| 2 de janeiro | 2 |
| 3 de janeiro | 3 |
| |
| 30 de dezembro | 364 |
| 31 de dezembro | 365 |
Tabela 2
| Fevereiro | 28 dias |
| Abril, junho, setembro, novembro | 30 dias |
| Demais meses | 31 dias |
Tabela 3
| Alberto | 1, 8, 15, 22, 29, 36, 43, ... |
| Bernadete | 2, 8, 14, 20, 26, 32, 38, ... |
| Carlos | 3, 8, 13, 18, 23, 28, 33, ... |
Dos três funcionários citados na tabela 3, no último dia de 2013
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
José Lins do Rego é brasileiríssimo. Outro dia, um amigo conversou comigo sobre as pretendidas influências estrangeiras na obra do paraibano. Falamos em Thomas Hardy, em D. H. Lawrence. Não estava certo. José Lins do Rego é ele mesmo. É paraibano. É brasileiro, brasileiríssimo. É brasileiro com amor à terra, às mulheres, à conversa, aos gracejos, com a memória do avô que era governador da província, do tio que vendeu o engenho, com a memória vivíssima de todas as tristezas da sua gente brasileira. Risos e lágrimas: eis o seu mundo.
O grande valor literário da obra de José Lins do Rego reside no fato de que o seu assunto e o seu estilo correspondem-se plenamente. Assim, conta-se a decadência do patriarcalismo, com as suas inúmeras tragédias e uns raros raios de graça e humor. Desse modo, José Lins do Rego consegue acertadamente o que quer; e isso me parece o maior elogio que se pode fazer a um escritor. Concebendo a cultura no sentido de Gilberto Freire, como expressão global da vida política e do espírito, social e individual, vital e humana, José Lins do Rego é a expressão literária da cultura da sua terra.
[Adaptado de Otto Maria Carpeaux. O brasileiríssimo José Lins do Rego. (prefácio) Fogo Morto. Rio de Janeiro: José Olympio. 50. ed. 1998. p. XV-XVI]
O elemento flexionado de modo a indicar uma qualidade em um grau muito elevado está destacado em:
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Sivuca nasceu numa família de pequenos lavradores e coureiros. Vivendo na área rural de Itabaiana, na Paraíba, numa localidade pobre e remota, sem rádio nem eletricidade, o próprio Sivuca não sabe explicar como a música entrou em sua vida. Ninguém na família tocava qualquer instrumento. “Eu não sei. Mas sei que veio firme, porque minha vocação foi mais forte do que toda e qualquer tendência. Quero dizer, a música veio para ficar em mim, pronto.”
Suas primeiras memórias musicais vêm dos sanfoneiros itinerantes que passavam por Itabaiana, de pessoas que tocavam violão na cidade, da banda de música e do órgão da igreja. Seu talento era evidente, a ponto de que a própria família passasse a insistir que tentasse carreira na cidade grande. Depois de algumas idas e vindas, mudou-se para Recife, foi contratado pela Rádio Clube de Pernambuco aos 15 anos de idade, em novembro de 1945, e descobriu um novo horizonte musical.
Sivuca aprendeu teoria musical com o clarinetista da Orquestra Sinfônica de Recife e, três anos depois, passou a estudar harmonia e orquestração com o maestro fluminense Guerra-Peixe, que então vivia em Recife. Ao longo da vida profissional, foi incorporando outros instrumentos ao seu arsenal, como o violão, a guitarra e o piano, numa mistura de autodidatismo e aprendizado informal com alguns dos melhores músicos do mundo.
Segundo o músico, “o estudo, o desenvolvimento musical torna-se necessário. Eu digo isso porque eu também passei pelo mesmo; fui, por muito tempo, músico sem estudar, naturalmente levando a sério todas as tendências, mas também me dando ao trabalho de queimar pestana e estudar teoria musical, estudar orquestração e, enfim, harmonia, fuga, contraponto, me preparar para lidar com os ingredientes teoricamente”.
(Adaptado de http://musicosdobrasil.com.br/sivuca. Acesso em 04/03/2013)
Mas sei que veio firme, porque minha vocação foi mais forte do que toda e qualquer tendência. (1º parágrafo)
... fui, por muito tempo, músico sem estudar, naturalmente levando a sério todas as tendências... (último parágrafo)
Considerando-se o emprego da palavra tendência nas frases acima, pode-se afirmar que seu sentido estará expresso com adequação, respectivamente, por:
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primeiras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −, nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, município de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro.
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de uma obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez, em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tempo a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase toda vendida no Rio”.
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador, para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ciclo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em 1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935, José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo, que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
Considerado o contexto, o segmento adequadamente expresso em outras palavras está em:
Provas
Uma empresa numerou os 365 dias do ano 2013 conforme indica a tabela 1. Na tabela 2 estão indicados os totais de dias de cada mês de 2013. A tabela 3 indica a numeração dos únicos dias de folga de três funcionários dessa empresa em 2013, sendo que o padrão das sequências numéricas dessa tabela se mantém até o último dia de 2013.
| 1º janeiro | 1 |
| 2 de janeiro | 2 |
| 3 de janeiro | 3 |
![]() |
![]() |
| 30 de dezembro | 364 |
| 31 de dezembro | 365 |
Tabela 2
| Fevereiro | 28 dias |
| Abril, junho, setembro, novembro | 30 dias |
| Demais meses | 31 dias |
Tabela 3
| Alberto | 1, 8, 15, 22, 29, 36, 43, ... |
| Bernadete | 2, 8, 14, 20, 26, 32, 38, ... |
| Carlos | 3, 8, 13, 18, 23, 28, 33, ... |
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz parte do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê, ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verdadeiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não poderia continuar a estudar o mesmo tema.
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as recordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do romancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segurança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de partida das evocações de gente e coisas familiares.
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da terra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, sobretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia. E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de romancista se alimentem do seu provincianismo, não está escravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do Nordeste.
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
É correto afirmar, considerando-se o teor do texto, que a autora
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
O bater do martelo do mestre José Amaro abafava os rumores do dia que cantava nos passarinhos. Uma vaca mugia por longe. Ouvia o gemer da filha. Batia com mais força na sola. O martelo do mestre era forte, mais alto que tudo. O pintor Laurentino foi saindo. E o mestre, de cabeça baixa, ficara no ofício. [...] Tinha aquela filha triste. Ele queria mandar em tudo como mandava no couro que trabalhava, queria bater em tudo como batia naquela sola.
(Adaptado de José Lins do Rego. Fogo Morto. Rio de Janeiro: José Olympio. 50. ed. 1998. p. 9)
... que cantava nos passarinhos.
O elemento grifado acima refere-se a:
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Brasil, o país do futebol. Não é essa a imagem que grande parte do mundo tem do nosso país? Afinal, a paixão dos brasileiros pelo jogo, as cinco Copas do Mundo conquistadas e a exportação de craques capazes de decidir partidas com jogadas sensacionais sustentam essa fama.
Até a natureza alimenta a identificação da nação com o esporte mais popular do mundo. Na caatinga e em partes do cerrado vive uma espécie animal que pode encolher-se e ficar justamente com o formato de uma bola: é o tatu-bola. E essa característica deu origem à proposta de torná-lo a mascote da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
A decisão favorável ao tatu-bola como mascote não ocorreu apenas pelo formato curioso do animal em posição de defesa, ao transformar-se em uma compacta bola. A decisão levou em conta o fato de a espécie existir apenas no Brasil e sofrer risco de extinção. "Com essa mascote, vamos poder realizar um dos principais objetivos da Copa Fifa 2014, que é comunicar a importância da preservação do meio ambiente. Temos certeza de que ela será amada não apenas no Brasil, mas no mundo todo", afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, endossando a escolha.
(Texto adaptado a partir de matéria de Dimas Marques. In: Horizonte Geográfico, n. 144, ano 25. p. 66-68)
Temos certeza de que ela será amada não apenas no Brasil, mas no mundo todo...
O sentido da frase acima está retomado de forma inteiramente correta, com outras palavras, em:
Provas
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Sivuca nasceu numa família de pequenos lavradores e coureiros. Vivendo na área rural de Itabaiana, na Paraíba, numa localidade pobre e remota, sem rádio nem eletricidade, o próprio Sivuca não sabe explicar como a música entrou em sua vida. Ninguém na família tocava qualquer instrumento. “Eu não sei. Mas sei que veio firme, porque minha vocação foi mais forte do que toda e qualquer tendência. Quero dizer, a música veio para ficar em mim, pronto.”
Suas primeiras memórias musicais vêm dos sanfoneiros itinerantes que passavam por Itabaiana, de pessoas que tocavam violão na cidade, da banda de música e do órgão da igreja. Seu talento era evidente, a ponto de que a própria família passasse a insistir que tentasse carreira na cidade grande. Depois de algumas idas e vindas, mudou-se para Recife, foi contratado pela Rádio Clube de Pernambuco aos 15 anos de idade, em novembro de 1945, e descobriu um novo horizonte musical.
Sivuca aprendeu teoria musical com o clarinetista da Orquestra Sinfônica de Recife e, três anos depois, passou a estudar harmonia e orquestração com o maestro fluminense Guerra-Peixe, que então vivia em Recife. Ao longo da vida profissional, foi incorporando outros instrumentos ao seu arsenal, como o violão, a guitarra e o piano, numa mistura de autodidatismo e aprendizado informal com alguns dos melhores músicos do mundo.
Segundo o músico, “o estudo, o desenvolvimento musical torna-se necessário. Eu digo isso porque eu também passei pelo mesmo; fui, por muito tempo, músico sem estudar, naturalmente levando a sério todas as tendências, mas também me dando ao trabalho de queimar pestana e estudar teoria musical, estudar orquestração e, enfim, harmonia, fuga, contraponto, me preparar para lidar com os ingredientes teoricamente”.
(Adaptado de http://musicosdobrasil.com.br/sivuca. Acesso em 04/03/2013)
... sanfoneiros itinerantes que passavam por Itabaiana...
O verbo empregado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está empregado em:
Provas
Caderno Container