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Mulher de 48 anos procura atendimento por cansaço progressivo
aos esforços há cerca de 1 ano. Nega dor abdominal, diarreia
crônica ou alterações dos hábitos intestinais. Comorbidade
conhecida: vitiligo.
Ao exame físico, apresenta mucosas descoradas, sem outras alterações.
Exames laboratoriais:
• Hemoglobina: 9,5 g/dL • VCM: 114 fL • Leucócitos e plaquetas: normais • Reticulócitos corrigidos: <1% • Teste de Coombs direto: negativo • Cinética do ferro: normal • LDH: 360 U/L (VR até 240 U/L) • Bilirrubina total: 1,8 mg/dL (Direta 0,6 / Indireta 1,2) • Albumina: 4,3 g/dL (VR 3,5–5,0) • Globulina: 2,9 g/dL (VR 2,5–3,5) • Ácido fólico: normal • Homocisteína: 22 µmol/L (VR até 15 µmol/L) • Vitamina B12: 80 pg/mL (VR >200 pg/mL) • 25-OH-Vitamina D: 40 ng/mL (VR >30 ng/mL) • Sangue periférico: neutrófilos hipersegmentados • Pesquisa de sangue oculto nas fezes: negativa • EAF e EPF: sem alterações • Colonoscopia (1 ano antes): normal • Endoscopia digestiva alta: • Exame macroscópico: aspecto de gastrite atrófica de corpo e fundo gástrico. Antro gástrico e duodeno: sem alterações • Exame microscópico: Gastrite atrófica de corpo e fundo gástrico, sem displasia. Antro gástrico e duodeno sem alterações. Pesquisa de Helicobacter pylori: negativa.
A causa mais provável da deficiência vitamínica apresentada e o exame que deve ser solicitado para confirmação diagnóstica são, respectivamente,
Ao exame físico, apresenta mucosas descoradas, sem outras alterações.
Exames laboratoriais:
• Hemoglobina: 9,5 g/dL • VCM: 114 fL • Leucócitos e plaquetas: normais • Reticulócitos corrigidos: <1% • Teste de Coombs direto: negativo • Cinética do ferro: normal • LDH: 360 U/L (VR até 240 U/L) • Bilirrubina total: 1,8 mg/dL (Direta 0,6 / Indireta 1,2) • Albumina: 4,3 g/dL (VR 3,5–5,0) • Globulina: 2,9 g/dL (VR 2,5–3,5) • Ácido fólico: normal • Homocisteína: 22 µmol/L (VR até 15 µmol/L) • Vitamina B12: 80 pg/mL (VR >200 pg/mL) • 25-OH-Vitamina D: 40 ng/mL (VR >30 ng/mL) • Sangue periférico: neutrófilos hipersegmentados • Pesquisa de sangue oculto nas fezes: negativa • EAF e EPF: sem alterações • Colonoscopia (1 ano antes): normal • Endoscopia digestiva alta: • Exame macroscópico: aspecto de gastrite atrófica de corpo e fundo gástrico. Antro gástrico e duodeno: sem alterações • Exame microscópico: Gastrite atrófica de corpo e fundo gástrico, sem displasia. Antro gástrico e duodeno sem alterações. Pesquisa de Helicobacter pylori: negativa.
A causa mais provável da deficiência vitamínica apresentada e o exame que deve ser solicitado para confirmação diagnóstica são, respectivamente,
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Homem de 48 anos, internado em unidade de terapia intensiva
após cirurgia oncológica extensa, apresenta sinais inflamatórios no
sítio do cateter venoso central em veia jugular interna direita, com
hiperemia, calor e drenagem de secreção purulenta local. Evolui
com febre e hemoculturas positivas para Staphylococcus aureus.
Sobre a infecção de corrente sanguínea por esse agente, analise as assertivas a seguir:
I. A persistência de hemoculturas positivas após 48 a 96 horas do início da terapia antimicrobiana adequada e da remoção do foco suspeito é um dos principais critérios para definição de bacteremia complicada por S. aureus.
II. A ausência de defervescência em até 72 horas após o início do antibiótico apropriado configura critério de complicação infecciosa e deve motivar investigação de focos metastáticos de infecção.
III. Na suspeita de focos infecciosos secundários, como endocardite, espondilodiscite, abscesso esplênico, osteomielite, embolização séptica pulmonar ou infecção de próteses, dentre outros, deve-se proceder à investigação detalhada com os exames complementares apropriados, como ecocardiograma transesofágico, tomografia contrastada ou outros métodos de imagem direcionados conforme a suspeita clínica.
IV. O tempo de tratamento é fixo, geralmente de duas semanas, independente da remoção do foco infeccioso ou da presença de critérios de infecção complicada.
Estão corretas as assertivas
Sobre a infecção de corrente sanguínea por esse agente, analise as assertivas a seguir:
I. A persistência de hemoculturas positivas após 48 a 96 horas do início da terapia antimicrobiana adequada e da remoção do foco suspeito é um dos principais critérios para definição de bacteremia complicada por S. aureus.
II. A ausência de defervescência em até 72 horas após o início do antibiótico apropriado configura critério de complicação infecciosa e deve motivar investigação de focos metastáticos de infecção.
III. Na suspeita de focos infecciosos secundários, como endocardite, espondilodiscite, abscesso esplênico, osteomielite, embolização séptica pulmonar ou infecção de próteses, dentre outros, deve-se proceder à investigação detalhada com os exames complementares apropriados, como ecocardiograma transesofágico, tomografia contrastada ou outros métodos de imagem direcionados conforme a suspeita clínica.
IV. O tempo de tratamento é fixo, geralmente de duas semanas, independente da remoção do foco infeccioso ou da presença de critérios de infecção complicada.
Estão corretas as assertivas
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Mulher de 46 anos procura atendimento por fadiga há cerca de 2
a 3 meses. Relata olhos secos, com sensação de prurido e irritação
ocular, além de dificuldade para engolir alimentos secos devido à
secura bucal persistente. Nega regurgitação nasal de alimentos,
disfagia de transferência ou de condução. Descreve episódios
recorrentes de aumento de volume parotídeo bilateral, com dor
leve e consistência elástica, sem sinais inflamatórios ou febre, que
regridem espontaneamente após alguns dias.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, com pressão arterial de 118/72 mmHg, ausculta cardíaca e pulmonar normais, mucosas orais ressecadas e glândulas parótidas discretamente aumentadas, móveis e indolores. Abdome plano, sem visceromegalias nem linfonodomegalias palpáveis. Exame osteoarticular: sem alterações.
Radiografia de tórax: sem alargamento mediastinal ou alterações parenquimatosas.
Ultrassonografia de rins e vias urinárias: sem anormalidades.
Hemograma: hemoglobina 13 g/dL; VCM 85 fL; leucócitos 5.200/mm³ (diferencial normal); plaquetas 250.000/mm³.
Sorologias virais para hepatites B e C e HIV: negativas.
Autoanticorpos: FAN (padrão nuclear pontilhado fino, 1:320), antiSSA/Ro positivo, fator reumatoide discretamente elevado (40 UI/mL; VR <20), anti-CCP negativo, anti-DNA de dupla hélice, antiSm e antifosfolipídeos negativos. Complemento sérico, IgG e subtipos: dentro da normalidade. Hepatograma e eletroforese de proteínas: normais.
Biópsia de glândula salivar labial: mostra sialadenite linfocítica focal, com infiltrado linfocitário periductal denso, contendo ao menos um foco (agrupamento de ≥50 linfócitos) por 4 mm² de tecido glandular, associado a destruição parcial dos ácinos e preservação de ductos maiores e vasos.
Exames laboratoriais recentes mostram acidose metabólica (pH sérico 7,29; bicarbonato 14 mEq/L), com ânion gap normal (10) e hipocalemia (3,0 mEq/L).
A urina é alcalina, sem hematúria.
A proteinúria é de 400 mg/24h, com creatinina sérica de 1,0 mg/dL, cálcio e CPK normais.
Com base no quadro clínico e nos achados laboratoriais, assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a manifestação associada.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, com pressão arterial de 118/72 mmHg, ausculta cardíaca e pulmonar normais, mucosas orais ressecadas e glândulas parótidas discretamente aumentadas, móveis e indolores. Abdome plano, sem visceromegalias nem linfonodomegalias palpáveis. Exame osteoarticular: sem alterações.
Radiografia de tórax: sem alargamento mediastinal ou alterações parenquimatosas.
Ultrassonografia de rins e vias urinárias: sem anormalidades.
Hemograma: hemoglobina 13 g/dL; VCM 85 fL; leucócitos 5.200/mm³ (diferencial normal); plaquetas 250.000/mm³.
Sorologias virais para hepatites B e C e HIV: negativas.
Autoanticorpos: FAN (padrão nuclear pontilhado fino, 1:320), antiSSA/Ro positivo, fator reumatoide discretamente elevado (40 UI/mL; VR <20), anti-CCP negativo, anti-DNA de dupla hélice, antiSm e antifosfolipídeos negativos. Complemento sérico, IgG e subtipos: dentro da normalidade. Hepatograma e eletroforese de proteínas: normais.
Biópsia de glândula salivar labial: mostra sialadenite linfocítica focal, com infiltrado linfocitário periductal denso, contendo ao menos um foco (agrupamento de ≥50 linfócitos) por 4 mm² de tecido glandular, associado a destruição parcial dos ácinos e preservação de ductos maiores e vasos.
Exames laboratoriais recentes mostram acidose metabólica (pH sérico 7,29; bicarbonato 14 mEq/L), com ânion gap normal (10) e hipocalemia (3,0 mEq/L).
A urina é alcalina, sem hematúria.
A proteinúria é de 400 mg/24h, com creatinina sérica de 1,0 mg/dL, cálcio e CPK normais.
Com base no quadro clínico e nos achados laboratoriais, assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a manifestação associada.
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Homem de 28 anos, sem comorbidades, apresenta tosse seca há
10 dias, febre baixa, cefaleia e mialgia. Nega dispneia.
Exame físico com sinais vitais estáveis, exame cardiopulmonar sem alterações, restante dentro da normalidade.
Laboratório com contagem de leucócitos normais, discreta elevação da PCR. Radiografia de tórax evidencia infiltrado intersticial difuso, sem consolidação.
O painel respiratório por PCR detecta Mycoplasma pneumoniae, e a sorologia IgM específica é positiva.
Com base nas características da infecção por Mycoplasma pneumoniae, analise as afirmativas a seguir:
I. Mycoplasma pneumoniae é um microrganismo atípico, desprovido de parede celular, o que explica a inatividade dos antibióticos β-lactâmicos, cujo alvo terapêutico é a síntese da parede bacteriana.
II. O Mycoplasma pneumoniae apresenta crescimento rápido em meios convencionais de cultura, permitindo diagnóstico bacteriológico de rotina em até 48 horas.
III. Dentre as manifestações extrapulmonares possíveis da infecção por Mycoplasma pneumoniae, destacam-se a anemia hemolítica autoimune mediada por anticorpos frios e a síndrome de Stevens-Johnson.
IV. O tratamento pode incluir macrolídeos (como azitromicina) ou fluoroquinolonas respiratórias (como levofloxacino), fármacos com boa penetração intracelular e atividade contra agentes atípicos.
Estão corretas as afirmativas
Exame físico com sinais vitais estáveis, exame cardiopulmonar sem alterações, restante dentro da normalidade.
Laboratório com contagem de leucócitos normais, discreta elevação da PCR. Radiografia de tórax evidencia infiltrado intersticial difuso, sem consolidação.
O painel respiratório por PCR detecta Mycoplasma pneumoniae, e a sorologia IgM específica é positiva.
Com base nas características da infecção por Mycoplasma pneumoniae, analise as afirmativas a seguir:
I. Mycoplasma pneumoniae é um microrganismo atípico, desprovido de parede celular, o que explica a inatividade dos antibióticos β-lactâmicos, cujo alvo terapêutico é a síntese da parede bacteriana.
II. O Mycoplasma pneumoniae apresenta crescimento rápido em meios convencionais de cultura, permitindo diagnóstico bacteriológico de rotina em até 48 horas.
III. Dentre as manifestações extrapulmonares possíveis da infecção por Mycoplasma pneumoniae, destacam-se a anemia hemolítica autoimune mediada por anticorpos frios e a síndrome de Stevens-Johnson.
IV. O tratamento pode incluir macrolídeos (como azitromicina) ou fluoroquinolonas respiratórias (como levofloxacino), fármacos com boa penetração intracelular e atividade contra agentes atípicos.
Estão corretas as afirmativas
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Homem de 60 anos, tabagista e etilista, procura atendimento por
icterícia progressiva há cerca de dois meses, acompanhada de
colúria, fezes acólicas, prurido e dor leve em região epigástrica.
Refere perda ponderal de aproximadamente 8 kg nesse período.
Ao exame físico, observa-se icterícia 3+/4+ e, ao exame abdominal, vesícula biliar palpável e indolor, sem outras alterações relevantes.
Assinale a opção que apresenta o nome do sinal semiológico descrito e qual a principal hipótese diagnóstica associada.
Ao exame físico, observa-se icterícia 3+/4+ e, ao exame abdominal, vesícula biliar palpável e indolor, sem outras alterações relevantes.
Assinale a opção que apresenta o nome do sinal semiológico descrito e qual a principal hipótese diagnóstica associada.
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Mulher de 50 anos é trazida à clínica por sua filha devido à fadiga
progressiva e perda de peso não intencional de 6 kg nos últimos 4
meses. Nesse período, passou a apresentar dispneia aos médios
esforços, associada a tosse seca ocasional.
Nega febre, sudorese noturna ou hemoptise.
É hipertensa, nega tabagismo, viúva, aposentada (professora de inglês) e sem exposições ocupacionais ou contato com animais domésticos. Faz uso de losartana e clortalidona.
Ao exame físico, encontra-se emagrecida, levemente hipocorada, alerta e lúcida. Sinais vitais dentro da normalidade. À ausculta respiratória, murmúrio vesicular reduzido no terço inferior do hemitórax direito. Sem linfonodomegalias ou visceromegalias.
Exames complementares:
Radiografia de tórax: hipotransparência de 3,5 cm de diâmetro no lobo inferior direito.
Tomografia computadorizada de tórax: massa de densidade de partes moles, contornos irregulares, localizada no parênquima pulmonar adjacente à pleura direita, com retração pleural e sem derrame pleural ou linfonodomegalias. Achado compatível com neoplasia primária de pulmão.
Biópsia pulmonar guiada por TC: células malignas formadoras de glândulas com produção de mucina.
Esse quadro é sugestivo de
Nega febre, sudorese noturna ou hemoptise.
É hipertensa, nega tabagismo, viúva, aposentada (professora de inglês) e sem exposições ocupacionais ou contato com animais domésticos. Faz uso de losartana e clortalidona.
Ao exame físico, encontra-se emagrecida, levemente hipocorada, alerta e lúcida. Sinais vitais dentro da normalidade. À ausculta respiratória, murmúrio vesicular reduzido no terço inferior do hemitórax direito. Sem linfonodomegalias ou visceromegalias.
Exames complementares:
Radiografia de tórax: hipotransparência de 3,5 cm de diâmetro no lobo inferior direito.
Tomografia computadorizada de tórax: massa de densidade de partes moles, contornos irregulares, localizada no parênquima pulmonar adjacente à pleura direita, com retração pleural e sem derrame pleural ou linfonodomegalias. Achado compatível com neoplasia primária de pulmão.
Biópsia pulmonar guiada por TC: células malignas formadoras de glândulas com produção de mucina.
Esse quadro é sugestivo de
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Mulher de 24 anos, previamente hígida, iniciou há dois meses
investigação por febre baixa, perda ponderal, rash malar e úlceras
orais recorrentes. Nas últimas três semanas, evoluiu com edema
de membros inferiores, redução do débito urinário, elevação dos
níveis pressóricos e dispneia aos esforços.
Ao exame físico: PA 150×90 mmHg, FC 90 bpm, FR 24 irpm, com estertores crepitantes bibasais. Radiografia de tórax evidenciou sinais de congestão pulmonar.
Exames laboratoriais revelaram: creatinina 2,6 mg/dL, ureia 80 mg/dL, VHS elevada, proteína C reativa normal, FAN reagente (1:640) com padrão nuclear homogêneo, consumo de C3 e C4, albumina sérica 3,0 g/dL, hematúria e proteinúria de 3,8 g/24h.
A biópsia renal demonstrou glomerulonefrite proliferativa difusa (classe IV) com imunofluorescência positiva em padrão granular difuso (“full house”) para IgG, IgA, IgM, C3 e C1q.
Assinale o autoanticorpo que, quando presente em altos títulos, está mais fortemente associado à atividade da doença no lúpus eritematoso sistêmico, especialmente à nefrite lúpica.
Ao exame físico: PA 150×90 mmHg, FC 90 bpm, FR 24 irpm, com estertores crepitantes bibasais. Radiografia de tórax evidenciou sinais de congestão pulmonar.
Exames laboratoriais revelaram: creatinina 2,6 mg/dL, ureia 80 mg/dL, VHS elevada, proteína C reativa normal, FAN reagente (1:640) com padrão nuclear homogêneo, consumo de C3 e C4, albumina sérica 3,0 g/dL, hematúria e proteinúria de 3,8 g/24h.
A biópsia renal demonstrou glomerulonefrite proliferativa difusa (classe IV) com imunofluorescência positiva em padrão granular difuso (“full house”) para IgG, IgA, IgM, C3 e C1q.
Assinale o autoanticorpo que, quando presente em altos títulos, está mais fortemente associado à atividade da doença no lúpus eritematoso sistêmico, especialmente à nefrite lúpica.
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Uma mulher de 35 anos procura o pronto-socorro devido a
dispnéia súbita, iniciada horas antes, enquanto fazia compras no
supermercado do seu bairro. Refere sensação de dor na região
lateral do tórax direito quando inspira profundamente, tosse seca
e ausência de dor à palpação direta do local. Nega febre ou
doenças pulmonares prévias. Há 3 meses teve o diagnóstico de
carcinoma de colo de útero, em acompanhamento com equipe de
Oncologia. Tabagista com carga de 15 maços/ano.
Ao exame físico apresenta-se afebril, normotensa, FC 108bpm, FR: 30 irpm, SpO₂: 91% em ar ambiente, ansiosa, normocorada. Ausculta cardíaca sem sopros ou bulhas acessórias, campos pulmonares limpos. Dor à palpação de panturrilha direita, sem edemas.
Eletrocardiograma (ECG) com taquicardia sinusal e radiografia de tórax sem alterações.
Gasometria arterial: Alcalose respiratória e paO2 62mmHg.
Angiotomografia pulmonar: falha de enchimento em ramos da artéria pulmonar direita sugestivo de embolia pulmonar.
Com base nos achados descritos, assinale a opção abaixo que melhor descreve a anormalidade fisiológica presente na região pulmonar afetada.
Ao exame físico apresenta-se afebril, normotensa, FC 108bpm, FR: 30 irpm, SpO₂: 91% em ar ambiente, ansiosa, normocorada. Ausculta cardíaca sem sopros ou bulhas acessórias, campos pulmonares limpos. Dor à palpação de panturrilha direita, sem edemas.
Eletrocardiograma (ECG) com taquicardia sinusal e radiografia de tórax sem alterações.
Gasometria arterial: Alcalose respiratória e paO2 62mmHg.
Angiotomografia pulmonar: falha de enchimento em ramos da artéria pulmonar direita sugestivo de embolia pulmonar.
Com base nos achados descritos, assinale a opção abaixo que melhor descreve a anormalidade fisiológica presente na região pulmonar afetada.
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Homem de 70 anos é internado com dispneia progressiva,
ortopneia e edema de membros inferiores há 2 semanas.
Antecedentes de hipertensão arterial, doença arterial coronariana
e insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida.
Ao exame: temperatura 36,6°C, pressão arterial 130/70 mmHg, frequência cardíaca 94 bpm e frequência respiratória 24 irpm. Presença de turgência jugular, ritmo de galope com terceira bulha (B3) e crepitações bilaterais nos campos pulmonares. Edema em membros inferiores (++/4+).
Radiografia de tórax evidencia congestão pulmonar.
É iniciado tratamento com diurético intravenoso que inibe o cotransportador Na⁺-K⁺-2Cl⁻ no ramo ascendente espesso da alça de Henle.
O fármaco utilizado pode causar o seguinte efeito adverso
Ao exame: temperatura 36,6°C, pressão arterial 130/70 mmHg, frequência cardíaca 94 bpm e frequência respiratória 24 irpm. Presença de turgência jugular, ritmo de galope com terceira bulha (B3) e crepitações bilaterais nos campos pulmonares. Edema em membros inferiores (++/4+).
Radiografia de tórax evidencia congestão pulmonar.
É iniciado tratamento com diurético intravenoso que inibe o cotransportador Na⁺-K⁺-2Cl⁻ no ramo ascendente espesso da alça de Henle.
O fármaco utilizado pode causar o seguinte efeito adverso
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Um homem de 38 anos dá entrada na emergência com quadro
súbito iniciado durante o almoço em um restaurante de frutos do
mar.
Na admissão, encontrava-se sonolento, com pressão arterial de 70×40 mmHg, frequência cardíaca de 125 bpm, frequência respiratória de 36 irpm e SpO₂ de 86% em ar ambiente.
O exame físico mostrava rubor generalizado, edema periorbitário e sibilância difusa bilateral. Não havia sinais de trauma ou atividade convulsiva. As extremidades estavam frias, e o paciente não apresentou melhora com as medidas de suporte iniciais.
Diante da principal hipótese diagnóstica, assinale a medida mais importante.
Na admissão, encontrava-se sonolento, com pressão arterial de 70×40 mmHg, frequência cardíaca de 125 bpm, frequência respiratória de 36 irpm e SpO₂ de 86% em ar ambiente.
O exame físico mostrava rubor generalizado, edema periorbitário e sibilância difusa bilateral. Não havia sinais de trauma ou atividade convulsiva. As extremidades estavam frias, e o paciente não apresentou melhora com as medidas de suporte iniciais.
Diante da principal hipótese diagnóstica, assinale a medida mais importante.
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