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Foram encontradas 837 questões.

O texto abaixo refere-se às questões de números 9 a 14.


Blogs e Colunistas

Sérgio Rodrigues

Sobre palavras

Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente

02/02/2012

Consultório

‘No aguardo’, isso está certo?

“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que

me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo

de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas

sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?

Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?

Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”

(Virgílio Mendes Neto)

Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.

(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)

Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.

Considere as seguintes afirmações.

I. Em Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente, há uma ambiguidade que é produtiva para o texto: em qualquer uma das interpretações, a frase caracteriza bem a coluna.

II. O uso de Consultório para nomear a coluna é incorreto, já que esse substantivo é usado para nomear certo espaço reservado aos profissionais da saúde.

III. O autor destaca a palavra existência para enfatizar que vai tratar da questão em perspectiva específica: a da presença ou ausência do substantivo em dicionários.

Está correto o que se afirma em

 

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O texto abaixo refere-se às questões de números 9 a 14.


Blogs e Colunistas

Sérgio Rodrigues

Sobre palavras

Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente

02/02/2012

Consultório

‘No aguardo’, isso está certo?

“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que

me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo

de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas

sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?

Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?

Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”

(Virgílio Mendes Neto)

Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.

(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)

Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.

O autor

 

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O texto abaixo refere-se às questões de números 9 a 14.


Blogs e Colunistas

Sérgio Rodrigues

Sobre palavras

Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente

02/02/2012

Consultório

‘No aguardo’, isso está certo?

“Parece que virou praga: de dez e-mails de trabalho que

me chegam, sete ou oito terminam dizendo ‘no aguardo

de um retorno’! Ou outra frase parecida com esta, mas

sempre incluindo a palavra ‘aguardo’. Isso está certo?

Que diabo de palavra é esse ‘aguardo’ que não é verbo?

Gostaria de conhecer suas considerações a respeito.”

(Virgílio Mendes Neto)

Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo” anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!”.

(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta”? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)

Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo” existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade”, como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.

Considerados os textos do autor da coluna e do consulente, é correto dizer:

 

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Ou me engano, ou isto quis dizer que se lançam véus sobre certas notícias a pretexto de que, sujeitas a tantas e tão virulentas críticas, faz mal às pessoas.

Tomando como parâmetro a norma-padrão escrita, comentário adequado sobre o acima transcrito é: O período

 

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O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.


1 ____ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos

preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos

das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um

princípio estável, comum a todos os seres, que

5 explicasse a sua origem e as suas transformações.

Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses

primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram

uma tradição de estudo da Natureza, seguida e

aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,

10 Demócrito.

Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,

professores da juventude ateniense numa época de crise,

inspirados mais pelo interesse prático do que por uma

intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o

15 Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a

respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.

Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir

os adversários, com a habilidade de raciocínio que os

notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de

20 introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto

de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.

Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399

a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou

definir os valores morais, as profissões, o governo e o

25 comportamento social, para que esse ponto de vista se

insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,

que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,

certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou

o que a Pintura poderia representar.

30 ___ Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,

no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou

decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre

Arte e Realidade. Levando em conta o caráter

representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo

35 concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão

muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência

humana se destina a conhecer, como também que, em

comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a

atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que

40 produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,

Platão observa que a Poesia e a Música exercem

influência muito grande sobre os nossos estados de

ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o

comportamento moral dos homens.

(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia

da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)

Afirma-se com correção sobre o que se tem no parágrafo 4:

 

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O texto abaixo refere-se às questões de números 1 a 5.


1 ____ No século VI a.C., os primeiros filósofos gregos

preocuparam-se em conhecer os elementos constitutivos

das coisas. Eles investigaram a Natureza, à busca de um

princípio estável, comum a todos os seres, que

5 explicasse a sua origem e as suas transformações.

Físicos, como foram chamados por Aristóteles, esses

primeiros filósofos, de Tales a Anaxímenes, fundaram

uma tradição de estudo da Natureza, seguida e

aprofundada, entre outros, por Heráclito, Pitágoras,

10 Demócrito.

Na segunda metade do século V a.C., os Sofistas,

professores da juventude ateniense numa época de crise,

inspirados mais pelo interesse prático do que por uma

intenção teórica pura, debateram, entre outras ideias, o

15 Bem, a Virtude, o Belo, a Lei e a Justiça, formulando, a

respeito de seu conteúdo, teses ousadas e contraditórias.

Não obstante a falta de rigor e o propósito de confundir

os adversários, com a habilidade de raciocínio que os

notabilizou, os Sofistas tiveram o indiscutível mérito de

20 introduzir, no estudo da sociedade e da cultura, o ponto

de vista reflexivo-crítico que caracteriza a filosofia.

Mas seria preciso esperar por Sócrates (470-399

a.C.), misto de pedagogo e de filósofo, que procurou

definir os valores morais, as profissões, o governo e o

25 comportamento social, para que esse ponto de vista se

insinuasse também na apreciação das artes. Sócrates,

que discorria sobre todos os assuntos humanos, entrou,

certa vez, no ateliê do pintor Parrásio, e a este perguntou

o que a Pintura poderia representar.

30 ___ Platão (427-347 a.C.), discípulo de Sócrates, fez,

no seu diálogo A república, um confronto, que se tornou

decisivo pelas implicações filosóficas que encerra, entre

Arte e Realidade. Levando em conta o caráter

representativo da Pintura e da Escultura, o filósofo

35 concluía, nesse diálogo, não só que essas artes estão

muito abaixo da verdadeira Beleza que a inteligência

humana se destina a conhecer, como também que, em

comparação com os objetivos da ciência, é supérflua a

atividade daqueles que pintam e esculpem, pois o que

40 produzem é inconsistente e ilusório. Por outro lado,

Platão observa que a Poesia e a Música exercem

influência muito grande sobre os nossos estados de

ânimo, e que afetam, positiva ou negativamente, o

comportamento moral dos homens.

(Adaptado de: NUNES, Benedito. Introdução à filosofia

da arte. 4. ed., São Paulo: Ática, 1999, p. 7 e 8)

Considerado o parágrafo 3, em seu contexto, é correto afirmar:

 

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enunciado 244723-1
Sobre os Sofistas, tal como caracterizados no texto, é correto afirmar:
 

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3156697 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FCC
Orgão: ALEPE
A concretagem de uma laje de volume de concreto de 120 m3 está prevista para ser executada em 30 horas. Sabendo que a quantidade de horas consumidas por um servente é igual 8 horas/m3 e do pedreiro igual a 2 horas/ m3, o número necessário de serventes e pedreiros para a concretagem é, respectivamente, igual a
Questão Anulada

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3156672 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FCC
Orgão: ALEPE
A rede de distribuição de gás aparente deverá ser identificada por meio de cores. A tubulação deverá ser indicada pela palavra GÁS e a cor da sua pintura, nas redes em fachadas de prédios e no interior de residências poderá ser, respectivamente,
Questão Anulada

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3156630 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ALEPE
Fim do voto secreto no Legislativo
Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Senadores.
Quero parabenizar a Câmara dos Deputados, que na noite de ontem, aprovou, por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição − PEC 349/2001, de autoria do ex-deputado Luiz Antonio Fleury, que prevê voto aberto em todas as situações no Poder Legislativo. O texto havia sido aprovado em 1º turno, no ano de 2006. Agora, a proposta vem para o Senado para ser apreciada em dois turnos.
A medida aprovada vale para as deliberações da Câmara, do Senado, das assembleias legislativas, da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das câmaras de vereadores.
Estamos no aguardo da chegada do texto aqui no Senado Federal para que possamos aprová-lo o quanto antes. Creio que é possível a sua votação e aprovação ainda no mês de setembro.
Senhor Presidente, após a aprovação da PEC 349, eu recebi uma verdadeira avalanche de mensagens via redes sociais para que esta Casa aprove o voto aberto, ou seja, o fim do voto secreto.
Sou daqueles que não acredita que esta Casa vai titubear e “empurrar com a barriga” para os escaninhos da poeira a proposta aprovada na Câmara. Seria a desmoralização, “o fim da picada”, como bem falamos lá no sul, no meu Rio Grande, para não dizer um erro crasso, igual ou até mesmo maior do que a não cassação do deputado ocorrida durante sessão na semana passada.
Eu estou confiante, SIM!!!!, graças a Deus!!! Esta Casa, senhor Presidente, o Senado Federal, nós senadores e senadoras, temos consciência do que se passa pelas ruas e praças do nosso Brasil.
Entendo, pela situação, que vale a apresentação de um requerimento de urgência para que a PEC 349 seja encaminhada diretamente a este Plenário. Esta causa é mais do que justa.
Já perdemos a conta de quantas vezes, aqui mesmo desta Tribuna, deste espaço democrático, defendemos e exigimos o fim do voto secreto no Congresso Nacional. Não somente eu, muitos senadores. Apresentamos, em 2006 a PEC 50, com o objetivo de eliminar o voto secreto no Legislativo. Mesmo sendo aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, o texto foi engavetado.
No início deste ano apresentamos a PEC 20/2013, com o mesmo objetivo. Ela foi aprovada na CCJ, com relatoria do senador Sérgio Souza. A proposta está pronta para ser votada aqui no Plenário.
O senador Álvaro Dias é autor da PEC 196/2012, que prevê o fim do voto secreto nos processos sobre cassação de mandato parlamentar. Proposta aprovada no Senado e pronta para ser votada na Câmara.
No último domingo, dia 1º de setembro, o jornal Zero Hora, do Grupo RBS, de Porto Alegre, publicou editorial com a seguinte chamada: “Pelo voto às claras”. Parte do texto diz o seguinte:
“Voto secreto, nos moldes do que existe hoje no parlamento brasileiro, só serve para acobertar quem não tem coragem de assumir perante os eleitores as consequências de seus atos. O voto secreto tinha por objetivo preservar a liberdade de consciência dos parlamentares em decisões nas quais uma tomada de posição pública poderia acarretar pressões de um ou outro tipo. Na prática, porém, as votações protegidas por sigilo são as que envolvem interesses corporativos. O sistema político brasileiro é particularmente eficaz quando se trata de distorcer a finalidade de um instrumento democrático para torná-lo ferramenta do avesso da democracia. Tome-se, por exemplo, o caso das medidas provisórias, inspiradas no Direito italiano, no qual servem expressamente para dar ao presidente o poder de legislar de forma emergencial, atendidos os pressupostos de relevância e urgência. No Brasil, a medida provisória converteu-se em verdadeira mania presidencial, servindo até mesmo para criação e majoração de tributos".
O texto ainda prossegue: "...a decisão de acabar com o voto secreto no Congresso só ocorrerá se a sociedade pressionar nesse sentido. Não cabe dúvida de que os cidadãos comuns são os principais interessados em jogar luz sobre esses e outros processos legislativos. Trata-se, em primeiro lugar, de uma questão de transparência no exercício da atividade legislativa, e, em segundo, de matéria concernente ao que os americanos chamam de accountability, termo que equivale à faculdade ou efeito de prestar contas a órgãos controladores, aos representados ou à própria opinião pública".
É claro, senhoras e senhores Senadores aqui presentes. Eu apenas citei aqui uma pequena parte do que foi o editorial, mas que concentra a ideia, o cerne da questão.
Senhor Presidente,
Portanto, faço, respeitosamente, mais uma vez, um apelo aos nobres senadores e senadoras, à Mesa desta Casa, ao presidente, senador Renan Calheiros, ouçamos a voz rouca das ruas e das praças. É um momento histórico para o Congresso Nacional, é um momento ímpar da nossa atuação, da atuação de todos nós como parlamentares.
Não importam nomes, senhoras e senhores Senadores, não importam partidos, senhor Presidente. Mas, SIM, a causa, algo maior que vai, com total certeza, melhorar e lapidar a nossa democracia.
Era o que tinha a dizer.
Senador Paulo Paim.
(Proferido em 04/09/2013 e disponível em: www.senadorpaim.com.br/verImprensa.phl?id.)
Há relato adequado e redigido de forma clara e correta, em:
Questão Anulada

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