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Respondida
A Constituição do Estado Alfa prevê, como critério de
identificação da proposta mais vantajosa para a Administração,
nas contratações públicas, o montante de tributos recolhidos à
fazenda estadual.
Tal dispositivo deve ser considerado:
Respondida
Autoridade superior, quando do momento da homologação de
licitação pública realizada na modalidade concorrência para
contratação de serviços de informática, identifica que não houve
o exame jurídico prévio das minutas de edital e contrato,
conforme determina o artigo 38, parágrafo único, da Lei nº
8.666/93.
Diante de tal circunstância, a medida mais adequada a ser
tomada pelo gestor é:
A
anulação do processo licitatório, porquanto a ausência de
parecer jurídico é um vício insanável que macula todo o
procedimento;
B
revogação do processo licitatório, com direito à prévia e
ampla defesa de todos os participantes;
C
homologação da licitação, caso ele constate, após examinar
todo o processo, que não haverá prejuízos financeiros
relevantes;
D
homologação da licitação, no caso de os licitantes, após
intimados, não identificarem vício na minuta de edital ou
contrato;
E
homologação da licitação, no caso de a Assessoria Jurídica,
ainda que a posteriori , constatar que não havia nenhum vício
na minuta de edital ou contrato.
Respondida
Determinado ente público pretende contratar diretamente a BR Distribuidora para fornecimento de combustível para a sua frota de automóveis.
Sobre a referida contratação e à luz da jurisprudência do Tribunal de Contas da União, é correto afirmar que:
Respondida
A década de 1990 estabeleceu um novo marco quanto ao
controle da Administração, ante a edição da nominada Lei de
Improbidade.
Em relação às sanções pela prática de ato de improbidade
administrativa, a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça é
no sentido de que:
A
o prazo para ajuizamento de ação que vise ao ressarcimento
ao erário (seja em sede de ação de improbidade com pedido
de ressarcimento, seja em ação com o fim exclusivo de
ressarcir o erário) e o prazo para o TCU ou TCE, por meio de
tomada de contas especial, exigir do ex-gestor público
municipal a comprovação da regular aplicação de verbas
federais ou estaduais repassadas ao respectivo Município são
imprescritíveis;
B
no caso de condenação pela prática de ato de improbidade
administrativa que atenta contra os princípios da
administração pública, as penalidades de suspensão dos
direitos políticos e de proibição de contratar com o Poder
Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou
creditícios podem ser fixadas aquém do mínimo previsto no
art. 12, III, da Lei nº 8.429/1992, diante das peculiaridades do
caso concreto;
C
não configura bis in idem a coexistência de título executivo
extrajudicial (acórdão do TCE ou TCU) e sentença
condenatória em ação civil pública de improbidade
administrativa que determinem o ressarcimento ao erário e
se refiram ao mesmo fato, desde que seja observada a
dedução do valor da obrigação que primeiramente foi
executada no momento da execução do título remanescente;
D
ainda que não haja dano ao erário, é possível a condenação
por ato de improbidade administrativa que importe
enriquecimento ilícito (art. 9º da Lei nº 8.429/1992),
incluindo a possibilidade de aplicação da pena de
ressarcimento ao erário, diante dos danos imateriais sofridos
pelo ente federativo;
E
a condenação pela Justiça Eleitoral ao pagamento de multa
por infringência às disposições contidas na Lei nº 9.504/1997
(Lei das Eleições) não impede a imposição de nenhuma das
sanções previstas na Lei nº 8.429/1992, exceto da multa civil,
pelo ato de improbidade decorrente da mesma conduta, para
evitar a ocorrência de bis in idem .
Respondida
A realização de audiências e consultas públicas nos processos administrativos se revela como um importante mecanismo de participação dialógica dos administrados, conferindo maior transparência e legitimidade às ações e condutas da Administração Pública.
Sobre essa temática e à luz das disposições da Lei nº 9.784/99 - que trata do processo administrativo em sede federal - e do ordenamento jurídico em vigor, é correto afirmar que:
A
o comparecimento à consulta pública confere à pessoa física, automaticamente, a condição de interessada no processo, assegurando-lhe o direito de obter da Administração resposta fundamentada;
B
as hipóteses de realização de audiência pública estão taxativamente previstas na legislação, não podendo ser realizadas a partir de um juízo discricionário da autoridade competente;
C
nas matérias relevantes os órgãos e entidades administrativas devem, preferencialmente, estabelecer a audiência e a consulta pública como meio de participação dos administrados;
D
a realização de consulta pública será obrigatória toda vez que requerida por qualquer administrado, o que se impõe em razão da transparência e legitimidade das decisões nos processos administrativos;
E
quando a matéria for de interesse geral, pode o órgão competente, motivadamente, abrir período de consulta pública para manifestação de terceiros, antes da decisão do pedido e desde que não ocorra prejuízo para a parte interessada.
Respondida
Em matéria de responsabilidade do Procurador da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que emitiu um parecer a
pedido do Presidente da Casa, a doutrina de Direito
Administrativo ensina que, em regra:
Respondida
A Assembleia Legislativa instaurou comissão parlamentar de
inquérito para apurar as condições estruturais, materiais e de
pessoal do sistema penitenciário estadual, diante da reiteração
de denúncias de tortura e maus tratos aos detentos. A conclusão
da CPI foi no sentido da procedência das representações,
inclusive com a identificação de agentes penitenciários
responsáveis pelas torturas.
De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça:
A
o agente penitenciário responderá pelo crime de tortura e
por infração disciplinar, mas não poderá ser responsabilizado
por ato de improbidade administrativa, eis que a vítima
imediata do ato ilícito não foi a Administração Pública e não
houve dano ao erário;
B
o detento vítima do ato de tortura deverá pleitear diretamente
do agente penitenciário que praticou o ato ilícito indenização
pelos danos sofridos, com base na responsabilidade civil
subjetiva, não se aplicando o art. 37, § 6º, da Constituição
Federal por ausência de omissão do poder público;
C
o agente penitenciário responsável direto pelo ato ilícito e o
Secretário de Estado de Administração Penitenciária
responderão, em tese, solidariamente pelo crime de tortura,
por infração disciplinar e por ato de improbidade
administrativa, o primeiro por ato comissivo e o segundo por
omissão;
D
a violência policial arbitrária não é ato apenas contra o
particular-vítima, mas sim contra a própria Administração
Pública, ferindo suas bases de legitimidade e respeitabilidade,
razão pela qual o agente penitenciário responderá apenas na
esfera penal, não havendo que se falar em improbidade
administrativa;
E
a tortura de preso custodiado no sistema prisional praticada
por agente penitenciário constitui ato de improbidade
administrativa que atenta contra os princípios da
Administração Pública, fora as demais repercussões nas
esferas penal e disciplinar.
Respondida
Os policiais militares e bombeiros militares do Estado do
Rio de Janeiro:
Respondida
A gestão da carteira imobiliária pertencente ao RIOPREVIDÊNCIA:
Respondida
Quanto à aplicação dos recursos do RIOPREVIDÊNCIA em títulos
públicos, é correto afirmar que: