Foram encontradas 180 questões.
Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
A obesidade é a maior das ameaças à saúde do século 21. O processo inflamatório crônico, os hormônios e os mediadores químicos produzidos e liberados pelo tecido adiposo, acumulado em excesso, aumentam o risco de doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e de diversos tipos de câncer.
No Brasil, metade da população adulta está acima da faixa de peso saudável. Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa 70%: 30% estão com excesso de peso, 30% são obesos e 10% sofrem de obesidade grave. A continuarmos no mesmo ritmo, é provável que nos próximos dez ou vinte anos estejamos na situação deles.
A característica mais assustadora dessa epidemia é o número crescente de crianças e adolescentes obesos, consequência do acesso ilimitado a alimentos de alta densidade energética e da vida em frente da TV e dos computadores.
O impacto dessa nova realidade será tão abrangente, que a próxima geração provavelmente terá vida mais curta do que a atual, previsão demográfica que os avanços da medicina não conseguirão reverter. Os custos da assistência médica aos portadores das doenças crônicas associadas à obesidade arruinarão as finanças dos sistemas de saúde de países como o nosso.
O consumo de refrigerantes e sucos açucarados é uma das maiores fontes de calorias ingeridas por crianças e adolescentes. Um levantamento mostrou que os adolescentes americanos consomem em média 357 calorias diárias dessa fonte. É possível que os nossos não fiquem para trás.
Ao contrário dos carboidratos complexos contidos nos alimentos ricos em fibras, como as frutas e as verduras, as bebidas açucaradas são pobres em nutrientes e estão ligadas a maus hábitos alimentares, como o consumo de doces, biscoitos e salgadinhos empacotados.
As recomendações do Ministério da Saúde para que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados e, principalmente, aumentem os níveis de atividade física, devem ser levadas a sério.
(Adaptado: Drauzio Varella. Refrigerantes açucarados. Disponível em: http://folha.com/no1201415, 15/12/2012)
O principal objetivo do texto é
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz parte do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê , ora mais fracos, como Doidinho , mas sempre vivos e verdadeiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não poderia continuar a estudar o mesmo tema.
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as recordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do romancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segurança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de partida das evocações de gente e coisas familiares.
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da terra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, sobretudo em Menino de engenho , um fundo de beleza e poesia. E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de romancista se alimentem do seu provincianismo, não está escravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do Nordeste.
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
Essa pergunta era formulada por todos ...
O verbo que admite transposição para a voz passiva, como no exemplo acima, está empregado na frase:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
José Lins do Rego é brasileiríssimo. Outro dia, um amigo conversou comigo sobre as pretendidas influências estrangeiras na obra do paraibano. Falamos em Thomas Hardy, em D. H. Lawrence. Não estava certo. José Lins do Rego é ele mesmo. É paraibano. É brasileiro, brasileiríssimo. É brasileiro com amor à terra, às mulheres, à conversa, aos gracejos, com a memória do avô que era governador da província, do tio que vendeu o engenho, com a memória vivíssima de todas as tristezas da sua gente brasileira. Risos e lágrimas: eis o seu mundo.
O grande valor literário da obra de José Lins do Rego reside no fato de que o seu assunto e o seu estilo correspondem-se plenamente. Assim, conta-se a decadência do patriarcalismo, com as suas inúmeras tragédias e uns raros raios de graça e humor. Desse modo, José Lins do Rego consegue acertadamente o que quer; e isso me parece o maior elogio que se pode fazer a um escritor. Concebendo a cultura no sentido de Gilberto Freire, como expressão global da vida política e do espírito, social e individual, vital e humana, José Lins do Rego é a expressão literária da cultura da sua terra.
[Adaptado de Otto Maria Carpeaux. O brasileiríssimo José Lins do Rego. (prefácio) Fogo Morto. Rio de Janeiro: José Olympio. 50. ed. 1998. p. XV-XVI]
O autor
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Brasil, o país do futebol. Não é essa a imagem que grande parte do mundo tem do nosso país? Afinal, a paixão dos brasileiros pelo jogo, as cinco Copas do Mundo conquistadas e a exportação de craques capazes de decidir partidas com jogadas sensacionais sustentam essa fama.
Até a natureza alimenta a identificação da nação com o esporte mais popular do mundo. Na caatinga e em partes do cerrado vive uma espécie animal que pode encolher-se e ficar justamente com o formato de uma bola: é o tatu-bola. E essa característica deu origem à proposta de torná-lo a mascote da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
A decisão favorável ao tatu-bola como mascote não ocorreu apenas pelo formato curioso do animal em posição de defesa, ao transformar-se em uma compacta bola. A decisão levou em conta o fato de a espécie existir apenas no Brasil e sofrer risco de extinção. "Com essa mascote, vamos poder realizar um dos principais objetivos da Copa Fifa 2014, que é comunicar a importância da preservação do meio ambiente. Temos certeza de que ela será amada não apenas no Brasil, mas no mundo todo", afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, endossando a escolha.
(Texto adaptado a partir de matéria de Dimas Marques. In: Horizonte Geográfico, n. 144, ano 25. p. 66-68)
A leitura do texto permite afirmar corretamente que
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Já estamos habituados ao romance anual de José Lins do Rego; uma escapada ao Nordeste em sua companhia faz parte do nosso ritmo de vida. Durante cinco anos, em livros ora mais plenamente realizados, como Menino de engenho e Banguê, ora mais fracos, como Doidinho, mas sempre vivos e verdadeiros, o romancista nos trazia mais um caso da família de José Paulino, mais uma vicissitude do Santa Rosa, mais um aspecto da existência nas lavouras de cana do Nordeste, e da indústria do açúcar. Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não poderia continuar a estudar o mesmo tema.
Que daria José Lins do Rego sem o açúcar, sem as recordações de infância? Essa pergunta era formulada por todos quantos admiramos o seu talento e seguimos com interesse a expansão da sua força criadora. Pureza foi a resposta do romancista e a pedra de toque nos permitiu aquilatar com segurança da sua capacidade de criar livremente, sem o ponto de partida das evocações de gente e coisas familiares.
José Lins do Rego mostrou [...] poder prescindir da terra para formar o ambiente, dos canaviais que assobiam ao vento, das pastagens sonoras de mugidos, dos rios de cheias aterradoras, das matas floridas, de tudo aquilo que constitui, sobretudo em Menino de engenho, um fundo de beleza e poesia. E sobretudo provou que, embora as raízes de sua vocação de romancista se alimentem do seu provincianismo, não está escravizado à literatura regionalista, não é apenas o cronista do Nordeste.
(Trecho da nota de Lúcia Miguel Pereira ao romance Pureza, de José Lins do Rego. 5 ed. Rio de Janeiro. José Olympio, 1956, com atualização ortográfica em respeito ao Acordo vigente)
Com Usina esgotou o assunto. Sem se repetir, não poderia continuar a estudar o mesmo tema.
As afirmativas acima conduzem à correta interpretação de que, segundo a autora, José Lins do Rego
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Brasil, o país do futebol. Não é essa a imagem que grande parte do mundo tem do nosso país? Afinal, a paixão dos brasileiros pelo jogo, as cinco Copas do Mundo conquistadas e a exportação de craques capazes de decidir partidas com jogadas sensacionais sustentam essa fama.
Até a natureza alimenta a identificação da nação com o esporte mais popular do mundo. Na caatinga e em partes do cerrado vive uma espécie animal que pode encolher-se e ficar justamente com o formato de uma bola: é o tatu-bola. E essa característica deu origem à proposta de torná-lo a mascote da Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
A decisão favorável ao tatu-bola como mascote não ocorreu apenas pelo formato curioso do animal em posição de defesa, ao transformar-se em uma compacta bola. A decisão levou em conta o fato de a espécie existir apenas no Brasil e sofrer risco de extinção. "Com essa mascote, vamos poder realizar um dos principais objetivos da Copa Fifa 2014, que é comunicar a importância da preservação do meio ambiente. Temos certeza de que ela será amada não apenas no Brasil, mas no mundo todo", afirmou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, endossando a escolha.
(Texto adaptado a partir de matéria de Dimas Marques. In: Horizonte Geográfico, n. 144, ano 25. p. 66-68)
Algumas ......, como a do tatu-bola, ...... de extinção.
As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
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Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
A obesidade é a maior das ameaças à saúde do século 21. O processo inflamatório crônico, os hormônios e os mediadores químicos produzidos e liberados pelo tecido adiposo, acumulado em excesso, aumentam o risco de doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e de diversos tipos de câncer.
No Brasil, metade da população adulta está acima da faixa de peso saudável. Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa 70%: 30% estão com excesso de peso, 30% são obesos e 10% sofrem de obesidade grave. A continuarmos no mesmo ritmo, é provável que nos próximos dez ou vinte anos estejamos na situação deles.
A característica mais assustadora dessa epidemia é o número crescente de crianças e adolescentes obesos, consequência do acesso ilimitado a alimentos de alta densidade energética e da vida em frente da TV e dos computadores.
O impacto dessa nova realidade será tão abrangente, que a próxima geração provavelmente terá vida mais curta do que a atual, previsão demográfica que os avanços da medicina não conseguirão reverter. Os custos da assistência médica aos portadores das doenças crônicas associadas à obesidade arruinarão as finanças dos sistemas de saúde de países como o nosso.
O consumo de refrigerantes e sucos açucarados é uma das maiores fontes de calorias ingeridas por crianças e adolescentes. Um levantamento mostrou que os adolescentes americanos consomem em média 357 calorias diárias dessa fonte. É possível que os nossos não fiquem para trás.
Ao contrário dos carboidratos complexos contidos nos alimentos ricos em fibras, como as frutas e as verduras, as bebidas açucaradas são pobres em nutrientes e estão ligadas a maus hábitos alimentares, como o consumo de doces, biscoitos e salgadinhos empacotados.
As recomendações do Ministério da Saúde para que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados e, principalmente, aumentem os níveis de atividade física, devem ser levadas a sério.
(Adaptado: Drauzio Varella. Refrigerantes açucarados. Disponível em: http://folha.com/no1201415, 15/12/2012)
De acordo com o contexto, o termo em destaque foi corretamente inserido em:
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Atenção: Considere o texto a seguir para responder à questão.
A obesidade é a maior das ameaças à saúde do século 21. O processo inflamatório crônico, os hormônios e os mediadores químicos produzidos e liberados pelo tecido adiposo, acumulado em excesso, aumentam o risco de doenças cardiovasculares, metabólicas, pulmonares e de diversos tipos de câncer.
No Brasil, metade da população adulta está acima da faixa de peso saudável. Nos Estados Unidos, esse número ultrapassa 70%: 30% estão com excesso de peso, 30% são obesos e 10% sofrem de obesidade grave. A continuarmos no mesmo ritmo, é provável que nos próximos dez ou vinte anos estejamos na situação deles.
A característica mais assustadora dessa epidemia é o número crescente de crianças e adolescentes obesos, consequência do acesso ilimitado a alimentos de alta densidade energética e da vida em frente da TV e dos computadores.
O impacto dessa nova realidade será tão abrangente, que a próxima geração provavelmente terá vida mais curta do que a atual, previsão demográfica que os avanços da medicina não conseguirão reverter. Os custos da assistência médica aos portadores das doenças crônicas associadas à obesidade arruinarão as finanças dos sistemas de saúde de países como o nosso.
O consumo de refrigerantes e sucos açucarados é uma das maiores fontes de calorias ingeridas por crianças e adolescentes. Um levantamento mostrou que os adolescentes americanos consomem em média 357 calorias diárias dessa fonte. É possível que os nossos não fiquem para trás.
Ao contrário dos carboidratos complexos contidos nos alimentos ricos em fibras, como as frutas e as verduras, as bebidas açucaradas são pobres em nutrientes e estão ligadas a maus hábitos alimentares, como o consumo de doces, biscoitos e salgadinhos empacotados.
As recomendações do Ministério da Saúde para que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados e, principalmente, aumentem os níveis de atividade física, devem ser levadas a sério.
(Adaptado: Drauzio Varella. Refrigerantes açucarados. Disponível em: http://folha.com/no1201415, 15/12/2012)
O Ministério da Saúde ...... que crianças e adultos evitem refrigerantes e sucos açucarados e ...... alguma atividade física.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Na história da moderna literatura brasileira, a obra de José Lins do Rego representa uma época, uma corrente de pensamento dentro da atividade criadora na ficção. Confluíram em seus livros caminhos de diversas origens, raízes aflorantes no solo e outras de mais longa viagem subterrânea, as primeiras de contemporâneos em tentativas recentes e as segundas de nomes mais antigos na história do romance brasileiro.
Mas o menino José − José Lins do Rego Cavalcanti −, nascido aos 3 de junho de 1901, no engenho Corredor, município de Pilar, Estado da Paraíba, já trazia consigo outras raízes que iria acrescentar a essas heranças. Raízes do sangue e da terra, que vinham de João do Rego Cavalcanti e Amélia do Rego Cavalcanti, seus pais, passando de geração em geração por outros homens e mulheres sempre ligados ao mundo rural do Nordeste açucareiro.
Seu primeiro livro − Menino de engenho − é chave de uma obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. O escritor mesmo, certa vez, em artigo de jornal, contou alguma coisa a respeito do livro de estreia: “O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de todos recebeu um não seco, quando não me deram o calado como resposta. Só mais tarde uma editora desconhecida, com dinheiro do meu bolso, publicaria a novela. Havia por esse tempo a revolução de São Paulo e, apesar da convulsão, esgotou-se em três meses. Uma edição de 2000 exemplares foi quase toda vendida no Rio”.
Além das opiniões elogiosas da crítica, o livro mereceu também o prêmio de romance da Fundação Graça Aranha, o que consolidou sem dúvida a posição do estreante, que então se lança ao trabalho com maior entusiasmo e ímpeto criador, para oferecer no ano seguinte − 1933 − o segundo livro do “Ciclo da Cana-de-Açúcar” − Doidinho. Daí por diante sua obra não conheceu interrupções maiores. A partir de Banguê, em 1934, seus livros trazem então uma nova e definitiva chancela editorial − Livraria José Olympio Editora. No ano seguinte, 1935, José Lins publicaria Moleque Ricardo, penúltima parte do ciclo, que ficará definitivamente encerrado com o aparecimento de Usina, em 1936.
(Adaptado de Wilson Lousada. Breve notícia-vida de José Lins do Rego. Usina. 7. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. p. XI-XVI)
O livro foi oferecido a todos os editores nacionais, de todos recebeu um não seco ...
O segmento em destaque na frase acima exerce a mesma função sintática que o elemento grifado em:
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