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O Poder Legislativo, como toda instituição pública

pluralista, possui virtudes e defeitos. Na Câmara e no Senado,

debatem-se diariamente os problemas nacionais e são

apresentadas dezenas de propostas e projetos capazes de mudar

os cenários político, econômico e social do país. Ali, são

votadas leis de grande impacto na vida dos cidadãos e das

instituições e se fazem a fiscalização e o acompanhamento dos

atos e dos gastos do governo, do próprio Congresso e de

instituições várias do cenário nacional. A atividade é intensa e

multifacetada. Por ser um centro do poder político onde se

digladiam forças em permanente confronto e por ter

responsabilidades sobre orçamentos e finanças públicas, a

instituição não raro é alvo de suspeitas, denúncias e

investigações sobre todo tipo de desvios, fraudes e corrupção,

envolvendo os representantes eleitos ou os assessores e

servidores que os cercam.

É público e notório que a imensa maioria das pessoas

acompanha os trabalhos do Congresso e se informa sobre as

atividades dos deputados e senadores na mídia, especialmente

na chamada grande imprensa, que inclui os telejornais e os

jornais impressos. A mídia privada, autoproclamada

independente e vigilante sobre os poderes públicos, exerce com

zelo seu papel de fiscal dos órgãos do Estado, dedicando

especial atenção às denúncias que envolvem o

Poder Legislativo. Em muitos casos, como na Comissão

Parlamentar de Inquérito (CPI) do Orçamento (de 1992), e,

mais recentemente, nas CPIs dos Correios (de 2005) e da

compra de ambulâncias (de 2006), investigações conduzidas

pela Polícia Federal e pelo Ministério Público resultaram em

acusações concretas e, em muitos casos, aparentemente

fundamentadas contra deputados e senadores, com base em

gravações de conversas telefônicas e movimentações bancárias.

Mas, às vezes, até por excesso de zelo e pelo desejo

de investigar, os jornalistas denunciam como irregulares e

apontam como desvios éticos dos congressistas algumas

práticas consideradas normais, rotineiras e legais na maioria

das democracias ocidentais. É o caso das emendas ao

orçamento da União e da ocupação de cargos públicos por

pessoas indicadas por líderes e dirigentes de partidos políticos,

consideradas imorais (“manobras”, “fisiologia”,

“toma-lá-dá-cá” etc.) e noticiadas com grande destaque e boa

dose de crítica nas páginas dos jornais.

Decisões políticas acertadas, projetos importantes

aprovados, iniciativas e fatos positivos de relevância para os

cidadãos, ocorridos no Parlamento, muitas vezes não são

noticiados pela mídia e, consequentemente, acabam ignorados

pela maioria das pessoas. Se noticiados, a sua divulgação

contribuiria para melhorar a imagem do Parlamento. “Muito da

nossa maneira de ver o mundo — e, portanto, de agir neste

mundo — depende da mídia”, observa Luis Felipe Miguel,

para quem a imprensa, ao contrário do que trata de fazer

parecer, não transmite apenas “fatos”, mas também

julgamentos, valores, interpretações.

Sérgio Chacon. Congresso, imprensa e opinião pública: o caso da CPMI dos Sanguessugas, 2008. Internet: www.bd.camara.gov.br (com adaptações)



Considerando o texto acima, julgue o item.
Considerando-se o desenvolvimento dos argumentos no primeiro parágrafo, seria possível substituir a expressão “não raro” (L.13) pelo seu equivalente semântico sempre, sem que se alterasse a força argumentativa do período e sem que se prejudicasse a coerência do parágrafo.
 

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Conquanto a fórmula “Fica aprovado o texto...”

venha tendo a preferência nas redações finais dos projetos de

decreto legislativo desta década, o formato anterior,

É aprovado o texto...”, utilizado em décadas passadas,

parece mais consentâneo com o bom português. Não apenas é

o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz

passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar

locução verbal com o verbo aprovar.

Ademais, em sua acepção intransitiva, ser tem a

conotação de ter existência real, existir. Um ato internacional

ao qual o parlamento brasileiro concede aprovação legislativa

cumpre a etapa parlamentar deliberativa para a sua existência

real como norma de direito positivo interno, com caráter de

permanência (não se trata de alguma coisa qualquer que recebe

um aval momentâneo para ali ficar transitoriamente).

Conquanto as duas fórmulas tenham sido utilizadas, a

opção pela utilização da locução verbal é aprovado soa,

juridicamente, mais robusta, com maior força de comunicado

de decisão peremptória à nação. Afinal, o que fica, pode,

também, sair, partir...

Maria Ester Mena Barreto Camino e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo. Necessidade de uniformização dos projetos de decreto legislativo pertinentes a atos internacionais. Maio/2011. Internet: www2.camara.gov.br (com adaptações




Julgue o item, acerca do texto.
A argumentação desenvolvida no texto apresenta um tipo de raciocínio denominado pendular, defendendo ora o emprego da fórmula "Fica aprovado o texto...", ora o da expressão "É aprovado o texto...".
 

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As obras para melhoria das rodovias federais

brasileiras viraram um jogo de faz de conta: as empresas

responsáveis por elas fazem de conta que estão tocando os

trabalhos, e o governo finge que acredita. Já os usuários dessas

vias são obrigados a enfrentar a vida real, que é feita de trechos

congestionados, esburacados e índices de acidentes que

aumentaram mais de 50% nos últimos cinco anos. Em 2007, o

governo licitou um pacote que incluiu a Régis Bittencourt,

principal corredor entre São Paulo e o sul do país, a

Fernão Dias, que une a capital paulista à mineira, e outras

cinco rodovias importantes do Sul e do Sudeste do país. Com

a Dutra, elas formam o cerne da malha rodoviária nacional.

De acordo com o edital de privatização, as empresas que

ganharam o direito de explorá-las deveriam ampliar o seu

número de faixas e construir contornos e ramais com vistas a

desatar os nós que as asfixiam. A reportagem percorreu de

carro 4.500 quilômetros dessas estradas para chegar a uma

conclusão assustadora. Quatro anos depois da privatização

“baratinha”, nenhuma das grandes obras previstas saiu do

papel.

Kalleo Coura. O golpe do pedágio barato. In: Veja, 16/11/2011 (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Os dois últimos períodos do texto (L.16-20) poderiam ser reescritos em um só, sem que houvesse prejuízo para o sentido e a correção gramatical do trecho, da seguinte forma: A reportagem percorreu de carro 4.500 quilômetros dessas estradas para chegar à conclusão assustadora de que, quatro anos depois da privatização “baratinha”, nenhuma das grandes obras previstas saiu do papel.
 

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Conquanto a fórmula “Fica aprovado o texto...”

venha tendo a preferência nas redações finais dos projetos de

decreto legislativo desta década, o formato anterior,

É aprovado o texto...”, utilizado em décadas passadas,

parece mais consentâneo com o bom português. Não apenas é

o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz

passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar

locução verbal com o verbo aprovar.

Ademais, em sua acepção intransitiva, ser tem a

conotação de ter existência real, existir. Um ato internacional

ao qual o parlamento brasileiro concede aprovação legislativa

cumpre a etapa parlamentar deliberativa para a sua existência

real como norma de direito positivo interno, com caráter de

permanência (não se trata de alguma coisa qualquer que recebe

um aval momentâneo para ali ficar transitoriamente).

Conquanto as duas fórmulas tenham sido utilizadas, a

opção pela utilização da locução verbal é aprovado soa,

juridicamente, mais robusta, com maior força de comunicado

de decisão peremptória à nação. Afinal, o que fica, pode,

também, sair, partir...

Maria Ester Mena Barreto Camino e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo. Necessidade de uniformização dos projetos de decreto legislativo pertinentes a atos internacionais. Maio/2011. Internet: www2.camara.gov.br (com adaptações




Julgue o item, acerca do texto.
Ao afirmarem que ser é “o verbo auxiliar típico para a formação da voz passiva analítica” (L.6-7) e “o mais adequado para formar locução verbal com o verbo aprovar” (L.7-8), os autores apresentam argumentos favoráveis ao emprego da expressão "É aprovado o texto...".
 

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Conquanto a fórmula “Fica aprovado o texto...”

venha tendo a preferência nas redações finais dos projetos de

decreto legislativo desta década, o formato anterior,

É aprovado o texto...”, utilizado em décadas passadas,

parece mais consentâneo com o bom português. Não apenas é

o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz

passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar

locução verbal com o verbo aprovar.

Ademais, em sua acepção intransitiva, ser tem a

conotação de ter existência real, existir. Um ato internacional

ao qual o parlamento brasileiro concede aprovação legislativa

cumpre a etapa parlamentar deliberativa para a sua existência

real como norma de direito positivo interno, com caráter de

permanência (não se trata de alguma coisa qualquer que recebe

um aval momentâneo para ali ficar transitoriamente).

Conquanto as duas fórmulas tenham sido utilizadas, a

opção pela utilização da locução verbal é aprovado soa,

juridicamente, mais robusta, com maior força de comunicado

de decisão peremptória à nação. Afinal, o que fica, pode,

também, sair, partir...

Maria Ester Mena Barreto Camino e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo. Necessidade de uniformização dos projetos de decreto legislativo pertinentes a atos internacionais. Maio/2011. Internet: www2.camara.gov.br (com adaptações




Julgue o item, acerca do texto.
O conectivo “Ademais” (L.9) estabelece uma relação de coesão entre o segundo e o primeiro parágrafos e, de maneira mais estrita, entre aquele e o período “Não apenas é o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar locução verbal com o verbo aprovar” (L.5-8).
 

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Conquanto a fórmula “Fica aprovado o texto...”

venha tendo a preferência nas redações finais dos projetos de

decreto legislativo desta década, o formato anterior,

É aprovado o texto...”, utilizado em décadas passadas,

parece mais consentâneo com o bom português. Não apenas é

o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz

passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar

locução verbal com o verbo aprovar.

Ademais, em sua acepção intransitiva, ser tem a

conotação de ter existência real, existir. Um ato internacional

ao qual o parlamento brasileiro concede aprovação legislativa

cumpre a etapa parlamentar deliberativa para a sua existência

real como norma de direito positivo interno, com caráter de

permanência (não se trata de alguma coisa qualquer que recebe

um aval momentâneo para ali ficar transitoriamente).

Conquanto as duas fórmulas tenham sido utilizadas, a

opção pela utilização da locução verbal é aprovado soa,

juridicamente, mais robusta, com maior força de comunicado

de decisão peremptória à nação. Afinal, o que fica, pode,

também, sair, partir...

Maria Ester Mena Barreto Camino e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo. Necessidade de uniformização dos projetos de decreto legislativo pertinentes a atos internacionais. Maio/2011. Internet: www2.camara.gov.br (com adaptações




Julgue o item, acerca do texto.
Sem prejuízo para a sua coerência, o texto poderia ser concluído com o seguinte período: Sugere-se, assim, que, ao minutar um projeto de decreto legislativo referente a instrumento internacional celebrado pelo Brasil, seja dada preferência à forma “É aprovado o texto...”.
 

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1 Eram 4 da manhã no edifício Justus Lipsius, em
Bruxelas, quando, finalmente, veio a notícia de que, após quase
dez horas de negociações tensas, os líderes da Zona do Euro
4 haviam chegado a um aguardado acordo “abrangente” para
salvar o euro. Diplomatas ligaram para seus contatos que
estavam no local da cúpula para descobrir o que exatamente
7 fora decidido. “Achamos que chegamos a um acordo, mas não
sabemos bem em que ele consiste”, foi a resposta de um
negociador exausto. Conforme eles mesmos admitem, os
10 líderes às vezes tiveram dificuldade para entender a complexa
engenharia financeira que deveriam aprovar para transformar
seu “estilingue” financeiro inadequado na “grande bazuca” que
13 o mundo lhes exigia. Ao amanhecer de 27 de outubro, porém,
eles conseguiram anunciar, orgulhosamente, um “conjunto
abrangente de medidas adicionais que reflete nossa forte
16 determinação de fazer o que for preciso para superar as
dificuldades que atravessamos”.

O risco da morte prematura. In: CartaCapital, 9/11/2011 (com adaptações).

Acerca dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue o item.
O complemento do verbo “descobrir” (L.6) não está explícito no texto, devendo ser inferido pelo leitor.
 

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O Poder Legislativo, como toda instituição pública

pluralista, possui virtudes e defeitos. Na Câmara e no Senado,

debatem-se diariamente os problemas nacionais e são

apresentadas dezenas de propostas e projetos capazes de mudar

os cenários político, econômico e social do país. Ali, são

votadas leis de grande impacto na vida dos cidadãos e das

instituições e se fazem a fiscalização e o acompanhamento dos

atos e dos gastos do governo, do próprio Congresso e de

instituições várias do cenário nacional. A atividade é intensa e

multifacetada. Por ser um centro do poder político onde se

digladiam forças em permanente confronto e por ter

responsabilidades sobre orçamentos e finanças públicas, a

instituição não raro é alvo de suspeitas, denúncias e

investigações sobre todo tipo de desvios, fraudes e corrupção,

envolvendo os representantes eleitos ou os assessores e

servidores que os cercam.

É público e notório que a imensa maioria das pessoas

acompanha os trabalhos do Congresso e se informa sobre as

atividades dos deputados e senadores na mídia, especialmente

na chamada grande imprensa, que inclui os telejornais e os

jornais impressos. A mídia privada, autoproclamada

independente e vigilante sobre os poderes públicos, exerce com

zelo seu papel de fiscal dos órgãos do Estado, dedicando

especial atenção às denúncias que envolvem o

Poder Legislativo. Em muitos casos, como na Comissão

Parlamentar de Inquérito (CPI) do Orçamento (de 1992), e,

mais recentemente, nas CPIs dos Correios (de 2005) e da

compra de ambulâncias (de 2006), investigações conduzidas

pela Polícia Federal e pelo Ministério Público resultaram em

acusações concretas e, em muitos casos, aparentemente

fundamentadas contra deputados e senadores, com base em

gravações de conversas telefônicas e movimentações bancárias.

Mas, às vezes, até por excesso de zelo e pelo desejo

de investigar, os jornalistas denunciam como irregulares e

apontam como desvios éticos dos congressistas algumas

práticas consideradas normais, rotineiras e legais na maioria

das democracias ocidentais. É o caso das emendas ao

orçamento da União e da ocupação de cargos públicos por

pessoas indicadas por líderes e dirigentes de partidos políticos,

consideradas imorais (“manobras”, “fisiologia”,

“toma-lá-dá-cá” etc.) e noticiadas com grande destaque e boa

dose de crítica nas páginas dos jornais.

Decisões políticas acertadas, projetos importantes

aprovados, iniciativas e fatos positivos de relevância para os

cidadãos, ocorridos no Parlamento, muitas vezes não são

noticiados pela mídia e, consequentemente, acabam ignorados

pela maioria das pessoas. Se noticiados, a sua divulgação

contribuiria para melhorar a imagem do Parlamento. “Muito da

nossa maneira de ver o mundo — e, portanto, de agir neste

mundo — depende da mídia”, observa Luis Felipe Miguel,

para quem a imprensa, ao contrário do que trata de fazer

parecer, não transmite apenas “fatos”, mas também

julgamentos, valores, interpretações.

Sérgio Chacon. Congresso, imprensa e opinião pública: o caso da CPMI dos Sanguessugas, 2008. Internet: www.bd.camara.gov.br (com adaptações)



Considerando o texto acima, julgue o item.
O emprego do termo “consequentemente” (L.46) estabelece uma relação de não contradição entre as ideias expressas nos trechos “Decisões políticas acertadas, projetos importantes aprovados, iniciativas e fatos positivos de relevância para os cidadãos, ocorridos no Parlamento, muitas vezes não são noticiados pela mídia” (L.43-46) e “acabam ignorados pela maioria das pessoas” (L.46-47). Por isso, a ordem de aparecimento desses trechos poderia ser invertida, mantendo-se a coerência original do texto.
 

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O item a seguir é composto por um trecho adaptado de texto da Internet — http://observatoriodaimprensa.com.br — e uma assertiva acerca do tipo de raciocínio envolvido na sua elaboração. Julgue-o à luz da teoria da argumentação.
No trecho a seguir, observa-se argumentação baseada em exemplo: Dizer que a imprensa manipula as eleições é uma inverdade. Brizola se elegeu quantas vezes quis no quintal da Rede Globo, que o detestava.
 

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Em Buenos Aires, os argentinos sacaram

US$ 645 milhões em depósitos denominados em dólar dos

bancos privados locais na primeira semana que se seguiu a uma

medida do governo para dificultar a compra da

moeda norte-americana por pessoas físicas e jurídicas. O

número, publicado pelo Banco Central argentino no dia 13 de

novembro, indica que a medida causou tensão entre os

argentinos e os levou a agir como em tempos de crise, quando

normalmente intensificam a compra de dólares ou sacam

recursos do sistema bancário. Antes de a medida ser anunciada,

em 31 de outubro, os bancos privados contavam com depósitos

no valor de US$ 14,833 bilhões, segundo o Banco Central

argentino. Cinco dias depois, a quantia havia caído para

US$ 14,188 bilhões: 4,3%. Na mesma semana, os depósitos em

peso cresceram 4,2%.

Internet: www.economia.ig.com.br, acesso em 14/11/2011 (com adaptações)

No que se refere a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item.

Na linha 10, é possível a substituição de “de a” por da, sem que se altere o sentido do texto.
 

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