Foram encontradas 50 questões.
Paciente de 56 anos realiza ressecção transuretral de bexiga (RTUb) devido à lesão única de aproximadamente 2,5cm na ultrassonografia. Laudo histopatológico apresenta um tumor de alto grau que invade o tecido subepitelial (T1), sem amostra de muscular na peça. Considerando o caso, a melhor conduta no momento é:
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Paciente de 72 anos dá entrada no consultório com história de retenção urinária aguda e uso de cateter vesical de demora há 10 dias. Já realizava acompanhamento prévio e usava alfabloqueador e inibidor da 5 alfa-redutase há 2 anos. Ultrassonografia evidenciou próstata aumentada de tamanho, com aproximadamente 110 gramas. PSA 2,5 ng/ml. Paciente anticoagulado devido ao uso de marca-passo. Nesse caso, a melhor conduta terapêutica, segundo o Guideline da European Association of Urology (EAU) é:
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Paciente de 35 anos, com história de corrimento uretral há 5 dias, dá entrada em serviço de emergência com queixa de dor testicular iniciada há 8 horas. No exame fisico, apresenta Sinal de Prehn presente e ultrassonografia evidenciando fluxo diastólico testicular aumentado. Nesse caso, a melhor conduta é:
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Paciente vitima de queda de moto dá entrada na emergência trazido por populares, sem colar cervical ou prancha rigida. De imediato, você identifica uma amputação traumática de membro inferior esquerdo, infrapatelar, com perda importante de sangue. A primeira conduta a ser tomada é:
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Em relação à tuberculose Genito-urinária, é correto afirmar que:
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Considerando os métodos diagnósticos do tumor de bexiga não-músculo invasivo, podemos afirmar que:
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Paciente, 64 anos, da entrada no seu consultório com queixa de perda de urina constante pela vagina. Refere-se ao inicio do quadro após histerectomia videolaparoscopia realizada há 1 mês, devido miomatose. Paciente sem outras queixas, estando clinicamente bem, sem dor local ou sinais de infecção. Tomografia computadorizada não mostrou alterações de trato urinário alto ou coleções pélvicas. A cistoscopia evidenciou fístula vesico-vaginal, subtrigonal, de aproxidamaente 2cm. A melhor conduta para o caso é:
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Paciente de 63 anos, portador de câncer de próstata, Gleason 7 (3+4), com PSA de 15ng/ml e estadiamento clinico ao toque retal T2a. A classificação patológica ISUP e o risco pela escala de D'Amico é:
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Paciente dá entrada em serviço de emergência com história de ereção mantida por mais de 10 horas, não relacionada à estimulo sexual. Queixa de dor importante e gasometria de corpos cavernosos evidenciou acidose e aumento da PCO2. Frente ao diagnóstico de priapismo, a classificação e uma possível causa são:
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Paciente com quadro de dor lombar recorrente a esquerda realiza tomografia computadorizada que evidencia calculo de 2,5 cm em cálice inferior de rim esquerdo, sem dilatação importante do sistema coletor. A melhor conduta terapêutica para o caso é:
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