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Assinale a opção em que não há crase em lacuna alguma.
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A charge é antiga, mas o assunto continua atual.

Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo
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Avalie as afirmativas a seguir, relativas a textos normativos legais.
I. Alíneas devem ser designadas por letras minúsculas, seguidas de um parêntese de fechamento: a), b), c).
II. Na numeração de artigos, utiliza-se apenas a numeração ordinal: art. 1º, art. 8º, art. 10º.
III. Na numeração de parágrafos, utiliza-se apenas a numeração cardinal: § 3, § 9, § 10.
IV. Incisos devem ser designados por algarismos romanos e iniciados por letra minúscula: I, II, III.
Está correto o que se afirma em
I. Alíneas devem ser designadas por letras minúsculas, seguidas de um parêntese de fechamento: a), b), c).
II. Na numeração de artigos, utiliza-se apenas a numeração ordinal: art. 1º, art. 8º, art. 10º.
III. Na numeração de parágrafos, utiliza-se apenas a numeração cardinal: § 3, § 9, § 10.
IV. Incisos devem ser designados por algarismos romanos e iniciados por letra minúscula: I, II, III.
Está correto o que se afirma em
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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e,
usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor,
que a moça repetisse.
O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu
negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes
da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não
podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições
da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o
português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
“Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a
moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar
na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de
cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de
Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as
formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro
num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às
vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio
de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último
barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um
professor de português. O target não é preparar o leitor para a
nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente
entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a
proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz
up to date:
“Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos,
publicada em “O Globo”.)
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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e,
usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor,
que a moça repetisse.
O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu
negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes
da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não
podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições
da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o
português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
“Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a
moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar
na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de
cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de
Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as
formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro
num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às
vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio
de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último
barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um
professor de português. O target não é preparar o leitor para a
nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente
entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a
proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz
up to date:
“Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos,
publicada em “O Globo”.)
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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e,
usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor,
que a moça repetisse.
O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu
negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes
da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não
podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições
da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o
português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
“Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a
moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar
na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de
cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de
Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as
formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro
num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às
vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio
de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último
barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um
professor de português. O target não é preparar o leitor para a
nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente
entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a
proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz
up to date:
“Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos,
publicada em “O Globo”.)
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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e,
usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor,
que a moça repetisse.
O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu
negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes
da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não
podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições
da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o
português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
“Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a
moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar
na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de
cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de
Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as
formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro
num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às
vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio
de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último
barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um
professor de português. O target não é preparar o leitor para a
nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente
entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a
proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz
up to date:
“Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos,
publicada em “O Globo”.)
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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e,
usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor,
que a moça repetisse.
O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu
negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes
da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não
podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições
da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o
português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
“Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a
moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar
na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de
cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de
Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as
formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro
num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às
vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio
de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último
barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um
professor de português. O target não é preparar o leitor para a
nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente
entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a
proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz
up to date:
“Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos,
publicada em “O Globo”.)
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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e,
usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor,
que a moça repetisse.
O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu
negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes
da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não
podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições
da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o
português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
“Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a
moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar
na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de
cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de
Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as
formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro
num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às
vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio
de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último
barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um
professor de português. O target não é preparar o leitor para a
nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente
entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a
proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz
up to date:
“Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos,
publicada em “O Globo”.)
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As frases a seguir mostram um substantivo e um adjetivo
sublinhados, sendo que o adjetivo não pertence à mesma família
etimológica do substantivo e é considerado culto.
Assinale a opção em que o adjetivo não corresponde semanticamente ao substantivo.
Assinale a opção em que o adjetivo não corresponde semanticamente ao substantivo.
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