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Uma mulher de 65 anos, na menopausa há 18 anos, apresenta: Densitometria óssea: coluna lombar T-score -2,8; colo femoral Tscore -2,3; 25-hidroxivitamina D: 18 ng/mL (VR >30); cálcio sérico: 9,2 mg/dL (VR 8,5-10,5); PTH: 88 pg/mL (VR 15-65); creatinina: 1,1 mg/dL; TFGe: 58 mL/min/1,73m²; fosfatase alcalina: 92 U/L (VR 35-104). Foi iniciado alendronato 70 mg/semana.
Quanto à suplementação de vitamina D para essa paciente, assinale a afirmativa correta:
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Um homem de 61 anos, IMC 33 kg/m², não diabético (HbA1c 5,6%), com histórico de infarto agudo do miocárdio há 3 anos, em uso regular de AAS, atorvastatina, bisoprolol e enalapril, procura o endocrinologista para manejo de peso. PA 128/78 mmHg, circunferência abdominal 108 cm. LDL-c 68 mg/dL, triglicerídeos 180 mg/dL, PCR ultrassensível 3,8 mg/L.
Considerando os achados do SELECT e as características deste paciente, assinale a alternativa correta:
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Mulher, 27 anos, nuligesta, apresenta amenorreia secundária há 15 meses. Menarca aos 12 anos, ciclos regulares até os 25 anos. IMC 19,1 kg/m² (perda de 12 kg em 18 meses após dieta restritiva e corrida 60 km/semana). Nega galactorreia, hirsutismo ou uso de medicações. Ao exame: sinais vitais normais, ausência de hirsutismo, acne ou galactorreia. Laboratório: β-hCG :negativo; FSH: 2,8 IU/L (VR fase folicular 3,5–12,5); LH: 1,2 IU/L (VR fase folicular 2,4–12,6); Estradiol: 18 pg/mL (VR fase folicular 25–75); Prolactina: 22 ng/mL (VR 3–27); TSH: 1,9 mIU/L (VR 0,4–4,4); T4 livre: 1,1 ng/dL (VR 0,9–1,7) ; Cortisol matinal: 15 µg/dL (VR 5–25); 17-OH-progesterona: 0,9 ng/mL (VR <2,0) ; Testosterona total: 28 ng/dL (VR 15–70); IGF-1: 185 ng/mL (VR idade 117–329); RM de sela túrcica: hipófise normal, sem lesões. Densitometria óssea: coluna lombar Z-score -2,5; colo femoral Z-score -2,1.
Levando-se em consideração o diagnóstico mais provável e as evidências atuais sobre tratamento, assinale a afirmativa correta.
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Homem, 45 anos, IMC 36 kg/m², hipertenso e portador de diabetes mellitus tipo 2 mal controlado (HbA1c 9,0 %), queixa-se de queda da libido e fadiga há 8 meses. Nega uso de opioides, anabolizantes ou corticoterapia. Refere roncos altos e sonolência diurna. Ao exame: circunferência abdominal 118 cm; ginecomastia ausente; testículos 20 mL bilaterais; pressão arterial 138 × 86 mmHg. Exames (colhidos 7 h): testosterona total 310 ng/dL (VR 300– 1000); SHBG 17 nmol/L (VR 18–55) Testosterona livre calculada 65 pg/mL (VR 70–220); LH 3,5 IU/L (VR 1,5–9,3); FSH 4,2 IU/L (VR 1,4–18); Prolactina 11 ng/mL (VR 2–18); TSH 2,1 mIU/L.
A contém a conduta mais adequada, segundo as recomendações atuais para hipogonadismo masculino funcional, é
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Paciente, 55 anos, inicia amiodarona para fibrilação atrial. Após 4 meses, encontra-se com TSH: 0,01 mUI/L, T4L: 2,8 ng/dL, T3L: 1,2 pg/mL. Ao exame físico não apresenta bócio.
O diagnóstico correto é
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Homem de 52 anos com síndrome metabólica. Circunferência abdominal: 107 cm, glicemia jejum: 117 mg/dL, HDL: 35 mg/dL, triglicerídeos: 190 mg/dL, PA: 135/80 mmHg.
A intervenção de maior impacto é
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Criança de 12 anos com LDL: 195 mg/dL. Pai com IAM aos 35 anos. Triglicerídeos: 80 mg/dL, HDL: 35 mg/dL.
O diagnóstico e o tratamento são, respectivamente,
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Paciente, masculino, 40 anos com triglicerídeos: 1600 mg/dL, colesterol total: 320 mg/dL. Refere dor abdominal recorrente.
O risco imediato e o tratamento são, respectivamente,
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Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitustipo 2 há 7 anos, está em uso de metformina 2 g/dia e dapagliflozina 10 mg/dia, com hemoglobina glicada (HbA1c) de 8,5 % e IMC de 34 kg/m². Apresenta taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 39 mL/min/1,73 m², coronariopatia crônica estável e neuropatia periférica leve. O endocrinologista cogita iniciar tirzepatida como terapia adicional.
Em relação à tirzepatida para esse paciente, assinale a afirmativa correta.
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